Não era a primeira — e nem seria a última — vez que Jeon Jeongguk matava aula. Em plena segunda-feira, o garoto já estava de saco cheio de ter aulas, e o pior é que estava na metade do ano ainda. Detestava a faculdade, e pensar que fazia aquilo por pura obrigação e capricho de seus pais, o dava nos nervos.
Nunca fora um bom aluno, isso já era bem notável, mas não custa tentar, certo? Ah, custa sim, ele apenas tacou o foda-se para a mãe e cortou o caminho da universidade, na verdade, ele nem passou perto mesmo. Por sorte, sua mãe saía primeiro e não tinha chances de vê-lo, seu pai estava viajando e seu irmão era um bebê, oras, durante várias semanas de fuga, ele nunca fora pego, só pedia aos céus para que a a gestão não ligasse para a sua mãe, aí sim estaria frito. Ele resolveria suas DP's depois. Nada que um esquema no campus não desse jeito.
Mas, de fato, ele não se importava, andava com a mochila nas costas. Já passava das dez, ele estava andando e andando, isso depois de tirar um cochilo em um banco com sombra, claro, mas, no entanto, ele tinha acordado morrendo de fome. Por isso, estava a procura de um local para comprar um alimento, mas ele tinha pouco dinheiro, era tudo tão caro, se lembraria de pegar mais dinheiro quando fosse matar aula da próxima vez.
Porém, como tudo (ou quase tudo) é a favor de Jeongguk, ele avistou em uma rua, um trailer que vendia churros, e ainda por cima, estava em promoção. Ah, ele saiu apressado até lá, não tinha ninguém na rua naquela hora, estava tão vazio que Jeongguk até pensou não ter ninguém lá dentro.
— Olá? — ele chamou, levantando os pés para alcançar a janela fechada por uma cortina xadrez. Estava vazio? Ele queria tanto um churros, poxa!
Ninguém aparecia, fora que ele estava na parte do sol e estava fazendo calor, ele tiraria a camisa ali mesmo, não tinha vergonha, não tinha vergonha na cara e nem em lugar nenhum. Jeongguk era o garoto mais levado de todo o bairro.
Eis que brota um cara, usando um aventa,l sem camisa por baixo, ele tinha belos cabelos castanhos e um belo corpo dourado. Jeongguk arqueou a sobrancelha.
— O que você quer? — ele perguntou, sua voz era grossa, tão rude.
— Quero um churros, oras. — Jeongguk sorriu ladino, o rapaz desceu com o seu olhar pelo pescoço e braços do vendedor de churros, parecia que brilhava, ainda mais com a luz do sol. O calor só aumentou. — Eu quero com recheio.
O vendedor debruçou sobre a bancada de pedidos e olhou para os lados na rua, esticando bem o pescoço para ver se não tinha ninguém. Depois olhou para Jeongguk e mordeu o lábio inferior.
— Quer recheio de quê? — perguntou baixinho.
— Leite condensado.
No momento, Jeongguk passou a língua entre os lábios e arqueou a sobrancelha com um olhar sugestivo para o moço do churros, o mais velho – que tudo indicava ser — riu soprado e se virou, voltando para o treiler para preparar o pedido de Jeongguk. O jovem notou as costas bronzeadas, nuas, e sua língua quis passar por aquela pele, molhar aquele cara por todos os lugares possíveis.
— Ei, moço — Jeongguk chamou. — Qual é o seu nome mesmo?
— Taehyung, para você — ele disse lá de dentro.
— Ah… certo — Jeongguk ficou na ponta dos pés para ver se Taehyung preparava seu churros. — Eu quero bem recheado e quentinho, moço.
De dentro da cabine, Taehyung riu baixinho mais uma vez, ele voltou para janela do trailer e encarou Jeongguk.
— Acho que você terá que subir aqui para pegar seu churros — Jeongguk olhou para os lados e deu de ombros. Não hesitou, ele não era inocente, ele era um cara muito levado, por sinal.
Quando entrou lá dentro, deu passos leves até Taehyung, estava calor, e o clima ali só piorava as coisas. Viu Taehyung tirar o avental do corpo e se encostar na bancada.
— Vem pegar.
Ele foi, olhando bem nos olhos castanhos de Taehyung, Jeongguk abriu o zíper e os botões de sua calça, sem vergonha alguma, e desceu a peça até as pernas dele, com um sorriso sapeca nos lábios, estes que estavam molhados, sedentos. Ficou de joelhos no instante seguinte, foi aí que encarou o pênis do mais velho, estava ficando ereto e tinha uma ótima espessura.
— Eu vou chupar você — Jeongguk sussurrou contra o pênis de Taehyung.
— Me chupa, garoto.
Jeongguk o chupou, ele foi rápido logo de início, o que fez Taehyung estremecer e encolher os pés. O moreno buscou a cintura e deu leves arranhões enquanto sugava Taehyung de forma rápida, mas que logo foi diminuindo, até sua língua se arrastar lentamente pelo pau do mais velho.
— Hm… Ah — Taehyung gemeu. Jeongguk sorriu durante o boquete e continuou a se arrastar.
Pressionava a língua com força na glande do mais velho, sentindo um líquido pegajoso se misturar com a sua saliva. Ele cuspiu no pênis de Taehyung, massageando com as mãos o mastro molhado, antes de voltar a chupar o tão saboroso “churros”.
Seus cabelos foram puxados, Taehyung estava ficando louco devido a onda de prazer proferida por Jeongguk. Ele queria mesmo era se atolar na garganta daquele garoto safado e pervertido. Ah, a boca era tão gostosa, tão quente.
— Isso, porra… chupa.
Jeongguk adorava palavras assim, mas ele sabia bem o que fazia, deixou o pau de Taehyung chegar até sua garganta e voltou arrastando seus dentes até a glande que já pulsava. Taehyung era tão grande e tão quente.
— O que está esperando para foder a minha boca, Taehyung-ah? — Jeongguk brincou, passando a glande do mais velho em seus lábios molhados.
Taehyung não esperou mais, ele agarrou a cabeça de Jeongguk e se atolou, gemendo rouco e sentindo suas pernas tremerem. Ele não sabia se olhava para Jeongguk o chupando ou se fechava os olhos de tanto tesão. Estava se controlando para não gemer feito um louco. Jeongguk estava tão quente, suas bolas tocavam os lábios do Jeon e o mesmo derramava lágrimas dos olhos. Taehyung dava pouquíssimo tempo para ele tomar um ar, o torpor de foder aquela boca era puro êxtase.
As coisas da bancada já estavam no chão, Taehyung não se mantinha parado, ele enfiava bem o seu pau na garganta de Jeongguk, xingava, puxava seus cabelos e o estocava. Olhou para os lados e notou a cortina aberta, ele apenas esticou os braços para fechá-la depressa, embora estar sendo chupado em público era deveras excitante.
— Ah… Isso, garoto, chupa meu pau todinho. Hm… Porra.
Estava tombando para os lados. Sua barriga queimava e sua boca estava seca, até que empurrou Jeongguk para se livrar do contato, estava perto de gozar, não perdeu a oportunidade de se masturbar rente a face serena o mais novo, agora com as bochechas vermelhas e os lábios inchados.
— Safado — Taehyung sussurrou.
— Gostoso — Jeongguk rebateu.
Logo Taehyung se derramou em sêmen no rosto do mais novo. Se contorcendo ali de pé. Jeongguk lambeu a porra do mais velho e subiu dando beijinhos, juntamente com leves mordidas, por aquela pele dourada fascinante. Ele limpou o rosto e alguns resquícios de sua camisa enquanto Taehyung se vestia.
— Então, quanto é o churros?
— Você já pegou o que tinha que pagar — Taehyung disse perto de sua orelha depois de lhe entregar o churros recheado com leite condensado de verdade.
Jeongguk sempre voltaria para comprar churros aqui. Ainda mais com essa promoção.
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O moço do churros | kth + jjk
FanfictionJeongguk está com fome, por sorte ele encontra a oportunidade de provar um delicioso churros recheado.
