Eles prometeram que seria do começo até o fim.
Mas o que acontece quando o casamento enfrenta a primeira crise?
EXTRAS DO LIVRO [PEDRO - O SUCESSOR DE EL CARTEL]
— Pedro — Cecília geme meu nome, seus olhos fixos no meu corpo, me assistindo meter meu pau bem fundo em sua bocetinha molhada.
— O que foi, nena? — Beijo seu pé que está encostado em meu ombro. — Está sendo demais para você?
Ela geme erguendo o quadril, me possibilitando ir mais fundo.
— Ahm, tão grande.
— Sim. E completamente seu. — seguro a vontade de revirar os olhos pelo prazer de ter meu pau esmagado pelas paredes internas de sua boceta. Tão doce. Tão perfeita. — Posso me mexer?
— Sim. Se mexa.
— Mas antes como se diz? — ela me encara firmemente.
— Sério mesmo?
— Se não disser não me moverei nem um centímetro. — ela tenta remexer por conta própria, mas seguro seu quadril com minhas mãos, fazendo força para prende-lo no colchão.
Cecília ofega, mordendo os lábios. Os olhos com lágrimas contidas, pelo prazer reprimido.
— Não seja malvado comigo — ela funga como um bebê, estremecendo meu coração. Preciso ser forte! Ela sempre usa essas truques para conseguir o que quer!
— Não estou sendo mau, Ceci. Apenas quero que você diga. — me inclino sobre ela causando certa pressão, ao dobrar suas pernas contra sua barriga. Assistindo sua boca abrir em um perfeito O. Pela mudança de posição, que só faz o meu pau parecer ainda maior dentro dela. — Diz pra mim, — beijo sua testa, seu nariz, sua boca de leve. — por favor.
Ela suspira, segurando nos lençóis com força.
— Pedro, me fode — sinto meu pau estremecer em expectativa das palavras que se aproximam. — por favor.
Mordo os lábios dela, ganhando um gemido manhoso em resposta.
— Com muito prazer. — saio de cima dela, nos posicionando como antes, suas pernas contra o meu tronco, seus pés em meus ombros, meu pau bem enterrado em sua boceta enquanto tenho a melhor visão de seu corpo nu balançando conforme eu a fodo.
Retiro meu pau apenas para meter ele de novo com força, amando sua expressão de deleite e prazer. Tão linda. Agarro suas pernas me movendo mais rápido, minhas bolas batendo contra sua bunda de tão fundo que estou. Seus gemidos, o ranger do nosso colchão contra o chão de madeira da nossa casa mal acabada e o baque dos nossos corpos suados, são como música clássica para os meus ouvidos pouco requintados.
— Oh, ceci — choramingo seu nome, enlouquecido de tesão ao assisti-la tocar seu clitóris e apertar seu seio para alcançar mais rápido o orgasmo, enquanto eu permaneço fodendo seu buraco. — Porra, estou tão próximo.
— V-vamos juntos então. — ela diz acelerando os movimentos de seus dedos. — Pedro!
Seus olhos se fecham, sua boca se abre e seu quadril se ergue um pouco. Sinto suas paredes internas apertarem meu pau, e rosno soltando suas pernas, para deitar meu corpo ao dela as pressas, agarrando o lençol ao redor de sua cabeça. Meu quadril batendo contra o seu até que o meu orgasmo se junte ao dela.
Reviro os olhos batendo até que a última gota do meu esperma transborde em sua boceta.
— Porra! — grunho beijando sua boca, gemendo contra ela, quando suas mãos apertam minha bunda, para que eu permaneça dentro dela. — Querendo espremer minha porra até o limite, ceci?
Ela ri contra minha boca.
— Isso seria impossível, você se recupera em instantes. — Beijo sua boca uma última vez, me afastando para assistir minha parte preferida do show.
Minha porra vazando de seu buraquinho perfeito.
— Você e esse seu fetiche estranho. — nega com a cabeça. — Já pensou em tratar isso?
— E perder a chance de sentir prazer ao ver uma cena linda dessas? — recolho o material com o meu pau ficando duro de novo. — Jamais! — viro Cecília de lado, a penetrando de novo.
Ela geme.
— Você nunca se cansa, não é?
— Estamos em lua de mel, meu amor. Temos que fazer valer a pena.
— Pedro, já fazem boas semanas que nos casamos. — ofega. — Nosso período de lua de mel já passou a muito tempo.
— Minha mãe já te disse que até o sexto ano de casamento, a vida de casado é só mel!
— Você só pega as partes da conversa que te convém não é?
— Claro, faz parte da minha personalidade de enxerido. — Beijo sua boca voltando a me mexer, segurando seu quadril com força. Engolindo cada doce gemido seu com prazer.
— Ahm, essa posição— ofega.
— Dói?
— Não... — geme. — É muito gostosa. Mete mais rápido, amor.
Fico em choque no instante que ouço isso.
— O que disse?
— Disse pra meter mais rápido. — me encara.
— Sim, mas, do que me chamou?
Seus olhos brilham em confusão.
— De... amor...?
Gemo, batendo meu quadril mais rápido contra o seu. Cecília geme, segurando minha nuca.
— Fala de novo. Por favor. — suplico, excitado.
— Mais rápido, meu amor.
Grunho, indo o mais rápido que posso. Cecília grita meu nome, erguendo o corpo.
— Fala de novo.
— Pedro.
— Por favor.
— Meu... — sua boca se abre e seu corpo estremece. — amor! — ela goza de novo contra o meu pau e eu vou junto ao ouvir essa palavra novamente. — Céus!
Beijo sua boca com paixão.
— A partir de hoje quero que esqueça meu nome. Não me chamo Pedro. Me chamo amor.
Ela ri.
— Não! Você é Pedro Sandres, meu marido... ahm. – geme. — Porra, já está duro de novo?!
— Me chama de meu marido de novo, — nos giro de posição a colocando de quatro. Vendo a tatuagem que fez com meu nome atrás da orelha, isso me excita mais. — por favor.
Beijo sua espinha. Cecília estremece.
— Eu trabalho amanhã, sabia?
— Ceci — suplico. Ela ri, me encarando por cima do ombro. Sua expressão amorosa.
— Meu marido carente. — volto a me mexer, fodendo-a por trás. — tão carente — choraminga, gemendo de olhos fechados.
— Sim, eu sou seu marido carente. — Beijo suas costas. — Mas só seu.
Do começo ao fim. Sempre.
Oops! This image does not follow our content guidelines. To continue publishing, please remove it or upload a different image.