Começo

632 74 70
                                        

Em uma noite de tempestade muito forte, Stan Pines estava voltando para casa de carro quando estava passando perto da floresta de Gravity Falls e ouve choros, pareciam mais choros de crianças do que de agonia ou de desespero. Mas Stan estava com pressa, porém curioso e preocupado pois poderia ser qualquer um ali. Bem hesitante, Stan para o carro com toda aquela tempestade que está acontecendo e vai correndo em direção à floresta tentando descobrir de onde vinham aqueles choros.

— Droga, por que eu fui fazer isso... de onde está vindo esse barulho... — Stan grita — ei, tem alguém aí?! Tem alguém perdido?!

Depois de cinco minutos correndo, Stan desiste de procurar e começa a voltar para o carro, quando de repente...

— Me arrependo de ter vindo para essa floresta, primeiramente porque eu fiz isso?! — Stan tropeça em algo — a-ai, minhas costas — se levanta com dificuldade — mas que droga! — Vê uma cesta no chão com dois bebês, um loiro e outro de cabelo azul — então eram vocês dois, né? Finalmente achei o responsável por aqueles gritos, não se preocupem, vou levar vocês para o carro.

No caminho de volta ao carro, a tempestade cessa mas a chuva não, e Stan tem uma surpresa.

— Como vocês foram parar ali, que é o verdadeiro mistério, e olha que eu trabalho com mistérios. — Ele ri.

— Ei, velho amigo. — Diz um "diabinho" que aparece em seu ombro direito — por que você tá carregando esse cesto com esses pirralhos? Você tá pegando chuva e vai ficar resfriado. Solta isso e iremos mais rápido pro carro.

Stan fica em silêncio.

— Ei, você está me ignorando? Me responda.

— Não deveria aparecer uma versão minha de anjo bonitona?

— Bem, você não tem. — Ri a criatura com deboche.

— Não é bem assim, parceiro. — Surge um anjo no ombro esquerdo de Stan — desculpa a demora, estava contando dinheiro — diz-se arrumando para falar com o homem — velho amigo, você não pode abandonar essas duas crianças, você sabe disso. Sem você, elas vão morrer e você não quer isso.

— Será que ele não quer? Essas crianças só estão atrasando ele. Faça-me um favor, né, o do colarinho branco? Vai ser santo pra lá, só tua presença me deixa com alergia. — Retruca o diabo irritado com a presença do anjo.

— Eu não posso deixar essas duas crianças aqui... Não teria coragem de ir para casa e fingir que nada aconteceu! — Conclui Stan, confiante.

— Meu trabalho aqui está feito, boa sorte, chifrudão. — Diz o anjo sorrindo para o diabinho e em seguida desaparece.

— Ah, fala sério, Stan, você não está pensando realmente em- — é interrompido.

Stan pega Stan-diabinho na mão.

— Escuta aqui, eu já disse que não vou abandonar essas crianças, então pode tirar seu cavalinho da chuva! — falando meio alto, mas não gritando.

— Ei, ei, amigão...  — mal conseguindo falar — o que você está pensando em fazer...

— Tenha uma boa viagem. — Stan joga o diabinho para o mais longe possível e ele some na floresta — agora vou levar vocês para casa.

Stan entra no carro e vai dirigindo até a cabana do mistério.

Quando Stan chega à cabana do mistério, ele cuida das duas crianças, dá banho nelas, veste-as com roupas quentinhas. Quando Stan está vestindo os bebês, percebe que ambos têm um símbolo de triângulo em suas nucas; em um estava na cor amarela e no outro, azul. Stan não deu muita importância. Sentou-se em sua poltrona com os bebês.

Família CipherWhere stories live. Discover now