Fuso horário

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Não esqueçam de deixar a estrelinha no capítulo e comentar bastante pra ajudar no crescimento da história! 🤍

17

Quando chegamos na casa dele, eu consigo ficar um pouco mais impressionado. Mais desde que cheguei e nos encontramos.

Até agora já foram tantas revelações que minha cabeça mal consegue processar as próximas informações.

Ele não diz nada, e percebo como isso é normal para ele.

Não um apartamento como ele tem no Japão, mas uma casa gigantesca de frente para o mar.

Isso tem muitas camadas.

— Ei – ele segura minha mão por trás e me faz se virar. — Eu sei que é uma mudança radical, mas pode não fazer essa cara?

— N-não consigo! – admito, olhando apenas para os olhos dele. — Eu sabia de algumas coisas mas acabo de descobrir que você é herdeiro da Meta Wave e estupidamente rico. Devo me... preocupar?

— Por que você teria que se preocupar? – ele faz uma careta chateada, soltando minha mão. — Não há nada que você deva temer.

— Eu sei, é só que tudo isso é diferente de como eu via você – murmuro baixinho, olhando-o nos olhos.

— Você me vê diferente agora? – ele parece hesitante.

Não e Sim – eu me aproximo calmamente dele, juntando nossos corpos um ao outro. — Eu só preciso me ajustar a essas mudanças.

Ele parece surpreso quando beijo ele.

Quando as mãos dele tocam meu corpo, percebo de novo como senti a falta dele, das conversas e dos beijos e dos toques. Então quando aprofundo mais o beijo, é para mostrá-lo como senti saudade. Como senti falta dele.

Estamos parados na frente do lugar enorme que ele chama de casa, de frente para mar e iluminados pelo sol.

— Senhor.

Todoroki desfaz o beijo no mesmo instante, olhando na direção da voz.

O motorista está nos olhando com as minhas malas nas mãos e eu estou completamente corado. Todoroki percebe meu desconforto e caminha até ele, pegando as malas.

— Você está liberado pelo restante da semana junto com os demais funcionários, avise-os – ordena. — Garanta que todos os funcionários deixem a casa.

— Entendido, senhor.

O motorista se curva e nos deixa a sós.

— Que tal só nós dois? – ele vem até mim.

— Melhor assim – sorrio, finalmente olhando para a casa. — Você não usa cortinas? a casa é praticamente feita de vidro... – troco de assunto, observando melhor o lugar.

— Está preocupado que alguém possa ver o que vou fazer com você lá dentro?

Sinto minhas bochechas esquentarem um pouco mais.

Seven Minutes in Paradise (Tododeku)Historias para obsesionarse. Descúbrelo ahora