prólogo.

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01 de setembro, 00:45.

a música tocava ao fundo, de maneira lenta e calma, como gostavam de escutar sempre. podia se ouvir a respiração baixa e descompassada de ambos, que estavam quietos. se olhavam com um sorriso quase enorme, com os olhos brilhando. como se fossem bobos apaixonados, que experimentavam os toques pela primeira vez. mas naquele ponto, já tinham perdido as contas... só que sempre parecia ser a primeira vez.

estar apaixonado era assim.

—  tae-ah... — jimin quebrou o silêncio após um tempo, ainda com o sorriso. não conseguia evitar de não sorrir perto de seu amado — eu te amo, muito — disse, após sentir aquele sentimento que só o garoto sabia lhe proporcionar. que lhe deixava extasiado, elevado, sossegado, apaixonado. odiava passar muito tempo longe de taehyung, mas quando voltava e sentia Essa Sensação, sabia que tinha valido apena. sabia que realmente era apaixonado por ele.

minmin, eu também te amo. infinito — respondeu o kim, da maneira mais sincera que conseguia. deixava seu sentimento transparecer, para que jimin pudesse sentir isso, e realmente falava sério quando dizia que amava ele infinito. amava mesmo. 

park deixou um selar demorado nos lábios dele, que retribuiu sem pensar. deitou a cabeça em seu peito e se aninhou, grudando o máximo possível em seu noivo. era bom ser o pequeno da relação, se sentia protegido quando era abraçado, quando se encaixava bem. os dedos finos de taehyung foram aos fios loiros do mais velho, começando um cafuné demorado.

gostavam do sexo, e mais ainda daquele após. curtir aquela preguiça e a onda de sentimentos, se conectar ao outro, não tinha nada igual. poderiam viver assim.

passaram alguns minutos naquela posição, sem se importar com o mundo lá fora — vamos tomar banho, amor? — perguntou para park, que concordou. o banho, outra coisa incrível.

jimin, com muita relutância, saiu de sua posição e sentou na cama. o sono já estava falando, então se espreguiçou e bocejou, para afastar o mesmo.

 — bebê? — chamou ao ver que taehyung lhe olhava esquisito. um olhar misturado, com confusão, medo e um pouco de choque. o kim apontou para seu pulso, e depois para o do namorado — ... o quê? 

31 de agosto, 23:56.

— quatro minutos, ggukie! — seokjin disse, esfregando as mãos umas nas outras. jeon riu, negando com a cabeça. ele estava mais animado que si — queria tanto estar contigo, poxa... — disse e uma cara triste tomou conta de seu rosto.

— não se preocupa, hyung! você vai estar aqui mais tarde, isso que importa. — disse e o outro concordou.

— é verdade... mas eu queria ver sua reação ao vivo, não por chamada. hobi, yoon, tomem conta dele. não deixem ele surtar, por favor — disse e os dois riram.

— a gente sabe que quem está surtando aqui é você, amor — namjoon apareceu, se deitando do lado de jin.

e era verdade. jeongguk nunca foi o mais empolgado quanto essa coisa de alma gêmea. e se a pessoa não gostasse dele? e se ela fosse sei lá, um psicopata, ou um criminoso? não gostava de pensar nas possibilidades, lhe deixava nervoso... além de que, o garoto era um tanto introvertido, então ficaria ansioso para encontrar e falar com a pessoa, e poderia acabar estragando tudo. de qualquer forma, sabia que poderia dar muito errado, mas já estava se conformando com isso.

yes, we are three ✦ taekookmin.Historias para obsesionarse. Descúbrelo ahora