Prólogo

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Só chove.

O vapor quente sai do capô do carro. O reflexo cegaria alguém se eles fossem descuidados. A vegetação dançava contra o vento e não se importava em que direção iam. Os cactos se mantinham firmes e era algo para se admirar.

Se você não sabe como andar pelo deserto, você vai se perder, obviamente. Nenhum tolo viaja pelo deserto sem necessidade. A boa desta vez, é que o mundo inteiro está em seu tempo moderno.

"Senhor, há uma mulher deitada no chão."

Interrompendo meus pensamentos, eu olho pela janela quando passamos por um corpo dilacerado. "Pare o carro." Eu peço. Imediatamente, Ken para o carro. Pneus gritam contra o asfalto. Por mais que eu queira continuar dentro do carro com o ar fresco do ar condicionar soprando, eu não posso evitar de ser atraído por esse mistério.

Por que há uma mulher deitada no chão? Ela está morta?

"Senhor, pode ser uma armadilha." Ken avisa quando saio do carro. Sem prestar atenção no aviso, pego minha arma e vou em direção a mulher. Seus cabelos estavam queimados, havia sangue escorrendo de suas feridas e areia a cobria de cima a baixo.

Olhando em volta e vendo que não havia perigo, me inclino e coloco minha arma de volta do coldre. "Ei. Você está viva?" Eu a empurro e a faço deitar de costas. Seu rosto jovem me cumprimenta, mas o que era mais importante era que ela ainda estava viva, evidentemente, viva.

"Espera. Nós iremos te ajudar." Eu não sabia porquê, mas ajudar essa mulher parecia estar certo. E errado. Eu me levanto e chamo Ken, que vem imediatamente correndo. "O que tem de errado?"

"Vamos levar essa mulher conosco. Ela precisa de cuidados médicos." Começo a erguê-la apenas para ouvi-la gemendo de dor.

"Posso ver, Senhor." Ken murmura e me ajuda com a moça ferida. Uma vez que a colocamos dentro do carro, eu limpo o suor que rola pela minha testa e entro. Removendo minha camisa, rasgo a parte inferior e a envolvo em seu torso que sangra. Ela se move e seu rosto se contorce de dor.

"Vá rápido para Las Vegas, Ken! Se não nos apressarmos, ela pode morrer."

Dito isso, Ken pisa do acelerador e dirige sobre a pista como um animal fugindo do fogo.

"Qual é seu nome? O que aconteceu com você?" Eu questiono enquanto tiro o kit de primeiros socorros que guardo no carro para emergências. Pegando uma gaze, eu jogo um pouco de água e coloco sob seu rosto coberto de cicatrizes. Seus olhos se apertam e se recusam a abrir. Ela murmurava palavras inaudíveis.

"O quê? O que é isso?"

Eu olho para a ferida em seu tronco apenas para ver sangue rapidamente manchando o pedaço da blusa. De repente, ela para de se mover.

"Ei! Aguente firme, estamos quase lá." Eu grito e me viro para Ken. "Nós estamos ficando sem tempo. Basta pegar o atalho!"

"Mas Senhor, a última vez que usamos, quase fomos pegos pela polícia." Eu sorrio com a menção daqueles policiais. Eles e suas regras estúpidas.

"Apenas faça, Ken!"

"Entendido."

Volto para a mulher agora deitada, mas seus lábios estavam se movendo continuamente. Como se conversasse com alguém. Levanto minha mão e sinto seu pulso. Ainda estava ali, mas cada vez mais fraco.

"Aguente firme." Eu murmuro. "Você sabe, você pode me dizer seu nome depois." Eu sorrio para a jovem mulher. "Afinal, é considerado imprudente não se apresentar a alguém que te salvou."

"Q-Quem... É... Você?"

Pela primeira vez, ela fala. Isso me pega desprevenido, fazendo minha mandíbula cair em surpresa. Eu sorrio feliz por ela ter finalmente falado. Estava baixo como um sussurro e tive sorte por ouvir.

Eu sorrio. "Louis. Louis Tomlinson a seu dispor, amor."

***

Estamos de volta! FINALMENTE.

Vocês não sabem como estou feliz por estar traduzindo a continuação para vocês. E espero que tenham gostado desse prólogo.

Agora vamos esperar a escritora começar a publicar os capítulos e traduzo e posto rapidinho para vocês.

Amo vocês ❤

Votem e comentem. Todos os créditos dessa tradução vão para a escritora TriciaJeanL

Jinx |h.s| tradução Histórias para pegar e não largar. Descubra agora