Always By Your Side

By immenselarry

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(Larry Stylinson) Talvez a vida continue apenas para no fim as almas se encontrarem, para que depois possam... More

Introduction.
2. Well, I just wanna be with you.
3. You really got me lifted on my feet.
4. Let me live that fantasy.
5. Or the wickedness of time did I walk away from you.
6. Memories

1. You look so perfect standing there.

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By immenselarry

Vamos começar diferente, tudo bem?

Mag e Di se apresentando, nós escrevemos Intense, que foi nossa primeira fic juntas, e agora estamos em Always By Your Side.

Queremos pedir a ajuda de vocês, se puderem mandar em grupos, falar com amigas, divulgar a fic, por favor, a gente agradeceriamos muito... Porque vamos postar os capítulos de acordo com a aprovação dos leitores.

Obrigada por vocês que nos acompanharam em Intense e vão continuar com a gente em ABYS.

O primeiro capítulo é sempre o mais entediante zzzz mas garantimos que a partir do próximo vai ficar mais legal e maior...

Por favor, votem e comentem. Nos deixe saber o que vocês acharam sobre o capítulo, nós adoramos ler os comentários.

(Vocês podem colocar a mídia para tocar agora, mas aconselhamos colocarem só na hora da festa e tal... E para quem vai ler pelo mobile, é só vir no inicio do cap e apertar para dar player).

-x-

Existem os contos de fadas, existem histórias com finais felizes, existem histórias tristes. Histórias e histórias.

Mas cada uma marca de forma diferente, sejam pelas circunstâncias ou os personagens. E também nos trazem ensinamentos, coisas que podemos levar para a vida.

Coisas como amar enquanto se tem, aproveitar o momento e ser cuidadoso.

Histórias...

A família Tomlinson era uma das mais religiosas da cidade, Keith Tomlinson não estudou, mas se esforçou muito para criar os filhos, não deixá-los cair em tentação e colocar, pelo menos um, no curso de teologia.

Os Tomlinson's passaram por várias crises, mas sempre se mantiveram em família. Keith sempre levava os netos para a igreja, enquanto pequenos. E até os 17 anos ele os obrigava a ir, caso não quisessem. Mas depois dos 18, ele sabia que era uma coisa que não poderia controlar, apesar de que os mesmos sempre continuavam indo.

E então pensou que também seria assim com Louis...

Louis tinha 18 anos, parecia um rapaz muito certinho em casa, mas, bom, esse não era Louis.

Jovem como todos os outros, gostava de sair para festas, de beber, de experimentar coisas ilícitas, de ficar, de matar aula... Louis era um jovem normal.

Com os amigos, na escola, na rua... Menos em casa.

Ele sabia que dentro de casa tinha que seguir um padrão. Caso contrário, as coisas ficariam ruins para ele.

No colegial, Louis conheceu Niall lá pelo sétimo ano, e desde então não se afastaram, um ia na casa do outro, passavam a tarde juntos e com isso aprenderam o que era amizade.

Louis sabia que podia fazer a merda que quisesse porque Niall nunca o entregaria. Mas sabia também que isso significava levar várias broncas durante vários dias. O que era estranho, porque Niall também sempre fazia merda e Louis também não o entregava, mas puxava sua orelha durante meses.

Para Louis, Niall era a única pessoa que não era de seu sangue que ele realmente amava. Mas, sim, Louis e Niall eram irmãos.

Tão apegados que até Niall tinha que orar quando dormia na casa dos Tomlinson.

E é claro que na primeira vez Niall não sabia como orar, então, enquanto Keith ensinava e o loiro seguia suas palavras, Louis ligou o gravador do celular. Mais tarde, quando chegaram no quarto, ele mandou o áudio para o grupo do time de futebol que eles tinham no whatsapp.

Sempre zoaram um com o outro, as vezes até brincadeiras pesadas, mas isso nunca afetou a amizade de ambos.

Quando Louis contou sobre sua sexualidade para o amigo, lá por volta dos 15 anos, Niall praticamente o bateu.

Não era preconceito. Era a conexão, sabe? A conexão da amizade.

Niall passou a noite inteira falando que já sabia disso por conta dessa tal conexão. E bateu em Louis porque ele era burro. Burro ao ponto de nunca perceber que era uma mocinha virgem.

- Porra, Lou, agora que você percebeu? - Niall gargalhou logo depois de ter dado um soco no braço do amigo.

- Como assim "agora que você percebeu"? - Louis massageou o braço dolorido, fazendo careta de dor.

- Que garoto sonha em ter uma filha e arrumar seus cabelos e comprar vestidos rosas e cantar para ela dormir? - Niall gargalhou quando Louis fez cara feia. - Tudo bem, desculpe. Não estou rindo do seu sonho, estou rindo da sua ingenuidade!

- Eu acho bom. Quando eu tiver minha filha linda com olhos azuis e vestidinhos rosas com lacinhos no cabelo, toda feliz porque tem um pai que canta para ela dormir, você vai babar. Vai querer roubá-la para você! - Louis disse rindo ao que Niall apenas concordava. - Mas Nialler, não tem problema para você, não é?

- Desde quando você trás problemas para mim, Louis? - Niall perguntou, sabendo que o amigo estava nervoso com a situação. - Fica sussa, um irmão sempre ama e aceita o outro!

Niall nunca foi amigo de aparência ou escolha sexual. Ele era amigo de Louis porque Louis sempre foi o que foi.

E então, desde aí, Louis e Niall ficaram ainda mais grudados do que antes. Mas dessa vez, Niall se sentia mais preocupado com o amigo.

Estava sempre de olho. Se ele aparecia triste na escola, Niall ficava alarmado. Ele cuidava de Louis por ser o único irmão que tinha, já que, tirando ele, só eram meninas.

Mas também porque Niall sabia como era a sociedade e como seria para Louis quando sua familia descobrisse.

Eles completaram o ensino médio e foram para a mesma faculdade. Era particular, porque no colegial eles não se esforçaram para passar em nenhuma universidade pública.

Louis fazia curso de Designer de Interior, mesmo sendo pressionado a fazer teologia. Enquanto Niall fazia Direito, que, por sorte, era no mesmo campus de seu melhor amigo, só que em lados opostos.

Logo chegou o mês em que Niall completaria seus dezoito anos, e eles sempre passavam os aniversários juntos, na casa de um deles. Mas era dezoitão, Niall poderia comprar bebidas legalmente e seus pais já confiavam nele. Na verdade, deram esse voto de confiança quando bateu 00:00h no relógio, como se um número trouxesse juízo para a cabeça de algum jovem. E então, para provar isso, Niall faria uma festa em sua casa, já que seus pais viajaram para deixar o espaço livre para o aniversariante.

Ia dar quatro horas da tarde, sexta-feira, quando mandou seu primeiro sms para Louis.

[Niall]: Louis, vá se arrumar! Meus pais estão de viagem, a casa vai ficar só pra mim para a festa acontecer. Esse foi meu presente.

[Louis]: Boa tarde pra você também, festeiro.

[Niall]: Boa tade, Lou. Você pode achar demais porque estamos na primeira semana de aula ainda... Mas chamei a turma de Direito, Arquitetura, Designer... Até os alunos de enfermagem. Ah... E vai logo se arrumar pra chegar mais cedo aqui, mate.

[Louis]: Niall... Você nem conhece essas pessoas! E sabe que nas sextas Keith gosta de fazer aqueles rituais espirituais. Ele vai me mandar rezar o Pai-Nosso quantas vezes achar necessário.

[Niall]: Eu vou aí e rezo com você! O Keith me adora, você sabe... E ah Lou, estamos na faculdade e você já tem dezoito! Hoje é minha festa de aniversário!

[Louis]: O Keith não te adora. Aquele homem só adora a religião dele e Lottie. Já viu como ele me olha quando eu peço pra sair? Eu juro que um dia vou mandar ele tomar no meio do cu.

[Niall]: Você não tem coragem, Louis. Você sempre vai ser o aprendiz de pastor super certinho enquanto esse homem estiver vivo.

[Louis]: Sempre é muito tempo, mate.

[Niall]: Tá certo. Mas você vem, né? Você é meu melhor amigo, tem que estar comigo em todas as horas.

[Louis]: Vou sim, amigão. Depois chego aí. Xx.

Niall sempre foi festeiro, mesmo quando não tinha idade. Louis havia ficado chocado ao saber que ele faria uma festa em sua própria casa, porque sempre pensou que aos dezoito o amigo iria em todas as boates que já fora barrado antes para esfregar na cara dos seguranças que agora podia entrar e beber o quanto quisesse.

- Vô? Sua benção, por favor. - Louis pediu ao se aproximar de Keith, que estava sentado conversando com Lottie.

- Deus te abençoe, Louis. Quer sentar e ouvir a história?

- Na verdade... Eu quero pedir sua autorização para dormir na casa de Niall...

- E por que eu deixaria? - Perguntou.

- Porque hoje é o aniversário dele... E ele me chamou para uma festa do pijama de melhores amigos. - Louis tentou sorrir.

- Ah... Você já orou os trinta minutos hoje? Seu tio pediu para você o fazer todos os dias.

- Já. Eu estava lendo a bíblia e orando no meu quarto...

- E que capítulo você leu? - Lottie se meteu.

- João 21-21 a 22. - Louis respondeu. Keith apenas assentiu, olhando para Lottie.

- Minha querida, esse é um dos melhores ensinamentos de Deus. Esse texto serve para todos nós. Você pode ir, Louis. Tenha uma boa noite do pijama para melhores amigos.

Assim que Louis saiu de casa, se sentiu livre. Era bom demais se livrar de Keith e, às vezes... Até mesmo de Lottie.

- Velho escroto, vá pro quinto dos infernos! - Vociferou, caminhando até a parada de ônibus.

-----

- Você mentiu para ele? - Niall gargalhou.

Eram sete horas, Louis e Niall já tinham terminado de organizar as coisas para a festa.

- Ele acha que é uma festa do pijama e que eu passei trinta minutos orando antes de sair de casa. - Louis riu. - Velho idiota.

- Mas diga, você orou, não é? - Niall debochou.

- Orar orei, mas não trinta minutos. E Lottie se metendo foi o pior, um dia eu ainda dou uma surra nela pra ver se para de ser tão intrometida. - Louis disse ao terminar de instalar o karaokê.

- Lottie precisa de alguém que aguente ela, ou apenas de um pau bem grosso. Santinha do pau oco. - Niall revirou os olhos, fazendo Louis gargalhar.

- Você pode me dar de presente a segunda opção, misturada com muita bebida e maconha. Só pra começar... - Louis respondeu.

Louis sabia que não era o tipo de cara que bebe até desmaiar ou que fuma como se dependesse daquilo, ele fazia para realmente se divertir.

Dentro de casa ele tinha muitas regras a seguir, quando se via livre ele apenas queria provar a todos e a si mesmo que ele podia fazer o que quisesse, e ser quem quisesse.

- O aniversariante sou eu - Niall riu. - Vou tomar banho, daqui a pouco o pessoal chega.

-x-

A festa estava bem animada, a turma inteira de Designer estava lá, junto de outros rostos conhecidos e também desconhecidos de pessoas de outras turmas.

Niall estava no meio da sala, virado de cabeça pra baixo com um garrafão na boca, enquanto todos ao redor sorriam e gritavam, em coro, o nome do garoto.

Louis já tinha bebido muito, mas acompanhou tudo com água para não ficar bebado tão rápido.

Ele sentiu a necessidade de molhar o rosto, seus olhos ardiam um pouco e ele já começava a se sentir um pouco tonto, talvez pela bebida, ou porque ainda não tinha comido nada.

Quando abriu com força a porta do banheiro, avistou um garoto alto com alguns cachos salientes saltando de sua cabeça enquanto estava de costas, com as mãos a sua frente e a calça abaixada.

É, ele estava mijando.

Assim que percebeu, o menino apenas olhou para trás, com a cara mais deslavada do mundo e soltou um baixo "Hi", com um sorriso sacana logo aparecendo, deixando bem visíveis covinhas em suas bochechas.

Louis não sabia se estava com mais vergonha de ter aberto a porta do banheiro sem bater e encontrar alguém lá fazendo suas necessidades ou porque ele não conseguia sair dali, ficando apenas parado encarando o rapaz.

- Oops. - Foi a única coisa que conseguiu pronunciar, voltando a realidade e fechando com rapidez a porta ao perceber que o garoto ia virar o corpo todo em sua direção.

Talvez agora Louis estivesse correndo para a sala, com a boca aberta e olhos arregalados, as bochechas totalmente coradas.

Não era de seu feito corar. Mas, porra, aquele cara era... Lindo.

Louis tinha ficado nervoso. Oh Deus. Nervoso.

Correndo mais um pouco, Stanley, um garoto da sua rodinha de amigos, o parou, segurando em seu braço.

- Lou, tá tudo bem? - Perguntou. - Você tá pálido! Viu a luz, foi?

- Não. Eu tô bem. Só um pouco... Uh.

- Bêbado? - Stanley riu.

- Talvez. Me diz... Quem é o cara no banheiro? - Louis perguntou, afoito.

Stan foi até o corredor, observando quando o garoto saiu de lá passando as mãos pela calça.

- Hey, Harry Styles? - O garoto bêbado chamou. Louis travou, não sabia se era por vergonha ou ansiedade em conhecê-lo.

- Sim? - Ele foi até Stan, logo olhando mais a frente e percebendo Louis, sendo então impossível segurar o sorriso.

- Esse é meu amigo Louis. Louis, esse é Harry Styles, da turma de...

- Arquitetura. - Harry sorriu mais uma vez, estendendo a mão para que Louis a segurasse.

Louis estava paralisado. Estava com uma vergonha maior do que a babaquisse de Stan.

- Lou... Você tá nervoso? - Stan riu. -Você nunca fica tanto tempo calado.

- Erm... Eu... Desculpe por aquilo...

- Tá tudo bem. Sou o Harry.

- E eu sou o Louis.

- E eu sou o Stan - O garoto gargalhou. - Que bichas.

- Por que você não me deixa conversar com o Harry e pega o beco, hum? - Louis tomou coragem para dizer, empurrando Stan para fora de seu caminho.

- Vai lá, garotão. - Harry completou, dando dois tapinhas nas costas de Stan e voltando a olhar para Louis.

- Arquitetura, huh? Parece bom... - Louis tentou, desviando o olhar.

- O seu gosto parece bom. - Harry lançou seu olhar para os lábios do outro.

E novamente Louis corou.

- Essa é a hora que você deveria dizer que o meu gosto também parece bom. - Harry riu baixo, inclinando um pouco a cabeça para olha melhor o rosto de Louis.

- Na verdade... - Depois do que pareceu um minuto, Louis decidiu completar a frase. - Essa é a hora que você me beija.

E então Harry o fez, logo colando os lábios no do menor.

Era só mais um beijo como todos os outros, um beijo muito bom, mas não teve aquilo de faíscas saindo ou algo do tipo que as pessoas costumam dizer, porém Louis confessava que aquele homem tinha uma pegada que o fazia querer muito mais.

Quando Niall procurou por seu melhor amigo, o avistou agarrado ao garoto mais alto.

Niall sorriu. Aquele sorriso que paralisa o mundo, que faz qualquer um morrer e viver.

Ele gostava de ver o amigo se divertindo. Ele queria que Louis arranjasse alguém que o fizesse tão feliz quanto Louis fazia ele se sentir.

- Ei, me da esse presentinho aqui... - O loiro disse para a primeira menina que viu, começando a beijá-la.

A noite estava boa demais. Louis e Harry não se largaram, foram muitos beijos durante toda a noite, e Niall estava pirado, misturando bebidas e beijos com mais bebida.

- Louis. Louis William. - Niall chamou no microfone do karaokê, fazendo Louis rapidamente desgrudar os lábios do pescoço de Harry.

- O que você quer? - Louis gritou.

- Não grita comigo, não. Vem aqui! - Niall pediu.

O fundo musical de I gotta feeling começou a tocar, fazendo Louis arregalar os olhos e correr até Niall, nem percebendo que havia deixado Harry para trás sem nenhuma explicação.

Os dois amigos viraram a atração da festa quando se deixaram levar ao começarem a cantar .

I gotta feeling....

Os outros jovens da sala começaram a aplaudir e gritar, alguns tentando acompanhar e outros apenas gritando para fazer barulho.

That tonight's gonna be a good night,

That tonight's gonna be a good night,

That tonight's gonna be a good, good night.

Harry se meteu no meio da multidão para tentar chegar até os garotos e conseguir vê-los direito.

Feeling...

That tonight's gonna be a good night,

That tonight's gonna be a good night,

That tonight's gonna be a good, good night.

Ele, no seu interior, se sentiu sortudo e muito, muito feliz por ter ido àquela festa.

Feeling, (oh oh),

That tonight's gonna be a good night,

That tonight's gonna be a good night,

That tonight's gonna be a good, good night.

Talvez fosse o destino, porque a última coisa que Harry queria de tarde era ir a algum lugar.

Feeling...

That tonight's gonna be a good night,

That tonight's gonna be a good night,

That tonight's gonna be a good, good night.

Harry sorriu quando conseguiu chegar próximo a Louis.

Tonight's the night, let's live it up,

I got my money, let's spend it up,

Go out and smash it like oh my God,

Jump off that sofa, let's get, get off.

Talvez agora ele estivesse sorrindo ainda mais, porque a voz de Louis soava engraçada, talvez fosse culpa da bebida.

I now that we'll have a ball, if we get down

And go out and just lose it all,

I feel stressed out, I wanna let it go

Let's go way out spaced out and losing all control.

Esse foi um Niall bastante bêbado cantando, e Harry sorriu novamente porque até os amigos de Louis eram como ele, e se fosse pra pagar mico, que o levasse junto.

Fill up my cup, Mazel Tov,

Look at her dancing, just take it off,

Let's paint the town, we'll shut it down,

Let's burn the roof and then we'll do it again.

Harry finalmente entrou no campo de visão do garoto, que alargou o sorriso assim que o viu.

Let's do it, let's do it, let's do it, let's do it,

And do it and do it, let's live it up,

And do it and do it and do it, do it, do it,

Let's do it, let's do it, let's do it.

A voz de Louis, misturada com a de Niall, deixou todos os jovens atentos e animados.

I gotta feeling, (oh oh),

That tonight's gonna be a good night,

That tonight's gonna be a good night,

That tonight's gonna be a good, good night.

Louis estava feliz. Não porque estava bêbado.

Feeling, (oh oh),

That tonight's gonna be a good night,

That tonight's gonna be a good night,

That tonight's gonna be a good, good night.

Louis estava feliz porque, naquela noite, se sentia livre.

Tonight's the night, (tonight's the night),

let's live it up,

I got my money, let's spend it up,

Go out and smash it like oh my God,

Jump off that sofa, let's get, get off.

Livre e sortudo. Porque, por mais bêbado que estivesse, ele ainda sentia o gosto de Harry.

Fill up my cup, (drink),

Mazel Tov,

Look at her dancing, just take it off,

Let's paint the town, we'll shut it down,

Let's burn the roof and then we'll do it again.

Niall também estava feliz. Hoje, com dezoito anos e com o melhor amigo ao seu lado.

Let's do it, let's do it, let's do it, let's do it

And do it and do it, let's live it up

And do it and do it and do it, do it, do it

Let's do it, let's do it, let's do it.

Harry estava indeciso, não se sentia tão bêbado a ponto de pegar num microfone. Harry nunca fora totalmente seguro consigo mesmo, mas também nunca ligou para isso.

Here we come..

Louis era lindo.

here we go...

Niall era lindo.

we gotta rockkkk...

Harry gargalhou quando Louis tentou fazer efeito musical com a voz.

Easy come...

E que voz...

Easy go....

Os jovens gritaram assim que Niall começou a cantar.

Now we on toppppp...

Se Louis cantou, Harry também podia?!

Feel the shot...

Harry puxou Louis para si, pegando o microfone e mantendo uma mão na cintura do menor, então todos na sala gritaram.

Body rock...

A voz grossa do rapaz de cachos sôou, deixando os gritos das pessoas bêbadas da festa ainda mais alto.

Rock it, don't stop...

Louis cantou junto, sorrindo, parando apenas para deixar um beijo estalado na bochecha de Harry.

Round and round...

Up and down...

Around the clockkkkk...

E então todos na sala cantaram.

Monday, Tuesday, Wednesday and thursday. Friday, Saturday, Saturday to Sunday. Get, get, get, get, get with us, you know what we say, say. Party every day, p-p-party every day.

Todos cantavam, menos Harry e Louis.

I gotta feeling...

That tonight's gonna be a good night

That tonight's gonna be a good night

That tonight's gonna be a good, good night.

O garoto foi praticamente agarrado na frente de todo mundo quando Harry iniciou outro beijo.

Feeling

That tonight's gonna be a good night

That tonight's gonna be a good night

That tonight's gonna be a good, good night.

A música tinha acabado, mas Harry e Louis não.

Ninguém sabia o que a vida reservaria para os dois, mas com certeza não teria um final naquela noite.

Na verdade, tudo era apenas o começo.

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