Capítulo 1 - O Carcereiro Dela

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🌌 RECADO DA AUTORA 🌌

Querida constelação de leitores,
Seja bem-vindo ao meu mundo — você que chegou agora ✨

Esta história ainda está em andamento e pode passar por ajustes enquanto eu a lapido:
    •    Revisão de cenas
    •    Ajustes no enredo e mitologia
    •    Ampliação de capítulos
    •    Reestruturação de trechos para uma leitura melhor

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Cada interação fortalece nossa alcateia literária. 🐺✨

⚠️ AVISO DE CONTEÚDO +18 ⚠️
Esta narrativa contém:
    •    Cenas sexuais explícitas
    •    Violência e mortes
    •    Relacionamentos complexos
    •    Conflitos morais intensos
    •    Abuso físico e psicológico envolvendo crianças e adolescentes.
• Cenas de tortura.

Se algum desses elementos for gatilho para você, recomendo cautela antes de prosseguir.

"Daqui em diante, você não é apenas um leitor... faz parte da minha constelação." 🌙💜

Beijos estelares e abraços cósmicos...
Andrômeda Starmeadow ✨🌌

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Eu não podia acreditar no que meus olhos estavam vendo.

Enquanto a viatura passava lentamente pela avenida à beira-mar, o mundo lá fora pareceu congelar. Olhei para dentro do restaurante de vidro e o sangue ferveu instantaneamente, atingindo o ponto de ebulição.

Lá estava ela. Júlia.

Minha mulher, cheia de intimidade com outro homem. O modo como ela inclinava o corpo, o sorriso que eu não via há anos... tudo aquilo era um soco no meu estômago.

— Mas que filha da puta! — O rugido saiu de dentro de mim antes que eu pudesse processar.

O som vibrou no espaço apertado do carro, carregado de puro ódio. Jhonny, que dirigia a viatura, deu um sobressalto no banco ao lado.

— Para a porra do carro! — eu rosnei para ele.

Minhas mãos esmagavam o estofado do banco do carona. Eu sentia as garras raspando no couro, a fera dentro de mim querendo saltar pelo vidro e rasgar a garganta daquele desgraçado.

— Gabriel? O que foi? — Jonny me encarou, sem entender nada, mas já reduzindo a velocidade pelo tom da minha voz.

— Para o carro agora, Jhonny! — Eu não olhei para ele.

Meus olhos estavam fixos na mesa, na mão dela perto da dele, na audácia de Júlia de estar ali, em público, desfilando com outro enquanto o nosso casamento ainda sangrava.

Eu ia acabar com aquele almoço. Eu ia acabar com aquela palhaçada.

— No restaurante ? — ele pergunta.

Eu faço que sim.

Jhonny não fez mais perguntas. Ele estacionou a viatura com um solavanco bem na porta, fazendo os pneus cantarem no asfalto.

Subi os degraus em passadas largas. Eu não me importava com os olhares curiosos ou o silêncio que se instalava por onde eu passava. Entrei sem me identificar. Eu não precisava.

O Erro Proibido do Alfa - A Saga BlackwolfStories to obsess over. Discover now