The Dream

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Acordei denovo, está noite meus sonhos estavam confusos. Pareciam o país das maravilhas, fadas apareciam e ficavam a olhar-me e as flores falavam comigo.

Eu amo muito flores, mas infelizmente, elas não falam comigo. Visto um vestido florido e branco, estava nas férias de Verão então provavelmente, este ano iríamos para a floresta, num acampamento.

Desço as escadas de mármore da casa e observo minha mãe na cozinha a preparar o pequeno-almoço, tinha um cheiro doce. Vou até a cozinha e abraço-a com um sorriso em meu rosto.

- bom dia, minha flor. Como estás, hoje?

Sorrio e a mesma sorri também.

- estou bem, mãe! Já sabes para onde vamos de férias?

Sorrio e coloco a mesa.

- vamos acampar. Tem um bom acampamento perto das montanhas.

Rio ao ouvir a mesma, sabia que aquele acampamento ia ser perfeito.

- estou ansiosa! Vamos quando?

Dou um pulo de excitação e sorrio.

- amanhã, infelizmente era a única semana que tínham disponível.

A mesma suspira e coloca panquecas com chocolate na mesa. Fico a comer equanto penso sobre as maravilhosas aventuras que teria com a minha mãe, nas montanhas e no acampamento.

Depois de comer ajudo minha mãe a lavar a loiça. Subo para meu quarto e arrumo tudo que preciso na minha mala de viagem. Vou para o meu jardim e rego as flores.

- vou ter saudades de todas vocês, minhas lindas!

Olho mais uma vez para o belo jardim que construi ao logo do tempo. Eu e minha mãe somos muito apaixonadas pela natureza e flores, então sempre que temos tempo vamos para o jardim.

- ROSE!! NÃO TE ESQUEÇAS DE PEDIR A SENHORA MARIE PARA TRATAR DAS FLORES!!

Minha mãe berra pela janela do seu quarto.

- OK!!!

Berro e vou até a senhora Marie da casa da frente. Ela sempre foi simpática connosco, mal viemos viver nesta pequena cidade. Bato a porta da sua casa simples mas bonita.

- Sim? Oh Rose, és tu! Que posso fazer por si, querida?

A sua voz doce e velha fazia-me parecer acolhida sempre que lá ia, quando era mais nova.

- eu e minha mãe, vamos acampar perto das montanhas. Vamos amanhã  e só voltamos daqui a uma semana. Teria como a senhora tratar do nosso jardim?

Sorrio enquanto falo e a mesma também sorri para min.

- claro! Vai ser um prazer vos ajudar.

A mesma sorri e abraça-me. Depois de uns minutos fala ao meu ouvido.

-boa viagem! E se divirtam!

A mesma sorri e entra dentro de casa.
Volto feliz para minha casa saberia que em breve estaria só eu e minha mãe, a aventura na natureza das montanhas.

Volto para meu quarto e fico a ler o livro de romance. Podem ser obvios, mas eu adoro as histórias de amor e do amor que sempre vence, as vezes devia ser assim na vida real.

Depois de horas a ler o livro, fecho por um tempo os olhos. Não sei como adormeci, masdefiar estar muito cansada.

Quando acordo estou numa floresta colorida e cheia de flores e árvores, mas parecia mais um labirinto.

- mãe? Marie? Alguém?

Alevanto-me assustada e começo a correr para dentro da floresta. Sigo uma luz que leva-me a uma enorme roseira e na mesma tinha uma estátua. Era um anjo rachado e parecia que estava ali a muito tempo.

- alguém?

Olho para todos os lados.

- não se preocupe. Em breve tudo será esplicado.

Olho chocada ao ver a estátua a falar. A mesma mexe a mão e eu desmaio.

Acordo a suar, aquele sonho foi estranho. Está semana os meus sonhos pioraram, desde que fiz os meus 17 anos.

- mãe? Mãe?

Olho para a porta a espera que a mesma entre.

- sim? Aconteceu algo?

Ela entra a correr preocupada.

- não, aconteceu nada. Eu apenas tive um pesadelo.

Respiro fundo e ela abraça-me. Foi um abraço de segundos, mas pareceu horas e eu gostei. Minha mãe era de poucas palavras, porque ela sabia sempre o que fazer.

- mãe, amanhã podemos ir bem cedo? Quero aproveitar o tempo que teremos só nós as duas na floresta.

Sorrio para a mesma.

- claro, vou fazer o jantar. Toma um banho relaxante e depois do comer dorme para amanhã teres energia.

A mesma sorri e sai devagarinho do quarto como se fosse um espião, acho isso muito engraçado.

Entro na banheira e tomo um banho bem relaxante. Depois de o terminar, vou até ao espelho. Fico chocada, eu era parecida com a minha mãe. A forma do rosto, os olhos, meus cabelos ruivos iguais aos dela, os olhos verdes, eu era uma copia dela. Eu nunca tinha pensado o quanto parecida eu era, mesmo não sabendo quem era o meu pai.

Vou até a cozinha e vejo o jantar. Era sopa de vegetais, a minha favorita. Depois disso, vou para cama e adormeço cedo. Amanhã teria energia para as aventuras que a montanha tinha, a minha espera.

Está semana dormi mal e os pesadelos que tenho não param, mas está noite consegui dormir bem.

Acordo bem cedo com a minha mãe aos berros pela casa, provavelmente não encontrou algo que falta para a viagem.

Visto um vestido lilás e vou até a cozinha e preparo um delicioso pequeno-almoço. Ouvi-a minha mãe a correr de um lado para o outro da casa a procurar de algo que não é contra ou esqueceu-se. Já lhe disse tantas vezes para fazer a mala antes do dia da viagem, mas ela não ouve-me.

Depois se algum tempo a mesma desce e sorri.

- já acabaste a mala? Novo recorde.

Rio ao ver a espressão de chateada que a mesma tinha.

- este ano foi mais fácil. Ontem a noite já tinha colocado algumas peças.

Começa a comer o pequeno bolo de cenoura que fiz enquanto esperei por ela.

- antes de sairmos, vou dar as chaves a senhora Marie.

Acabo a fatia do bolo e pego nas minhas chaves de casa. Vou até ao quarto e pego na minha mala.

- adeus casa! Vou ter saudades!

Rio e olho minha mãe com a sua mala azulada.

- vamos?

Sorri e fecha a porta.

Corro até à casa de Marie e deixo as chaves dentro do correio. Corro para o carro e coloco minha mala dentro do carro.

A viagem não era muito longa, apenas de uma hora e poucos minutos. Toda a viagem foi a ouvir músicas de artistas famosos que eu e minha mãe gostávamos.

Quando dei conta já estavamos perto do parque, era magnífico e algo chamava-me para entrar e viver todas as aventuras possíveis.

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