Eu sou a água que molha as raízes, o barro que mela, o amor de encruzilhadas, os olhos fixos em espelhos quebrados. Sou a dança debaixo do luar sagrado, sou as rezas, as orações em segredo, sou também o olhar com fúria, sou a lua de sangue que abre o céu às seis, sou veludo e vício, sou a ambição, o medo e o orgulho. Sou eu, a praga.
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Do veludo ao vício
Non-FictionVocê se vê sem saída, tudo ao seu redor parece se fechar, sua única solução é escrever, e disso nasceu "Do veludo ao vício" um livro com vários temas sobre críticas a sociedade e saúde mental, visando principalmente a importância da saúde mental.
