Oi, eu sou Izuku Midoriya, eu sempre sonhei em ser um herói, mesmo sem uma individualidade, desde meus 4 anos, depois de descobrir que sou quirkless, eu treinei e estudei incessantemente, já que eu não tinha poderes, usaria minha genialidade e corpo, combinados com artes marciais, para passar no teste da UA.
Certo dia, depois da escola, e de eu dar outra surra no Kacchan, ele vivia tentando me acertar, mas já fazem dois anos desde que eu descobri o padrão de ataques dele, e ele nunca mais me acertou outra explosão, todos os dias ele me atacava e eu contra-atacava, enfim, depois de outra surra nele, eu estava indo pro treino de judô, mas aí eu lembrei que hoje não tinha judô, então eu resolvi passar debaixo de uma ponte, uma espécie de atalho pra minha casa, quando do bueiro surge :
-Hahaha, um garoto, vai ser meu esconderijo perfeito, fique parado, só vai doer um pouco - e ele avançou pra cima de mim
Logo, eu já treinado, desviei de alguns ataques consecutivos, mas não dava pra atacar ele também, logo, ele acertou um pilar que segurava a ponte, e uma perda enorme caiu no meu braço direito, droga, eu era destro, mas antes de desmaiar de dor, vejo All Might, o meu ídolo, e herói número 1, esmagando o monstro.
Eu acordo alguns minutos depois, ele ainda está lá, e meu braço foi sedado por ele mesmo, por algum motivo ele devia levar sadativos pesados no bolso, mas enfim, ele tinha amarrado meu uniforme no braço, e me acordou dizendo que a ferida tinha sido feia, mas que eu ia sobreviver, até que eu perguntei :
-All Might, antes de você ir embora, eu quero te perguntar algo
-Vamos, então diga logo
-Bom, eu venho criando aparelhos e treinando meu corpo físico, e estou próximo de criar uma individualidade mecânica, com isso, vice acha que posso me tornar um herói? - perguntei com lágrimas no rosto
-Bom, pelo seu braço, e pelo que você me disse, eu não posso opinar, você pode, mas não quero te magoar, então não garanto nada.
Dito isso, ele saiu voando.
A ambulância chegou logo em seguida, me socorreram, minha mãe já estava com eles, o socorro foi bem, mas veio a triste notícia:
-Bom, meu jovem e senhora, eu sinto informar que o braço está irremediavelmente danificado, ele tera de ser amputado antes que espalhe infecção pro resto do corpo.
Aquela notícia chocou muito a mim e minha mãe, eu já esperava isso, mas, por outro lado, eu tinha algumas coisas que poderiam me ajudar.
A cirurgia correu bem, eu saí de lá, como se diz, maneta, e voltamos pra casa dois dias depois, eu aí recuperado, e fui direto pro meu quarto.
E lá estava, o primeiro protótipo do EN-0, minha manopla de ataque de fogo, feita de um material filtrador, a base de grafeno e nióbio, direto do Brasil, que pegava as moléculas, as destruía e remontava em partículas como o octano, nesse caso, ou gasolina, que era o combustível do fogo gerado na manopla, alimentada a base de um receptor de energia cinética, onde se eu batesse em algo, a bateria carregava, enfim, ela serviria inicialmente como uma manopla pra se colocar em cima da mão, e de curta duração, não tinha lá muito espaço pra guardar circuitos, bateria e o octano, mas se eu adaptasse a manopla pra um tipo de prótese, eu conseguiria mover livremente minha mão, sentir tato com ela, e ainda por cima, melhorar o sistema de lançar fogo e a bateria. Bom, era um longo trabalho a frente.
----2 semana depois----
Depois de muitos apertares de parafuso, colocar e programar placas de circuito, aprimorar o sistema hidráulico, e aumentar o tanque de octano, a prótese estava finalmente completa, a EN-Beta, minha prótese lança-chamas, assim como o herói em que me inspirei pra fazê-la, Endeavor, podia criar chamas muito poderosas, além da função "Overvcharge", que sobrecarrega as células de grafeno e niobio, fazendo gerar protopropano, um gás muito mais poderoso, capaz de gerar chama azuis, e muito maiores, porém, isso destruia a prótese em seguida, mas com os matérias e a minha própria impressora 3D a base de plasma, eu podia reproduzir dezenas em poucas horas.
E então, mostrei pra mamãe, e ela me perguntou se era seguro, eu garanti que sim, volteu pro meu quarto, e comecei a fazer o conector, usei um scanner pra achar meus nervos cortados, e conectar eles em fios de fibra ótica, conectei nos 3 pinos sentados que conectavam na prótese, e terminei a parte metálica com liga de titânio e niobio, que faria parte do meu braço permanentemente, então o momento mais esperado por mim nos últimos dias, com aquela dor fantasma incessante, finalmente, conectei o braço robótico no meu e... os dedos começaram a se mecher ao meu comando, eu tinha uma braço denovo, peguei uma lata de refri, gelada, dava pra sentir pelos sensores de temperatura, lisa, pelos sensores de tato, cortei a garrafa e raspei na palma, deu pra sentir pelos receptores de dor, e a força, era normal, embora desse pra potencializar.
Ate o presente momento, eu estava me ausentando da escola, por orientação médica, mas depois de eu instalar a prótese, fomos ao médico, ele verificou que não havia nada de errado com ele, nem rejeição nem nada, e me liberou pra atividades normais denovo, dizendo que eu seria mega-popular pro ter um braço tão legal.
E ele não estava errado, no dia seguinte, eu voltei pra escola, com o braço metálico, todos me perguntaram o que aconteceu, eu explique tudo, e disse que agora tinha um poder.
Da minha cintura, tirei outra manopla, adaptada agora, com tubos de carbono, ela tinha a mesma capacidade da outra, mas era um pouco mais cara de fazer, enfim, vesti a outra no braço esquerdo, agora eu tinha dois braços de metal, e eles me pediram pra mostrar o que fazia, aí eu gritei:
-Ei, Biribinha, se liga!
E disparei uma rajada de fogo pro céu, tecnicamente, isso não era permitido, mas tecnicamente também não era proibido, meu caso era o primeiro da história.
Todos ficaram impressionados, até eu, e pensei :
{-É isso All Might, com isso, eu vou entrar na UA, vou realizar meu sonho, e provar suas espectativas}
Continua
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Boku no hero academia - Deku cyborg
ActionOi eu sou Izuku Midoriya, mas pode me chamar de Deku, essa é a história, de como eu antes mesmo de adquirir a minha Individualidade, eu perdi meu braço, mas mesmo assim, consegui entrar pra a UA, e nela, consegui o que sempre sonhei, essa é a histór...
