VOU MATAR HARRY POTTER EU MESMA E POUPAR O TRABALHO DE VOLDEMORT!
Você deve estar se perguntando o que aconteceu não é mesmo? Pois bem, vou começar do começo:
1.Harry pôs na cabeça que as Relíquias da Morte relamente existiam.
2.Rony nos contou do canal de rádio chamado "Observatório Potter", que noticia tudo o que é encoberto pelo Profeta Diário e nossos amigos o apresentam com nomes falsos.
3.Após terem dito que Voldemort estava, supostamente, fora do pais, Harry insistiu que ele estava procurando a Varinha das Varinhas e disse o nome em voz alta.
Resultado? Nós estamos fugindo dos Sequestradores, que nos acharam, violaram meus feitíços de proteção e estão correndo atrás de nós com nada mais, nada menos que 12 varinhas apontadas às nossas costas e lançando feitíços descontroladamente.
A única solução que pude encontrar foi deformar o rosto de Harry, pra que ele ficasse no mínimo irreconhecível.
Adiantou? Claro que não. Fenrir Greyback fez o favor de levantar o cabelo da testa e conseguiu distinguir a cicatriz.
E ainda vasculhou toda a barraca, achou minha bolsa de contas, a espada e tudo mais que diabos estava lá dentro.
Agora, estamos amarrados em frente ao portão da Mansão Malfoy, com Dino Thomas, da Grifinória, e Grampo, um duende.
Os portões se abre, revelando um extenso caminhoa até a entrada, ladeado por jardins extensos que eu não pude distinguir por conta da noite sem lua ou estrelas.
A porta é aberta e no hall de entrada está alguém que eu julgava estar entre os mortos, vagando no mundo de baixo.
Draco Malfoy vai morrer também.
Quem estava ali? Ninguém mais, ninguém menos que Maddison Whitehill. Com o mesmo sorrisinho convencido de sempre.
- Ora, ora, se não é Hermione Granger e seus cães de caça - ela desdenhou. - Entrem logo, vocês sabem que Bella odeia que a deixem esperando.
Como Draco não me avisou sobre isso?!
Eles andaram até uma sala, onde Bellatrix, Lúcio, Narcisa, toda a escória dos Comensais e Draco, estavam como estatuas bastante realistas.
Draco com uma aparência quase doentia e olheiras que definitivamente não eram por falta de sono.
Os Sequestradores nos jogaram no chão no meio da sala e Bellatrix soltou uma alta risada demoniaca.
Vi Draco fazer o mínimo movimento em nossa direção e balancei a cabeça negativamente. Não valia mais a pena se arriscar por nós, Voldemort estará aqui a qualquer momento.
- Então, eu não vejo o Potter. Onde ele está? - voz fina de Bellatrix rasgou o ar.
Greyback pôs Harry bem à baixo do lustre, arrastando-nos.
- Tenho certeza que é o Potter, sra. Lestrage, está inchado, mas é ele.
Ouve um momento de silêncio, apenas com o toc-toc de saltos no assoalho, enquanto ela analizava algo.
- O ruivo com certeza é um dos Weasley... - ouvi-a murmurando e depois disse alto pra todos ouvirem: - Draquinho, você acha... acha que esse é Harry Potter?
A sala todo estava em silêncio.
- Vamos, Draco, sabe que se o reconhecer, seremos recompensados - disse Lúcio.
Como eu esperava, Draco não o entregou. Ele se fez de idiota e disse que não podia ser Harry, que ele seria mais difícil de achar do que os Comensais pensavam.
Mas ninguém caiu nisso. Eles olharam minha varinha e descobriram que tinha algum feitiço no moreno.
Um dos sequestradores estava com a espada de Gryffindor na mão e Bellatrix surtou. Achou que tinhamos roubado ela do seu cofre em Gringotes e me torturou até que meus gritos fossem ouvidos há quilômetros.
A Maldição Cruciatos realmente é pior do que qualquer Avada Kedavra. Enquanto era torturada sentia minha pele se abrindo em cortes profundos, os olhos ardendo com ácido e os pulmões quase explodindo, clamando por ar. Mas nada era real, isso era obvio. A dor física da adaga que estava cravada na região do fêrmur não era páreo para a dor mental que a Maldição me causava.
Como vocês pegaram? Como entraram lá? RESPONDA!
Eu já estava tão debilitada emocionalmente, que não conseguia formular frases coerentes.
Meu braço esquerdo ardia com o corte que essa louca deve ter feito.
Quando ela viu que não teria resposta alguma - até por que nem eu as tinha - mandou que Comensais me levassem até o porão - eu acho.
Lembro vagamente de vozes me chamando, mas a dor em minha perna era tão intensa que me permiti ficar inconsciênte para tentar afastá-la.
POV Draco
Eu queria, muito, tirar ela das mãos de minha tia e levá-la para o mais longe dali. Mas ela me mataria assim que se recupera-se.
Ela não é sua amiga? Deveria ter feito alguma coisa. Covarde...
Eu sei consciência, eu sei. É isso que sou. Covarde. Minha namorada e meus amigos estão presos no porão da minha própria casa, minha melhor amiga foi torturada na minha frente e a única coisa que eu posso fazer é ve-los sorrateiramente na calada da noite.
Na maior parte das vezes, Hermione estava suando e murmurando coisas desconexas, por conta do buraco que Bella abriu na perna esquerda e que eu não consigo fechar, devido a minha incompetência para feitíços de cura. E a febre dela aumentava a ponto de deixá-la inconsciênte por alguns intantes.
Eu admirava a força de Ronald, vendo-a sofrer desse jeito, sem poder fazer nada.
E minha fada loira, presa lá dentro por culpa de meu pai. Eu o odiava, odiava Voldemort, minha tia e todos os Comensais no pacote; inclusive minha mãe. Mesmo que ela não seja à favor de toda essa tortura, não fez nada que pudesse ajudar. Absolutamente nada.
Era madrugada e eu precisava de algum plano que os tirasse desse inferno. A noite, apenas um Comensal fica de guarda e aproveitei isso pra conversar com Harry e Rony.
Despachei-o dizendo que poderia tirar um folga e entrei no porão.
Luna estava sentada perto de Hermione, cantarolando algum coisa. Dino, Olivaras e Grampo dormiam ao fundo e Harry e Rony conversavam sobre algo no outro canto.
- A febre baixou? - perguntei baixo o suficiente para que ninguém lá em cima ouvisse e alto o bastante para que me escutassem.
- Um pouco... - loira disse com um fraco sorriso, que retribui.
- Pelo menos ela parou de murmurar coisas sem sentido. E de gritar - Ronald se desviou de sua conversa.
Um gemido de protesto quase me fez rir. Ela estava acordada.
- Eu estou com febre, não surda. - sempre com a mesma marra. - Draco, obrigada... por não se arriscar mais.
- Nunca vou me perdoar por isso. Mas eu tive uma ideia pra tirar vocês daqui...
Expliquei meu plano pra eles. Nos certificamos de que não tivesse nem uma brecha e amanhã mesmo não teria ninguém naquele porão. E um sonserino à menos nesta casa.
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BINABASA MO ANG
Sem garantia para a Felicidade - Ronald e Hermione [A EDITAR]
Fanfiction"Eu jamais poderia imaginar que algo tão pequeno teria um significado maior do que sentimental, muito menos que tal coisa decidiria a vida ou a morte. Mas, enfim, foi o que aconteceu." ____________________________________ Beta: Maria Vitória Cardoso...
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