Capítulo Único

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ANTES DE TUDO, PEÇO PERDÃO SE ESTIVER CANSATIVO E UMA BOSTA KKKK!
Eu sei que tem outras fanfics com esse tema, então tentei não deixar muito parecido nem nada.

IMPORTANTE: Pra quem se perder em determinado momento, Satori, Eita (que a gente chama mais de Semi) e Tsutomu são IRMÃOS. Sendo Tsutomu uma GAROTA (nesse universo).

IMPORTANTE 2: Quando aparece a separação (━━━━━━━ • • ━━━━━━━) de novo quer dizer que a narração é a da autora (no caso eu).

Aproveitem <3

_________Notas iniciais__________________

   — Muito bem, muito bem. — Sawamura Daichi descansou o garfo sobre a mesa. — É disso que estou falando! — Sorriu, olhando para os rostos ali presentes.

   Peguei uma taça de champanhe entre várias outras que eram transportadas em uma bandeja.

   — Agora, — Daichi continuou — gostaria que todos dessem boas vindas para o pajem de honra, Tendou Satori! — Disse por fim, indo se juntar ao seu esposo, Sawamura Koushi, em meio a uma salva de palmas.

   Senti quando o olhar de todos pairou sobre mim. Andei até o centro do cômodo, ajeitando o paletó, antes de elevar a taça.

   — Um brinde ao noivo! — Iniciei o breve discurso improvisado.

   — Ao noivo! — Os convidados entoaram logo depois.

   — Um brinde à noiva! — Continuei, ouvindo novamente o eco. — De seu irmão, que está sempre ao seu lado. À sua união!

   — À sua união! À revolução! — Mulheres e homens gritaram um após o outro.

   — Eu espero que vocês prosperem...

   Como chegamos até aqui?, pensei por um breve momento.

   — E que vocês sempre — meu timbre falhou — estejam satisfeitos.

   Os berros de felicidade vieram com força, e entre as vozes, minha consciência sussurrou como uma pequena súplica:

   Relembre-se.

━━━━━━━ • • ━━━━━━━

   Tendou Satori

   Eu me lembro daquela noite, há três meses atrás. Aquela a qual o arrependimento solou-me pelo resto da vida.

   Lembro da casa em estilo arcaico, com seus lustres e candelabros de velas que criavam pequenas sombras e me faziam repercutir sobre sonhos tortuosos em que nunca sabemos de fato onde estamos. Era a inauguração da mais nova mansão pertencente a família Oikawa, e — como se construir uma residência de arquitetura tanto antiga quanto moderna já não fosse o suficiente —, decidiram criar uma “pequena” festa remetendo ao início da primavera. Tudo isso dentro da grande moradia, claro.

   O terno ridiculamente passado estava quente sobre minha pele, e a vontade de tomar uma das várias preciosidades alcoólicas à frente era grande. Qualquer coisa que tornasse tudo mais interessante valeria a pena.

   Eu me lembro das mulheres — e até mesmo alguns homens — tropeçando em seus próprios calçados afim de me conquistar. Talvez estivesse na minha quinta recusa da noite, quando recostei contra o balcão de madeira clara.

   — Vinho, por favor. — Pedi ao barman da área de lazer. Mandei pelos ares o dever de continuar sóbrio.

   Recebi meu pedido. A bebida desceu goela abaixo e teor alcoólico se fez presente. Não foi o suficiente para me deixar cambaleante, porém aumentou minha disposição.

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⏰ Last updated: May 03, 2022 ⏰

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