“O amor... Sentimento que nos transforma. Sentimento que nos cega. Sentimento que nos faz cometer qualquer coisa.
Que nos leva a loucura. É tão intenso que não controlamos nossos instintos. Mas nem todo amor é igual, ou sentido da mesma maneira.
Para mim? O amor me proporcionou sensações indescritíveis, é viciante. E estou sempre me apaixonando.”
Acordei cedo, decidido a encontrar meu novo amor. Eu ansiava por essa sensação, já fazia algum tempo desde a última vez, e lembrar seu gosto me fez salivar. Eu andei por todo parque. Estava nublado, e a brisa estava fresca, um belo dia para o amor.
Parei perto do lago, e logo avistei a minha escolhida, a que me daria a honra de me deliciar com sua carne. Meus olhos a seguiram feito um predador, mas é claro que ela não percebeu minha presença. Nenhuma delas percebia. Ela parecia ser apetitosa, sua pele clara, cabelos longos e vermelhos, estatura média, esbelta, perfeita para me saciar.
Durante os próximos dias a observei. Precisava saber onde minha amada morava, se trabalhava, suas amizades, sua rotina em geral. Descobri que morava sozinha, em um prédio antigo, seria fácil entrar em seu apartamento. Ela estudava e estava fazendo estágio, não tinha muitas amizades, e algumas manhãs gostava de caminhar no parque. No mesmo parque onde nos apaixonamos.
Com as semanas passando minha vontade só aumentava, eu já não aguentava mais esperar. E no impulso fui até seu prédio, fiquei parado do lado de fora olhando para ele. Eu podia senti-la, ela estava me esperando, todo meu corpo ansiava por ela, por seu amor. Meu sorriso se abriu e quando percebi estava na frente de sua porta, eu estava nervoso, pois seria uma noite especial para nós dois. Eu ajeitei meus cabelos e chequei meu hálito, e estendi minha mão para bater na porta. Dei três batidas, e em seguida ela abrira a porta. Seu perfume era uma delícia, e eu sabia que isso era um convite para entrar, era nítido que ela estava me esperando. Agarrei seu lindo pescoço enquanto a conduzia para dentro, para o nosso ninho de amor. Ela me olhou surpresa e pôs suas mãos sobre as minhas, nossas mãos estavam juntas. Percebi que ela queria que eu dissesse algo, eu sorri olhando em seus olhos, que estavam cheios de lágrimas emocionada em me ver. A levo até o quarto, e a deito em nossa cama, ela revirava os olhos por conta das minhas mãos em seu pescoço.
Então falei com ela:
— Cheguei meu amor. Eu também estava ansioso para estar com você essa noite, agora estou aqui e não tem com o que se preocupar, vou te amar tanto que você não sobreviverá a tanto amor. Mas no fim ficará conectada a mim, para sempre.
Vejo seus olhos se fechando, ela já estava se entregando ao nosso momento, ela sabia o que a esperava, e como seu amor era recíproco estava pronta para se entregar a mim. Dei uma última apertada em seu pescoço até que suas mãos caíram na cama, era o sinal de que ela estava pronta para ser devorada, por mim, aquele que a ama mais que tudo, a ama tanto que jamais deixaria seu ser apodrecer naquela cama. Ela me queria tanto quanto eu a queria.
Passei a mão sobre seu rosto, e acariciei todo seu corpo, ainda estava quente. Abri a gaveta de seu criado mudo e encontrei uma tesoura, ela já sabia que eu viria. Comecei gentilmente a cortar seu pijama, até ela ficar nua, dei uns passos para trás e a observei. O bico de seus seios estavam rígidos, e sua buceta estava depilada, aquela visão era muito excitante. Não a farei esperar, tirei rapidamente minhas roupas, minha amada estava pronta me esperando, ansiando por mim. Me aproximei sorrindo enquanto passava as mãos nas suas coxas, abrindo-as para mim, me encaixei entre elas, meu pau latejava de tesão. Eu a penetrei, ela era apertada. Eu chupei seus mamilos e beijei sua boca enquanto fazíamos amor. Aquela sensação estava me preenchendo, eu estava em êxtase. Aquela buceta estava apertando meu pau que não conseguia segurar mais, estava vindo, eu ia gozar. Tirei meu pau, e ele ainda estava gozando.
Levantei e peguei um cigarro no bolso da minha calça, acendi e em seguida deitei ao seu lado. Como o amor pode ser tão mágico! Eu sorria enquanto fumava e olhava para o teto do quarto. E disse:
— Eu te amo. Você me faz o homem mais feliz. Está com fome? Eu estou! Vou preparar algo.
Me levanto e vou até a cozinha, abro a geladeira e tiro alguns legumes, os lavo e corto, em seguida pego a maior panela que encontro e a encho de água. Ligo o fogão, pego uma faca grande e volto para o quarto. Ela é um doce mesmo, me esperando. Me aproximo do seu pescoço, e começo a cortá-lo. Você será minha companhia enquanto me delicio com sua carne. Depois a abro e tiro suas entranhas, mas separo o coração e o fígado. Agora que está limpa, podemos começar a reparti-la em partes menores. Após tudo cortado, volto para a cozinha com as partes que poderei aproveitar, a água já está fervendo, jogo os legumes e vou acrescentando sua carne, uso alguns temperos para acentuar o gosto e fecho a panela.
Me dirijo até a mesa e começo a arruma-la. Busco sua cabeça, e a coloco gentilmente em cima de um prato olhando em minha direção. Dou um beijo em seus lábios e volto para mexer a panela, está quase pronto. Abro a geladeira e procuro por algo para beber, e sim, ela com certeza sabia que eu viria, encontro a garrafa de vinho branco seco que guardara para mim, para nós, para o nosso momento juntos. Pego duas taças e as encho. O aroma já consumia todo o apartamento, eu estava faminto. Desligo o fogo e levo a panela até a mesa, me sirvo e me sento para saborear a refeição. Como devagar, apreciando o seu gosto, ela é realmente deliciosa, e com o vinho só melhorava. Depois daquela longa noite, olho para ela e falo:
— Obrigado meu amor, estava tudo muito gostoso. Mas nossa noite termina aqui, nosso amor vai ser eterno, e eu jamais irei te esquecer.
Me levanto e visto minhas roupas. Antes de sair pela porta, a beijo pela última vez.
A madrugada estava quase no fim, olho em meu relógio e vejo que são 05:30h da madrugada. Se eu continuar por esse caminho, chegarei até o parque.
🥀 ℒeslie ℰduin
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O Amor é uma Delícia
Short StoryO amor é sentido e interpretado de muitas maneiras... Ou não?
