Lua de sangue
"Eu sou amaldiçoado a procurar
É um sentido inalcançável
Aos poucos, isso me matará
Penso ao ponto de já não existir
A sede noturna me persegue
A lua de sangue continua a escorrer
A escuridão da noite me chama
Estou cada vez mais perto de morrer
Esta me olha e diz que não
Permaneço andando sempre
Ter consciência é uma maldição
Minha vida está a sete palmos do chão".
Em rádios; televisões; noticiários; E jornais de Nova Iorque, percorre um caso que anda assustando muitos moradores. Diversos assassinatos foram denunciados nas regiões próximas à cidade, especificamente, em zonas mais afastadas da população urbana. Dois detetives, colegas de trabalho, foram chamados em um momento à parte, com relação ao que estava acontecendo. Jonathan Félix, um rapaz sério, calmo e dedicado, e o seu fiel companheiro, Raphael Camel, mais velho em idade e aquele que ensinava Jonathan, uma vez que estaria quase se aposentando do trabalho.
Em uma residência comum da cidade, os dois detetives entram no local para investigar e obter informações de uma senhora que aparentava estar bastante assustada com algo. Eram por volta das 10:00 da noite, quando uma conversa foi iniciada.
Jonathan: Olá senhora, boa noite.
Senhora: POR FAVOR, ME AJUDEM! - Ela gritaria tremendo e muito preocupada
Jonathan: Se acalme, estamos aqui justamente para isso - Mantém dizendo firmemente
Raphael: Peço que deixe a gente entrar para analisarmos o local, senhora.
Jonathan respira fundo enquanto ouvia seu amigo falar, ao mesmo tempo que a senhora acenava com a mão para entrarem. Raphael movia sua cabeça em direção ao interior da residência, meio que pedindo para seu amigo que entrasse primeiro.
Jonathan: Onde fica o banheiro, senhora?
Senhora: A-Ali... - Explicava gaguejando e chorando enquanto apontaria para o banheiro
Após seguirem as instruções, estes andam até o banheiro e vêem uma cena deplorável.
Raphael: Puta merda! - Exclama horrorizado ao ver o estado do corpo que estaria dentro do banheiro
O cheiro forte, além dos hematomas e machucados variados presentes no corpo, indicava que a vítima havia sido assassinada há um bom tempo.
Jonathan: Cacete...
Procurando o interruptor, Jonathan pergunta à senhora.
Jonathan: Onde está o interruptor?
Senhora: Q-Quebraram a lâmpada d-do banheiro - Ela nem ao menos conseguia ficar de pé, ainda gaguejando
Jonathan: Raphael, me dê uma lanterna.
Raphael: Pega - Diz trazendo a lanterna de sua bolsa
Após pegar a lanterna, Jonathan se aproxima do corpo e analisa o estado do mesmo com a única fonte de luz que ali tinha em suas mãos.
Raphael: Então, senhora. Irei te interrogar enquanto isso, certo?
Senhora: Certo...
Raphael estava claramente aflito, e demonstrava isso na sua maneira de falar, meio baixo e com pausas constantes.
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Entrevistando O Diabo
Mystery / ThrillerOs rumores de que um serial killer vagava pelas ruas de Nova Iorque cresciam cada vez mais de acordo com o passar do tempo. O departamento local não era a única entidade que buscava um resultado favorável sobre o caso, pois, os detetives Jonathan Fé...
