O amor, o perdão, a esperança.
Quando alguém simplesmente não sabe se decidir entre duas escolhas uma que leva à verdadeira felicidade e outra pode trazer graves consequências.
Miguel e Rony são amigos desde a época da escola, agora adultos passam a...
O primeiro pensamento que veio em mh mente ao despertar com sorriso tão largo quanto Joker, ansiedade predomina em meu íntimo contando as horas para subir ao altar e aceitar meu grande amor como marido, toda aql vaidade necessita admiração mas acho que já possuo o bastante principalmente se relacionado particular, estou completa, realizada, não noto que meu look torna o trabalho de meus amigos exigente. Contemplo-me pelo espelho satisfeita com mh imagem, tirando proveito do melhor que tenho, mh própria autoestima, essa escultura ambulante mais conhecido como meu corpo, os traços mais detalhados e curvas que o tornarão grato em apresentar-me como esposa, além disso, inteligência e autenticidade.
- deslumbrante, irresistível. - aplaudiu Bram apreciando mh coroação matrimonial pelas mãos de Rony
Emocionalmente abalada esperando melhor do futuro, não me contenho ao demonstrar pelos olhos oq aguardo indo afrente com tal decisão
- vai manchar o rosto, crl. - Rony exclamou apavorado. - toma aq uma camomila - Bram traz uma xicara de chá para mim - obrigado.
- quando beija-lo, ele vai cair no sono - hahahhah. - ambos rapazes se acabam de rir - de Gaston a Belo adormecido. - comentou Christopher - cala a boca.
- agora mantenha a pose. - fez uma pausa contemplando debaixo o manequim que agr e noiva de um ator. - De-me um abraço antes - abracei o Rony bem apertado, buzina do carro tocou lá fora, Christopher apontou a cabeça na janela.
- ótimo, é o Richard - - Rony. - ganhei tua atenção apos ultimo gole de chá. - o que é?
- obrigado por estar sempre do meu lado, e contei como fui errada com você, somos amigos desde a época do colégio, eu não quero que a gente se separe só porque vamos estar casadas - eu me entristeci.
- sabe o que eu vejo aí? uma pessoa com medo de ser feliz, Ôh desgraçada, a gente nunca vai se separar, se acha que vou deixar de te perturbar e vai se livrar de mim, só porque me casei com o Martin, ficou maluca - ele me disse rindo a porta abriu aparece Richard, Christina e Bram.
- nossa um infarto, me segura Chris - brincou Richard caindo no sofá ao me ver. - não seja besta - Christina demostrou sua linguagem de amor com sardelinhas sobre o paleto de seu marido..
- está perfeita. - Rony me elogiou - o que mais ele pode querer? - Richard confirmou por dizer se auto admirando ao me ignorar através do espelho.
- oh seu capeta, toca pr inferno. - segui na frente indo da saída pr o carro que nos levará a cerimonia - sim, não podemos nos atrasar nem um minuto a mais - Bram adiantou o passo, seguido por nossos amigos.
- to mt nervosa- disse Christina. - não vai querer que o Luke tenha um ataque do coração, um infarto brabo lá e pensa que você desistiu do casamento - Chris brincou
- Christina! - Bram gritou
Chegamos no St James's Park ali na beira do lago, foi um local escolhido a dedo por ser um parque real próximo ao Palácio de Buckingham, Richard e Chris desceram.
- se contenha - Rony deu uma piscadela.
Richard conduziu-me pelo braço sob o tepete que leva ao altar, focada como se houvesse um santo diante de mim evitei contato visual com todo e qualquer convidado, amigo, ex colega, ou parceiros de negócios; porque é pr ele que eu quero estar olhando. Teu porte atlético, másculo, gostoso de cérebro, a medida que me aproximo teu sorriso forma-se delicadamente tomando pequeno espaço de teu queixo.
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Os votos foram feitos e as alianças trocadas, no fundo talvez não precisasse tamanha burocracia, no fundo já pertencemos um ao outro só precisava tornar oficial pr que Deus e o mundo saiba que somente a morte nos separará. Enquanto isso não vem, eu aceito tornar-me tua carne, e iniciar o começo do resto da minha vida com ele selando nosso compromisso com beijo nupcial. Mts salma de palmas e convivas uniram nossos amigos como coral celestial promovendo intensa comemoração e testemunhando esse pacto legítimo. Escondi o rosto em seu peito.
- Está com vergonha de ser feliz, meu amor? - disse Luke segurando meu rosto, me olhando nos olhos. - Não interprete assim. - sussurrei. - Você esté fofa coradinha, sabia? - falou meu noivo. - Por isso que eu te amo.
O Bar do The Connaught foi exclusivamente preparado pr recepcionar meus convidados, lotado da completa decoração pós burocracia estatal.
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Rony sentou-se à mesa e levantou-se repetinamete notando a ausência de algo
- onde você vai? - perguntei ao jovem, que apontou discretamente para seu simpático marido que parecia flertar uma desconhecida
- Martin é tão perfeccionista. - comentou Richard, ao cochichar da mesa ao lado. - Óbvio que não tão perfeccionista assim. - retrucou Christina descordando do fato que teu ex professor não respeitar nem a presença do marido. Eu racho o bico em particular, refletindo como é possível amadurecimento oposto a maturidade, o que será que rola na cabeça dele?
Luke veio conversando com homem, um dos convidados que nem reparei, agora aparenta ser um jovem acima dos trinta e sete anos, quase mesma medida, lábios pequenos de onde formava sorriso apreciativo e olhar carregado de sedução, pt mrd, eu o conheço, pisquei mais de uma vez para ter certeza, dá uma segurada.
- te apresento o s.r Cooper - Luke o trouxe a mim - senhor? - eu ri - hahahaha, considerando que não sou tão velho assim, s.r Evans - o homem brincou - Miguel, Dominic Cooper, Dominic, Miguel Evans - nos apresentou
- algum problema? - Dominic perguntou - não sei o que dizer. - le encarei - essa reação acontece em quase todas as mulheres. - ele riu. - o que acontece convencido? - Luke perguntou rindo mais
- Mt obrigada por comparecer e celebrar conosco. - então é sr.a Evans? - pergutou - sim. - fechei o cenho por um instante. - Meu marido não me disse dessa amizade.
Luke beijou minha testa, eu peguei minha taça na mão e me sentei com a abertura do vestido denunciando minhas coxas, Dominic apertou os olhos um pouquinho rindo, eu levantei a sobrancelha direita e ri de lado, entretidos conversa esqueceram ambas bebidas sobre a mesa, virei num sorvo que desceu provocando queimação no esôfago, troquei a minha taça por outra, me levantei em seguida, acredito ter flertado de forma indireta ao morder o lábio de bracos dado ao meu marido, ao notar o copo vazio, pediu licença e retirou-se.
- eu odeio esse teu vestido. - Luke cochichou no meu ouvido com um sorriso insano. - é o um dos de gala mais lindos que eu tenho, amor, - olhei pra ele - breve serão menos um - ele disse. le encarei de relance, ele se fez de desentendido e fomos valsar juntos o baile nupcial.
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