"Embora exista tantos desencontros pela vida, a vida também é feita de imprevisto e surpresas"
Agora, além, muito além daquela época de guerras da Era Feudal, se encontrava Kagome com os olhos presos na escuridão do Poço Come Ossos. Neste momento pode se escutar um suspiro de dor e desespero de seus lábios, aonde ela se vê em sua Era natal exilada de seu amado Inuyasha.
Fica por horas a olhar o espaço escuro e sombrio do fundo do Poço, seu olhar investiga a escuridão, e nada se vê do que buscava, logo kagome se encontra com os olhos marejados de lágrimas, pelo seu infortúnio.
Partindo de onde se encontrava, enquanto enxugava suas lágrimas, ainda para, por algum tempo de frente a Grande Árvore Sagrada, e lembra-se com clareza da primeira vez que o viu preso a ela por uma flecha.
Inuyasha um menino branco de pele alva como porcelana, cabelos cor de prata, usava uma vestimenta vermelha, mais nada lhe chamou mais a atenção do que suas orelhinhas que lhe pareciam tão fofas, lhe parecia tão bonito ao repousar docilmente como um anjo, pois tinha em sua face uma frente tão gentil.
Entre suspiros olhava para o céu, tão azul quanto o dia em que cairá dentro do Poço. Em seus pensamentos oscilava uma forte vontade de esta junto a ele, entre um e outro pensamento imaginava afetos e carinhos ardentes, que gostaria de compartilhar com seu amado Inuyasha.
O dia chegara ao fim é a Lua cheia brilhava imperante sobre o céu. Como era de costume depois do jantar ajudava sua mãe no que podia, logo depois ia se banhar.
Com o corpo nu sobre água quente da banheira, massageava sua pele branca como a neve com óleo de flores silvestres, que lhe davam a suavidade de uma pluma, depois de lavar seus cabelos e os deixa macios como algodão, saiu do banho.
Enquanto secava os cabelos, com o corpo ainda nu, deixou que as gotas de água deslizassem sobre as curvas de seu corpo, como se fossem gotas de orvalho, que deslizavam pelas folhas todas as manhãs. Vestiu-se com uma camisola de seda Azul-bebe, que possuía uma delicada renda de rosas fazendo o contorno em seu busto, descendo suavemente em um pequeno e discreto decote entre seus seios.
Também vestiu logo em seguida a calcinha, que era da mesma seda Azul-bebe é, possuía sobre o contorno de seu ventre o mesmo bordado de renda, sua vestimenta era confortável para dormi, sedutora e lhe valorizavam as curvas graciosas de seu jovem corpo.
Foi para seu quarto e antes de se deitar colocou o despertador para 7:15hs da manhã. Antes de adormecer sentiu uma grande magoa e dor no coração, por que recordou, que quando acordasse seria seu aniversario, e tudo que mais queria era novamente, ao menos mais uma fez esta junto de seu amor.
Com a mente embriagada de sono, seus olhos pesaram e adormecera ouvindo seu coração chamar repetidamente "Inuyasha, Inuyasha, Inuyasha... Inu... yashaaa..."
* * * * *
O dia se expira, é nada adiantou ele fitar, os olhos amarelos cor de mel no fundo do Poço Come Ossos, seus pedidos foram em vão, pois não foram ouvidos, apenas encheram seus próprios ouvidos e seu coração de tristeza, é ele passará mais um dia longe de sua amada Kagome.
Não quis voltar naquela noite para a cabana da velha Kaede no vilarejo. Caminhou até se deparar em pé, olhando para a Árvore na qual ficou selado por 50 anos; lembrou-se da noite em que despertou, e viu surgi uma menina parecida com sua Kikyou.
Mais seu cheiro e suas vestimentas deixavam claro, que aquela menina não era a sacerdotisa Kikyou, a fêmea humana que conquistara o doce coração daquele meio youkai.
Lembrou-se de como ela facilmente retirou a flecha que o selava, como a cada dia sua doçura e bondade o conquistou e o salvou de sua solidão. Lembrou-se das brigas e até sentiu falta de ouvir sua voz dizendo “Inuyasha SENTA”, por um instante riu de si mesmo, por sentir falta até disso.
Sentou-se ao pé da árvore, enquanto olhava o céu estrelado e a Lua cheia que clareava tão belamente aquela noite. Sentiu ainda mais falta de abraça-la então bela noite, enquanto olharia seus grandes e risonhos olhos castanhos.
Como sentia falta de tocar aquela pequena e delicada mão, ao fechar os olhos ainda podia sentir o doce aroma do cheiro de flores silvestres, que sua amada Kagome possuía. Não se perdoava e repetia ao socar o chão:
- Maldição, por quê?
Porque não aproveitou e beijou aqueles doces, quentes e sedutores lábios, por que não demonstrou antes com carinho e caricias que a amava. Recordou-se do único beijo que depositara sobre aqueles doces lábios rosados com sabor de mel.
O sono o pegou de repente totalmente desprevenido, enquanto seu coração gritava e seus lábios repetiam em murmúrios:
- kagome, minha doce Kagome.
- Kagome, meu amor...
- Ka.. go.. meee...
* * * * *
Corre lendas, no azul do céu silencioso e estrelado reinado pela Lua cheia, que quando duas almas se amam, que quando esperam ao mesmo tempo a volta de sua alma ausente, quando elas se embalam em pensamentos de desejo e afeto, surge-se um vinculo de magia para unir essas duas almas, de coração magoado que geme de dor por esta, contra sua vontade longe de seu amor.
Eis que esta noite magicamente e inesperadamente, Tessaiga começou a pulsar freneticamente, saiu do repouso de sua bainha e cortou uma Lua cheia, logo a frente de Inuyasha, que dormia pesadamente é murmurava o nome de sua amada, ele nada viu ou sentiu.
No quarto de Kagome, surgiu uma Lua cheia com brilho tão forte, que Kagome que dormia de bruços e murmurava "Inu..yashaaa...", ao se virar acordou com a claridade. Em meio ao sono e a dor que a claridade lhe cegava os olhos, fechou suas pálpebras um pouco, tentando entender de onde vinha aquela luz, será que aquilo era um sonho?
A luz diminuía, ela agora via claramente uma esfera brilhante dentro de seu quarto, é kagome agora avistava um vulto dentro da grande Lua cheia que ali se encontrava. Abriu e fechou seus olhos apertando-os e não acreditava no que seus olhos podiam vê. Inuyasha ao pé da Grande Árvore Sagrada em um profundo e sútil sono.
Ela cansou de vela seu sono a distância e levantou-se, chegou bem perto da grande Lua. Kagome estremeceu ao vê-ló abrir os olhos pesados de sono e escutar a voz de seu amado.
- Ka..gome! Kagome, meu amor.
Ela sem pensar duas vezes adentrou e atravessou pela Lua cheia, que se fechou e desapareceu logo em seguida que ela o atravessara. Ele sorriu ao olha-lá e sentia aquele cheiro de flores silvestre que o acordará de seu sono profundo; o coração dela palpitava acelerado a cada passo que lentamente dava é a aproximava de seu amado.
KAMU SEDANG MEMBACA
CRONICAS DA PAIXÃO DE UMA ERA FEUDAL.
Fiksi PenggemarA historia se dá durante o período que kagome ficou presa em sua Era, mais uma lenda se tornará realidade e ela visitara de forma quente, saliente e alucinante o seu amado Inuyasha. É o que, o poeta já dizia ser "A ARTE DO ENCONTRO"
