Meu nome é Julia, tenho 21 anos e essa é a minha história!
Nasci em uma pequena cidade com menos de 10.000 pessoas, era fácil ser reconhecido por alguém, todos conheciam todos! Eu morava em uma casa pequena junto com minha mãe e meu pai doente com uma doença rara no cérebro.
Meus país não deixavam eu sair muito de casa, fui abusada com meus 7 anos de idade pelo meu vizinho, e incrível, ele não está preso até hoje, então minha mãe não deixava eu sair sozinha. Era limitada não tinha muitos amigos, os poucos que tinha era meus irmãos e duas meninas que moravam enfrente minha casa!
Quando minha mãe saia de casa, eu pulava o muro, até que não era tão alto, ele podia ser pulado facilmente!
Eu ia para casa das minhas amigas e quando via minha mãe vir longe em um pequeno morro visando toda plantação de café e milho, eu corria para a minha casa. Achava que ela nunca iria descobrir isso que eu fazia! Mas então algumas semanas depois ela descobriu, e me deixou trancada em um quarto pequeno!
Não tinha celular, eramos de baixa renda, tudo que entrava era para nosso sustento, não podia pedir para minha mãe, para que eu pudesse ir ao passeio da escola, não tinhamos muitas condição para isso.
Tinha vergonha de chegar na escola com um pão amassado e um pedaço de mortadela no meio! Comia escondido, isolada de todos. Tinha vergonha de quando minha mãe e meu pai me levava até a escola com suas roupas sujas.
Todos os meus amigos de 11 a 12 anos já namoravam, já tinham celular, tinha uma casa grande. E eu simplesmente tinha o meu pão amassado!
Nos meus aniversários me desejavam muitos anos de vidas, mas eu queria morrer! Eu odiava todo mundo, eles zombavam de mim!
Quando a doença do meu pai se agravou pensei que ali tudo iria piorar, meu pai ele recebia uma aposentadoria por portar esse tipo de doença, minha mãe não trabalhava, pois tinha que cuidar do meu pai. Meus irmãos magrinhos ao meu redor e não sabia o que fazer!
Completei 16 anos logo em seguida e minha mãe começou a me deixar um pouco mais solta! Meus irmãos um pouco maiores não precisavam de mim como baba deles! Eu me sentia a adulta!
Pois aí, que eu me acabei de vez, fui convidada para uma festa anual da nossa cidade, eu iludida fui! Mas eu me amarrei naquilo! Eu nunca tinha visto algo igual.
Conheci algo chamado bebidas alcoólicas, eu usei drogas e todos ao meu redor achavam isso incrível! Eu estava me sentindo a dona de tudo!
Conheci o Roberto, que ali bebia uma das bebidas mais cara da festa, eu não me lembro o nome da bebida, pois estava muito mal!
Eu nunca tinha saído de casa, eu não sabia o que era pessoas, quando vi aquele belo rapaz e ele me encarou por alguns segunda eu não soube mais o que fazer! Ele me chamou para perto dele e logo fui!
Roberto: Olá, gata! Está sozinha?
Não pensei duas vez! Claro - Logo respondi o mesmo.
Roberto: Vem comigo, te mostrar um lugar interessante!
Mesmo sem o conhecer fui com ele ate um belo carro parado enfrente a festa! Esse carro é seu? - Logo perguntei.
Roberto: É sim, você gosta?
Sim, amei - Não sabia o que estava fazendo naquele momento, mas eu queria entrar no carro e mostrar que estava com alguém rico!
Pois bem, eu toda inocente me deixei levar pelo dinheiro e transamos, lembro que foi algo bom, mas não tinha me prevenido! Ele deixou um papel do lado da cama aonde estava.
me liga depois
Se eu tivesse condição de ter um celular talvez eu tinha ligado, mas eu procurei ele pela casa que não tinha menor ideia de onde estava, e não achei o mesmo.
Pronto, ele me abandonou aqui, fiquei sem outra reação e lembrei que estava nua, voltei ao quarto peguei minhas roupas que estava todas amassadas, mas eu não lembrava o que aconteceu naquela noite! Sinceramente eu nunca havia bebido tanto!
Saio e vou caminhando até um bar e lá peço uma informação para que eu possa me achar, descobri que estava no outro lado da cidade, sem nenhum dinheiro. O QUE EU VOU FAZER??
Parou um carro do meu lado e viu meu estado, ele pediu para que eu entrasse no carro e iria me ajudar, e sim ele me ajudou! Lembro que se chamava Fábio.
Fábio era um morador de uma outra cidade, mas estava por ali a fazer uma visita a sua tia que estava doente. Ele pediu que explicasse tudo a ele, pois bem demoramos horas conversando até que chegamos em casa.
Fiquei com medo ao chegar em casa e logo vi minha mãe chorar no canto da sala, meu pai havia falecido. Eu não soube como reagir, minha mãe me olhou de um jeito que me deu um aperto no coração!
Cheguei perto dela e logo ela virou a cara, parecia que a culpa era minha, mas ela disse que meu pai teve uma complicação que gerou a morte dele.
Desabei ali mesmo colocando minha mão por trás do ombro da minha mãe em forma de um abraço. Eu pedi bem baixinho para que minha mãe me perdoasse por ter ficado uma noite sem da noticia a minha mãe .
Ela mandou eu ir para meu quarto e levantou e foi até um celular que ela tinha comprado, um celular simples que não tinha muitas funcionalidades. Ligou para a agência que estava responsável pelo enterro.
O preço que era cobrado pela agência não teria como minha mãe pagar. Então ela ligou para o Banco e pegou cerca de 1.500 reais! Eu não sei como minha mãe vai pagar isso.
Encontrei uma gilete que estava dentro do Guarda roupa guardada e penso comigo. Sera que isso alivia a minha dor? Começo a me cortar e gritar abafadamente ao morder meus lábios e ouvindo minha mãe chorar.
Passando se alguns dias, eu lembro que eu saí pela rua, e não sabia para aonde estava indo, era tanta coisa na cabeça, que não podia raciocinar!
Encontrei o Roberto e logo sai dando tapas em seu peitoral e eu falava que não se ele não estivesse aparecido nada disso tinha acontecido!
Ele me encarava e ria da minha cara, e logo desmaiei em frente dele. Lembro que acordei em um hospital com uma moca que dizia que eu poderia está gravida, logo tomei um susto! Olhava para os lados e não via nada a não ser tudo escuro.
Logo voltei a ver normalmente e vi Roberto com um sorriso falso.
Lembro que ele falou assim: "Você vai ser mamãe". Aquilo me deu uma raiva que eu levantei da cama aonde eu estava e dei um tapa bem na sua cara!
Lembro que hoje seria o dia do enterro do meu pai, saio correndo para a minha casa e vejo minha mãe indo para la, acompanho a mesma até o cemitério mais perto que era menos de 5 kilometros da minha casa.
Chegando la tinha cerca de 50 pessoas chorando com a morte do meu pai e eu não conseguia mair chorar de tanta dor que sentia.
Eu cheguei perto do caixão e passei a mão em seu rosto! Perdoe - me! Por ser tao ingrata pelo que o senhor já fez por mim.
Saio de perto do Caixão e vou para perto da minha mãe!
ŞİMDİ OKUDUĞUN
Perdoe - Me !
Genç KurguUma adolescente que perde tudo, mas encontra um amigo e se apaixona por ele, mas com toda sua dor acaba por perde lo. Hoje ela faz de tudo para ter lo de volta.
