Luccas pof on*
Olho para todos os cantos e tento adivinhar aonde estou, derrepende surge um altar todo decorado e um padre, eu acho, pois naquele momento eu tive que deduzir porque no lugar do seu rosto havia uma mancha escura e era impossível descobrir sua identidade. Olho para a direita e avisto uma pessoa, ela aparentava ter 1,90 de altura , estava vestindo um terno todo preto e branco seu corpo aparentava ser bem defino, redireciono meu olhar para seu rosto e também havia uma mancha preta no mesmo.
Sinto uma pequena pressão na minha mão esquerda,olho para o local e ali havia a segunda pessoa dessa vez olhei diretamente para seu rosto também havia uma mancha preta no local aonde era pra ter o rosto mais aos poucos a mancha fica menos densa e dava para ver alguns traços de seu rosto porem nada completo ele também vestia um terno preto e branco e dessa vez ele tinha 1,80 ,possivelmente ele não era igual ao outro, porém ainda muito igual. Olho para meu corpo e dali eu era o único que não estava de terno e mesmo se eu quisesse os dois não deixariam eu nem em pensar sair dali seguravam minhas mãos com muita força, o padre começa a falar alguma coisa, mas eu não consegui escutar nada somente uma pequena parte sendo ela :
- Luccas você aceita casar-se com...
Antes de conseguir responder minha visão fica embasada e derrepende eu não sentia mais o chão e de imediato cai em um buraco que acabará de se formar, porém de muito distante ainda consigo escutar :
- Eu te amo.
O barulho persistente do sinal me fez despertar, quando olho para o relógio, vejo que meus 20 minutos haviam passado, felizmente a bibliotecária havia deixado que eu ficasse na biblioteca, porque até então eu não queria passar vergonha por ser o único e mais novo aluno da escola, consegui preencher os requisitos para a vaga do 1ª do EM, sendo um dos requisitos : ser rico, além de que eu entraria facilmente com uma bolsa ja que sempre me sai bem nas provas do fundamental, por que não conseguiria ir bem no ensino médio ? Eu recebi a noticia de que viria para essa escola ano passado, que pra mim foi muito triste, já que eu não queria vir pra cá, mas fazer o que ne ? Minha avó havia me dito que nem se meu avô voltasse das cinzas eu iria fazer uma prova, para provar que eu era capaz ó "suficiente" para entrar em uma escola dessas, em que adolescente vão para mostrar o quanto são melhores do que os outros.
Meu primo que está na faculdade me disse que essa escola era uma enorme competição de beleza, ganância e ego, e que eu odiaria estudar lá, pois poucos são o que levam a sério o estudo e na maioria das vezes eram bolsistas, eu nunca tive preconceito contra os bolsista muito pelo contrário eu tinha era orgulho deles, pois não precisam de papel ou de créditos para entrar em uma escola, que qualquer um com beleza e árvores mortas poderiam entrar.
Finalmente me levanto e vou até a recepção da biblioteca e ali ela me da baixa para levar os três livros que eu ia começar a ler, saio correndo da biblioteca, com um vasto olhar, noto que os corredores estão completamente vazios,vou correndo até a minha a sala e abro a porta em desespero, quando entro vejo três pessoas e as mesmas estão olhando para mim, fico corado de cara e me sento no meu lugar, em questão de minutos os três alunos me rodeiam e começam a falar comigo :
- Opa - a voz masculina para um pouco e depois volta - se escondeu aonde novato ?
Levanto o rosto para ver quem era o dono daquela voz, seu cabelo são Loiros e seus olhos eram claros puxado pro "mel", sua pele levemente bronzeada resaltava seu sorriso encantador o garoto era um pouco maior que eu, e não vestia o uniforme da escola, logo então respondo a pergunta que ele havia me feito
- Na biblioteca - solto uma leve risada - Me desculpe, mas onde está o resto da sala ??
Quando ele ia responder uma das garotas que o acompanhava o responde :
- Eles nunca chegam no horário, ou deve ter acontecido algo. Aliás, meu nome é Ana, prazer - ela estende sua mão até a mim assim me cumprimentando.
Posso estar sendo premeditado, mas eles me aparentam ser gente boa, mas para nossa infelicidade a sala começa a encher e o professor chegar. Acabei descobrindo que Ana têm uma irmã gêmea chamada Maria, seus nomes são derivados da avó delas e acho que foi uma homenagem, o garoto loiro é o Steven, ele foi a única pessoa do grupo que eu não gostei muito, não sei porquê, mas ele realmente não é oque sua aparência mostra, bom isso é ótimo. A aula havia começado e ainda faltava alguns alunos voltarem do intervalo, eu fiquei um pouco espantado, os garotos atrás de mim haviam comentando que um dos 4 alunos que estavam fora de sala foi agredido por um adulto, minha cara ficou branca nunca pensei que isso aconteceria, ainda mais em uma escola, eles também falaram que o aluno foi quem correu atrás de encrenca, e o mesmo havia acabado com a cara do "moço", não sei porque, mas uma preocupação veio a tona nunca tinha me preocupado com alguém que eu nunca vi. Logo toda minha atenção se dirige ao professor que passa uma revisão e todos começam a copiar.
Já no final da quarta aula alguém bate na porta e pede para entrar , pensei que seria o tal garoto, mas quando o professor abriu a porta vi que havia me engando pois aquilo não era um humano mas sim um anjo e tive certeza ao ouvir sua voz.
- Com Licença professor, eu poderia pergar o material do meu irmão ?
Algumas pessoas o cumprimentam, assim o chamando de Caio, a feição preocupada do garoto, se desfaz quase por completo e um singelo sorriso se abre equanto cumprimenta um dos garotos, com a permissão do professor o garoto entra, quase boquiaberto meu olhar se fixa no mesmo, seu rosto era lindo lindo seu cabelo loiro, sua pele clara constratava seus olhos azuis me cativaram de cara, ele com certeza tinha 1,80 e um corpo bem definido, quando ele passou do meu lado pude sentir sua fragrância, um perfume masculino não muito forte. Meu deus, onde ele esteve esse tempo todo ? O garoto vai para o final sala, junta o material do seu "irmão" e vai embora. Logicamente sua presença havia me abalado, não sei dizer como, mais ele aparenta ser mais que um rostinho bonito nesse fim de mundo.
Volto a copiar o que o professor passa no quadro, só que não consegui parar de pensar nele, eu nunca tinha sentido isso por alguém, seria paixão? Bom, acho improvável, eu nem o conheço. Assim que acabo de copiar, levanto a mão e peço para ir no banheiro, o professor afirma com a cabeça.
Saio da sala e fico transitando pelos corredores, encontro o banheiro e lá fico pelo resto da aula. Quando vejo os pensamentos invadem meu momento de paz, O que foi aquilo ? Isso nunca tinha acontecido antes, o que seria isso ? Paixão a primeira vista, talvez... eu nunca tinha me atraído tanto por alguém, oque deu em mim ? Eu nem o conheço. Isso é muito aleatório, porque sinceramente eu não sei como definir oque acabou de acontecer, Não eu deveria parar, como eu não percebi, ele estava triste, o garoto emocionalmente estável e eu pensando em o quanto ele é lindo, meu deus, me tornei uma garota malvada.
Para minha sorte o sinal toca, assim me tirando de meus pensamentos, fico dentro do banheiro esperando tudo isso acabar, já que eu acabei de matar uma aula e eu serei o único sem minha mochila; falando nela, eu esqueci completamente de juntar meu material, eu seria roubado ? Não sei dizer. Esse povo é mesquinho, mas não são infratores, na verdade. Acho que tem alguns sim; como o garoto do fundo, que consequentemente se meteu em uma briga no primeiro dia de aula, sinceramente eu detesto o primeiro dia de aula, eles fazem tanta cerimônia, pra nada. Logicamente para alguns é muito importante já pro meu tipo, é totalmente chato. Em minha defesa eu não sou aquele cara que não gosta de estudar, muito pelo contrário, expandir o conhecimento é ótimo, só não gosto do ambiente escolar.
Quando vejo, a escola já estava em total silêncio, bom talvez seja a minha hora. Antes de abrir a porta me olho no espelho uma última vez e saio do banheiro, meio disperso, sigo meu caminho até a sala, quando derrepente uma forma bruta e bem vestida surge na minha frente fazendo eu perder meu equilíbrio, cai sentado, mas o impacto ainda foi muito forte, consigo escutar meu óculos caindo e escorregando pelo piso. Olho para cima e de leve consigo ver um rosto, belo até, mas todo o encanto se vai ao ouvir as árduas palavras saindo de sua boca :
- Olha por onde anda, novato.
Caço meu óculos rapidamente, para poder enxergar o dono daquele voz. Assim que o encontro vejo sua mão estendida a mim, a seguro e com um simples gesto já estou de pé, meio envergonhado, peço desculpas e então o rapaz sai rapidamente, demonstrando não ligar com oque eu tinha a falar, rude e curto, não deve ser alguém muito simpático. Depois do breve encontro, vou correndo até a minha sala, para minha sorte não havia nenhum ser vivo ali, então pego meu material e saio da sala. O portão da escola ainda estava cheio o que estranhei bastante,descendo as escadas, chego ao pátio e ainda na baixada da escadaria avisto o tal "Caio" falando com o menino grande que acabará de me derrubar, o rapaz estava deitado no gramado olhando para o céu. Caio parece tentar convencer o garoto de partir já que os portões já estavam aberto e o rapaz nem se importava com a presença de Caio. Decidi ignorar a situação.
Não demorou até o "meu" futuro Porsche panamera chegar, entre a multidão vou até o carro que me espera, ao entrar no mesmo me deparo com o assistente da minha avó Kevin, com um leve sorriso início a conversa.
- Desde de quando a rainha deixa você dirigir sua majestosa carruagem ?
- Desde de sempre, já que o príncipe não tem habilitação para andar com a mesma.
Logo então começamos a conversa sobre diversas coisas, já que o caminho até a minha casa era longo.
- Então Luccas, como foi seu primeiro dia de aula ?
Como ele adivinhou o assunto mais indesejado ?
- Foi bom, conheci um grupinho simpático hoje, nada de mais.
Eu tentava tirar a atenção do que ele realmente queria saber.
- Hm, alguém bonito lá ?
Pelo visto não funcionou.
- Na verdade não, eu sou o mais bonito de todos os ambientes que frequento, sabe é difícil ter toda atenção direcionada a mim.
Eu e ele começamos a rir, eu era bem aberto com ele, já que ele no início foi pago pra ser meu amigo. Sim, é real o que você acabou de ler, minha avó no início o contratou para me fazer companhia, mas como aquela vaga na época era muito concorrida, ele aceitou e fez muito mais que isso, se tornou um prático irmão pra mim, ele sempre passava mais tempo que o desejado comigo, então acabou que a gente se tornou muito amigo. Eu o conheço desde de pequeno, e ele como uma boa influência, sempre disse pra mim que eu deveria ter mais amigos, na verdade eu fiz amigos sim, em Chicago, fiquei com uma tia minha por lá, já que minha avó estava passando por certos problemas e ela não queria que eu ficasse com ela, mais não foi muito útil, porque eu sempre ligava pra ela. Então voltando as minhas amizades, fiz dois amigos lá. A Rachel e o Eliot, eles como o grupinho de hoje, começaram a falar comigo, so que diferente deles, eles me caçaram pela escola inteira, cantando essa música.
~ Ó novato cadê você ? A gente quer te conhecer ~
Bom, como já era um costume, eu sempre ia pra biblioteca e não foi diferente naquele dia, so de pensar que eu quase "recusei" o pedido de amizade deles, chega a me dar um aperto no coração.
Kevin me cutuca com o ombro, já que ele percebeu que eu estava viajando
- Está liberado baixinho.
Com um leve aperto de mão, a gente se despede.
Entrando no prédio vejo o síndico, como sempre fiscalizando tudo que os outros fazem, pela primeira vez, o homem me deu um bom dia e um leve tapinha nas costas, logicamente estranhei, mas decidi relevar ao entrar no elevador.
Bom, como eu não passei as férias em casa e sim em Chicago, eu não tinha ido a minha casa ainda. Acho que meus amigos de lá, são a minha salvação, sempre que eu preciso, eles estão lá pra me receber, mas só teve uma vez que eu precisava deles e eles não puderam me ajudar, afinal eu não os conhecia ainda, bom minha mãe veio a falecer, quando eu tinha 5 anos, ela e meu pai morreram em um acidente de carro, bom naquela época eu não sabia o peso da situação, então minha avó me explicou que eles foram descansar, no início eu pensei que eles me abandonaram sozinho, mas com a ajuda dos psicólogos eu entendi que eles não tinham a intenção de me abandonar, é até estranho como eu pensava antes.
Enfim o elevador se abre, finalmente entramos no apartamento onde eu morava minha avó aparece me dando um forte abraço dizendo que estava morrendo de saudade, sento no sofá e conto sobre meu dia e sobre minhas férias. Minha avó é uma senhora muito bem vivida, ela sempre deu conta sozinha, nunca precisou da ajuda de ninguém pra erguer seu próprio "império", minha avó é dona de um restaurante 5 estrelas, têm somente 3 restaurante dela aqui no Estados Unidos, mas ela pretende expandir seu negócio por todo país, e depois expandir mundialmente, logicamente é um sonho, mas um sonho que a gente vai realizar juntos, Minha avó sempre foi inovadora e eu acho que é isso que faz sua comida ser uma das melhores no país, lembro de quando ela viu seu primeiro fio de cabelo branco, em uma cena de alguns segundos ela decidiu platinar, bom e foi o que ela fez.
Minha avó so abriu os restaurante porque eu nasci e depois meu avô morreu, ela fala que o fato de que todo dia alguém morre e outra pessoa nasce chega a ser poético pra ela.
Depois de tanto conversar com minha avó, subi para meu quarto e fui tomar banho, sentir a água no meu corpo sempre me relaxou e sempre fez minha mente abrir, quando vejo, minha mente já estava sendo dominada pelo Caio, como pode, ele é perfeito do melhor jeito possível, será que ele me viu ? ele me achou bonito ?, será que ele foi uns dos caras que eu sonhei na biblioteca ? Ai que nõ na cabeça. Terminei de tomar banho e começo a me secar, olho para o espelho e começo a me analisar não sou muito magro e não sou muito forte o fato de eu ter apenas 1,70 não ajuda nada então para minha altura minha estrutura física está de boa, so que agora eu quero chamar a atenção de alguém que eu nunca tinha visto, meu cabelos são castanhos, porém mais escuros do que o do Kevin, olhos verdes e pele clara. ele gosta de morenos ? Na verdade, eu nem sei se ele é gay, meu deus eu sou louco.
Finalmente saio do banheiro que pego meu óculos e decidi que iria passar o resto da tarde no meu quarto, coloco uma roupa simples e vou direto para o computador.
Três semanas depois
Em mais um dia de escola, descobri o nome do garoto encrenca, o que senta no "fundão", seu nome é Pedro, ele como seu irmão era lindo, porém Pedro era rude, chato e muito arrogante, eu sou muito mais seu irmão mais novo, mas ele estava um ano na frente de Pedro, pelos boatos ele repetiu a série e Caio acabou passando na frente dele.
Então, eu estava correndo para chegar até a sala, o Kevin atrasou e tudo acabou dando errado, já no corredor vejo a professora falando com outro professor, então em passos calmos eu passo pela porta, todos estavam lá, menos o garoto bomba, que literalmente chega atrás de mim. Enquanto me dirigia até minha carteira, um garoto insistiu em colocar a perna na minha frente. Com todo educação eu pedi pra ele tirar a perna dali, mas a única resposta obtida foi :
- Pula.
Como eu já não estava de bom humor, começei a confrontar o rapaz moreno, que agora não estava nada feliz. Ai meu deus eu ia brigar ? Nossa eu não estava preparado pra isso, mas para minha sorte Steven levanta e compra a briga por mim.
- Ei, deixa de ser chato Daniel. Deixa o garoto passar.
Com um leve sorriso no rosto, encaro o tal "Daniel" e então sua bolinha logo abaixa. Agradeço Steven e volto a me sentar.
Finalmente a professora entra e passa matéria da prova, ela explica o que ela ia passar 2° bimestre e assim, a aula vai até o quinto horário, finalmente o sinal toca, Pedro e um tal de "Rodrigo" não tinham voltado, pergunto para Steven sobre o que tinha acontecido, e não conseguimos chegar a uma resposta, então eu decidi arrumar suas coisas e convenci Steven a me ajudar com isso. me arrependo armagurame te de ter feito oque eu fiz, pego a mochila de Pedro e o Steven a do Rodrigo, em meio a multidão descemos as escadas e vamos até o pátio e lá estavam os dois deitados na grama, nos aproximamos deles, e assim que o Rodrigo nos percebe, ele se levanta e puxa a mochila na mão do Steven, já o Pedro, parecia um pouco abalado e apenas diz um simples obrigado. Já o Rodrigo, começou a fazer um escândalo.
- Você mexeu em alguma coisa daqui ? -disse ele abrindo a mochila e revistando a mesma.
- O que eu iria querer na sua mochila ?- Disse Steven com o tom mais debochado o possível.
Eu e Pedro nos olhamos por um mínimo segundo, além de eu ter ficado levemente constrangido com o olhar simultâneo, vimos que era melhor afastar os dois.
- Foi bom vê-los rapazes.
Eu disse me despendido e puxando o Steven comigo. Andando com Steven vejo que os portões estavam completamente vazios e todos da escola já haviam saído eu não via ninguém nem o meu carro, só de pensar em ter que ir a pê, meu coração para. Eu e o Steven caminhamos até um ponto de ônibus, e quando a gente estava se aproximando do mesmo, esbarro em uma pessoa, para minha sorte ela e o Steven me seguraram, arrumei meu óculos e tive que erguer a cabeça para ver o seu rosto, Era Caio, com um sorriso brilhante pergunta se eu estava bem.
- Desculpa, eu não te vi, você está bem ? - disse ele me soltando.
- Não foi por nada.
- Que bom, você é da sala do meu irmão certo ?
Afirmo que sim
- Você viu ele ? ele está atrasado e não atende o celular
- Acabamos de vê-lo na verdade, ele está no pátio da escola.
Disse Steven, logo entrando na conversa.
- Ah muito obrigado garotos.
Ele se despede com um belo sorriso no rosto me deixando levemente corado. Para romper o silêncio Steven começa a falar.
- Ei, você é gay não é ?
Levemente envergonhado respondo sua pergunta.
- Eu na verdade não sei, tipo o Caio e bonitinho e tals...
- Ata, você nem estava derretendo na frente dele, relaxa mana.
Assim que ele falou mana, eu fiquei extremamente confuso e contente, assim a gente começou a rir muito. Steven era Bi assumido, claramente nossa amizade iria florescer mais rápido devido a sua orientação. Enfim, quando o ônibus dele chegou a gente se despediu e logo depois o meu chega, eu definitivamente estava exausto.
Depois de algum tempo no ônibus chego em casa e por sorte não havia ninguém apenas os empregados encarregados da sala e da cozinha, subi para meu quarto, que literalmente é meu espaço, meu quarto sempre foi muito grande e ate hoje acho ele imenso, a parede do quarto e preta, o que no início era perfeito, mas depois de um tempo percebi o porque de nunca usarem tinta preta nas coisas, me sento na minha "bancada" e tiro minhas coisas da mochila, começo a fazer alguns deveres que tinham e assim passei o resto da tarde até que eu me cansei, e deitei na minha cama para dormir.
Notas do autor:
Oi gente, espero que você tenham gostado do capítulo, lembrando que esse foi somente um capítulo piloto, pra ver se vale a pena continuar com a história, se você quer me ajudar tudo que precisa fazer é, clicar na estrela a baixo, e compartilhar com um amigo seu. Muito obrigado por ler até aqui. Bjs até o próximo capítulo.
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Depois De Você
Teen FictionA distância, é tudo separa o nosso protagonista da sua felicidade. A distância o tirou sua mãe, sua família, seu amor e sua esperança, mas como essa não é uma história triste, veja nosso protagonista superar toda a distância que há entre ele e sua f...
