O frio, o frescor e o aconchego das moradias é como melhor descreve esse pôr do sol, de tons dourados e rosados pelo céu, e o início da noite, com seu ícone iluminado e agraciado a (belíssima) lua... que começava a iluminar os campos verdes e as águas cristalinas da Normandia.
Mas apesar do clima frio de outono, um local específico não era nada frio e estava quente... muito quente.
O ateliê da família Videll, onde obras que transmitiam o mais puro sentimento de seus inventores eram criadas, mas neste caso a sensação que reinava no meio daquelas quatro paredes de pedras e madeira era luxúria... e... ódio.
Gemidos baixinhos, respirações pesadas e confições saíam das bocas de Pierre e Henri, os dois rapazes que possuia uma relação de inimizade que fazia as pessoas se questionarem se ao deixarem sozinhos eles se matariam ou saíram na porrada.
Nas o que eles realmente estavam fazendo ali?
- Achei que pudesse aguentar mais... cabeça de avestruz.- O estrangeiro de longos dreads, pele escura e olhos verdes como esmeralda, sussurra no ouvido do louro em um tom de provocação e deboche enquanto apertava sua cintura e o precionava contra sua mesa.
Seu membro ereto estava quase totalmente introduzido na entrada do francês. - Mas... acho que você é fraco demais pra isso.- Henri diz puxando algumas mechas do cabelo Pierre pra trás com força.
A camisa de ambos estava no chão amassadas e amarrotadas, seus tóraxes estavam amostras relevando o porte pouco atlético de Henri e as costas suadas e arranhadas de Pierre.
- Ah... ah... vai mais fundo se realmente tiver coragem. - O louro provoca sem saber que Henri realmente faria isso indo até o final, quase introduzido seus testículos junto.
- AAAHHH! AH...ah... cacete. - Pierre lambe os lábios e engole seco ao sentir seu gozo escorrendo pelo seu abdômen e indo para suas coxas.
Henri, olha pro líquido viscoso escorrendo em direção o chão e depois para o rosto molhado de suor, vermelho de cansaço e o desejo naquele sorriso satisfeito que o louro deu.
Por algum motivo o estrangeiro não sentia o deveria sentir naquela situação.
Ele deveria querer mais, porém não sentia aquele sentimento tão prazeroso que as pessoas tanto falam, a sensação de querer mais... mais aproximação de seus corpos.
Talvez ele não sentisse aquilo da forma que deveria? Pra ele aquela troca de toques, insultos e baba não fazia sentido.
O estrangeiro se afasta retirando seu membro grosso da entrada do loirinho enquanto ele se contorcia de prazer e gemia cada vez mais alto a cada minuto.
Ele se afasta e pega sua camiseta do chão e a colocando no corpo novamente, ajeita sua calça e olha para o francês ofegante com um leve sorriso - Próseche tin epómeni forá. - Henri murmura.
(Tradução: toma cuidado
na próxima)
- Hm? -Pierre o olha para ele confuso, já que não entendia grego e não sabia o que ele estava falando.
Henri olha ele de canto de olho e dá um ar de graça - Não é nada. - Ele diz indo em direção à porta do ateliê pra ir embora. - Ah, vê se fica calado dessa vez, ok? Você é meio escandaloso.
Pierre dá uma risadinha e se senta na cadeira ao seu lado, olha pro de pele escura com um sorriso provocante - Tranquilo, não vou contar pra ninguém que você é tchola.
- Olha quem fala.
O estrangeiro sai do ateliê soltando um suspiro pesado, como se segura-se aquilo por dias.
- Que porra foi essa?
Enquanto isso, o francês lembrava do momento que estava tentado com seu ""amigo"".
- Puta que pariu... eu não vou conseguir andar por horas. - Ele fala pra si mesmo, mas logo sorrir lembrando do quão gostoso Henri estava à poucos segundos atrás sem camisa.
- Mas... quem precisa andar não é mesmo? - Pierre murmura para se mesmo antes de se sentar numa cadeira ali perto.
Ele estava cansado, exausto pra falar a verdade, seu traseiro doía, mas ele não se importava nem um pouco com aquilo naquele momento.
Eu tava entediada, não sei… enfim espero que tenha sido bom
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Meu...
FanfictionContém: °● Enimes to lovers; •● Hot; •● Estrangeiros gostosos; •● E mais algumas coisas Boa leitura
