Piloto

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LORENZO

- Lorenzo, não demora, é sério. A gente vai acabar se atrasando. - A voz de minha mãe através de um áudio no celular sai, mas eu não conseguia presta atenção já que a minha mente estava presa em outro lugar.

Aquela boca macia na minha mãe deixava louco, aquelas mãos em minha cintura faziam eu sentir que estava no céu.

Eu amava aquele momento, principalmente aquele beijo que sempre me deixou louco por mais. Erick realmente sabia como me deixar louco e fazer com que eu não prestasse mais atenção em nada além de apenas focar em beijá-lo.

No meio do beijo escuto o meu celular tocando. Eu abro um pouco o olho e vejo que era uma ligação da minha mãe, ela estava atrás de mim a um tempo, já que tínhamos marcado de sair hoje.

- Eu adoro esses momentos com você, mas eu preciso ir. - eu digo finalizando o beijo, e olhando nos olhos de Erick.

- Mas já? Fica só mais um pouco, está tão bom. - Erick diz enquanto me segura em seus braços.

- Não dá. - Eu respondo virando a cara, já que eu sei que com apenas um olhar ele pode fazer eu mudar de ideia.

- Via por favor. - ele diz fazendo uma carinha de coitado enquanto eu tento evitar olhar para ele.

- Eu não... - Antes que eu possa terminar de falar, meu celular toca novamente e vejo que era mais uma ligação de minha mãe. - Tá vendo, eu preciso ir.

- Sua mãe pode esperar mais 10 minutinhos. - ele diz me dando mais um beijo.

- Eu tenho que ir, não posso vacilar com ela. - eu digo em pequenos intervalos do beijo.

- Não precisa não. - Erick tomando o celular da minha mão e jogando ele longe, e voltando a me beijar.

- Aí não né Erick. - Eu falo empurrando ele e indo pegar o meu celular.

Eu caminho até uma pequena moita que havia ali, e após mexer nela por alguns segundos eu consigo achar o meu celular que estava com a tela rachada.

- Droga. - Eu digo com um pouco de indignação. - Olha o que você... - Eu digo me virando novamente para Erick, que agora se encontrava encostado na minha moto, com as calças abaixadas e tocando em seu pênis que estava com um enorme ereção.

Eu fico um tempo parado admirando aquela cena, ele estava me deixando doido, eu sabia que não podia demorar mais nenhum segundo ali, mas o Erick não facilitava para mim. Aquele homem conseguia me deixar louco, mesmo não possuído o corpo perfeito e muito menos uma aparência de deuses.

Enquanto admiro, vejo que meu celular toca novamente, mas uma vez era a minha mãe ligando, me deixando completamente confuso, eu ia embora agora eu ficava apenas alguns minutos? Era algo que eu tinha que decidir logo.

- Só vai ficar olhando? Vem cá. - Ele diz me chamando com dedo.

Na quela hora eu parecia está hipnotizado, e vou andando em câmera lenta até Erick, sem ligar para o celular que vibrava na minha mão.

  Chegando até Erick, eu olho em seus olhos durante alguns segundos, antes de eu virar a minha visão para o celular e desligar a chamada que a minha mãe estava tentando fazer. Logo em seguida eu dou uma última olhada para Erick, e abaixo, colocando seu pênis em minha boca e o chupando enquanto ele gemia de prazer.

Alguns minutos após o momento rápido que eu e Erick tivemos, eu vou voado em minha moto em direção a minha casa.

O vento batia em meu rosto, e eu não conseguia abrir os olhos com a velocidade que eu estava indo. Qualquer um nessa velocidade poderia ter o risco de sofrer um acidente terrível, mas eu sou diferente, afinal moto é a minha maior paixão, e já sou acostumado a andar nessa velocidade por aí.

Após um tempo eu finalmente chegou na rua de casa, onde eu desacelero a velocidade, e tento ligar para a minha mãe na intenção de dizer que eu já havia chegado, mas por algum motivo ela não atendia.

Liguei mais umas 3 vezes na intenção de ouvir uma resposta dela, mas nada. Então eu descido entrar dentro de casa para ver se ele estava dormindo, afinal ele sempre faz isso de acabar dormindo no sofá.

Chegando perto, percebo que a maçaneta da porta estava arrombada, e ela se encontrava aberta.

Eu abro a porta e vou andando de vagar pela casa, percebendo que ela estava toda reviranda.

- Mãe? você está aí? - eu grito, a procura da minha mãe para me dar resposta.

Eu estava com medo, mas ao mesmo tempo sai que não poderia sair dali.

Vou andando de vagar, até chegar perto da porta de um armário, onde vejo uma mancha de sangue saindo dele. Eu estava com medo, me sabia que precisava ver o que estava ali.

Abro a porta de vagar, e assim que eu olho, vejo o corpo da minha mãe sem vida e parado ali sentado com várias marcações de tiros e facadas, além de alguns hematomas. E o seu celular estava do seu lado desligado.

Na quelé momento eu me encontrei em choque, sem saber o que dizer ou sem saber o que falar. Minha mãe se encontrava morta na minha frente e eu não estava aqui para defende-la, eu não sabia o que faria agora ou o que eu diria, e na quelé momento apenas uma coisa que eu sentia que podia fazer.

Eu solto um enorme grito, que com certeza você conseguiria ouvir do bairro todo.

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⏰ Last updated: Dec 18, 2024 ⏰

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BelladonnaWhere stories live. Discover now