Latina 1 - O Acordo

By EdnaMoreno8

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"Imprópria para menores de 18 anos" Eva é a nova empregada da casa do milionário James Sullivan, la... More

Prólogo
CAPITULO 1- O começo
CAPÍTULO 2- Senhorita Perez
CAPÍTULO 4- Lobo mal.
CAPÍTULO 4- LOBO MAU?
CAPITULO 5- Eu preciso da Eva!
CAPÍTULO 6- Notícia de Suzy
Aviso
CAPÍTULO 7- Passado Sombrio
CAPÍTULO 8- O Acordo do Sr. Sullivan
CAPÍTULO 9- Boa Menina
CAPITULO 10- Princesa
CAPÍTULO 11- Castigo
CAPÍTULO 12- Maratona
CAPITULO 13- Seu cheiro
CAPÍTULO 14- O uniforme
CAPÍTULO 15- Obsessivo
CAPÍTULO 16- Eu e o Senhor Sullivan
CAPÍTULO 17- Sobrecarregada
CAPÍTULO 18- O Senhor Call
CAPÍTULO 19- Vulnerável
CAPÍTULO 20- Call Sullivan
CAPÍTULO 21- SENHOR ADANS
Capítulo 22- A mesa da vovó.
LIVRO
Bônus
Capítulo 20-
Capítulo 21- (Não recomendado pra menores de 18)
Bônus
Bônus
Capítulo 22- (Não recomendado pra menores de 18)
Aviso
Capítulo 23-
Capítulo 24-
Capítulo 25 -
Capítulo 26- (Não recomendado pra menores de 18)
Capítulo 27-
Capítulo 28-
Bônus
Capítulo 29-
Capítulo 30-
Capítulo 31-
Capítulo 32-
Bônus- Latina II
Capítulo 32 -
Capítulo 33 -
Bônus
Aviso
Capítulo 34-
Capítulo 35- (Não recomendado pra menores de 18 anos)
Bônus
Aviso
Capítulo 36- (Não recomendado pra menores de 18)
Capítulo 37-
Bônus - Deise
Capítulo 38 -
Capítulo 39-
Aviso
Bônus
Capítulo 40-
Capítulo 41- (Não recomendado pra menores de 18)
Capítulo 42-
Bônus
Capítulo 43- Dueto
Bônus- Suzy
Bônus- Sara
Capítulo 44-
Capítulo 45-
Epílogo
LIVROS
Comunicado

CAPÍTULO 3- A nova empregada

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By EdnaMoreno8


Boa Leitura!

*Sem Revisão

 JAMES


Parece que tudo se passa em câmera lenta diante dos meus olhos.

Eva permanece desmaiada, mas para o fim do meu suplício vejo os paramédicos chegarem.

— Por que diabos demoraram tanto? Ela está sangrando muito... façam logo alguma coisa seus incompetentes. — Eu esbravejo ainda sem conseguir desgrudar minha mão de Eva.

— O Senhor está muito nervoso, eu compreendo, agora se afaste por favor! Precisamos atender a vítima. — Uma jovem já me afastando dela me falou.

Mas eu não quero me afastar dela.

Tento resistir, mas de repente sinto uma mão no meu ombro e escuto Robert.

— Senhor, precisa que deixa- los cuidar dela agora.

Robert me acordou para a realidade, e então me afasto um pouco e sento no sofá da sala assistindo os paramédicos fazerem os atendimentos ao corpo pálido da nova empregada.

Passo as mãos pelos cabelos agitado, Robert está ao meu lado de pé.

— E Cecilly? Onde está a Cecilly? Ela está bem?".

— Sim, ela está bem Senhor! Está em estado de choque, mas a Mary já está cuidando dela, eu a contatei no caminho. Ela também está inconsolável pelo que aconteceu com a Eva e os demais empregados da casa, mas está tentando ser forte pela Cecilly. Jhon também estará aqui em breve!.

- "Eu ainda não entendo o que aconteceu. Onde está o Paul? Como diabos ele deixou isto acontecer?!" Eu o questiono.

Paul é um agente altamente treinado, que é responsável pelo monitoramento de todo circuito de segurança, um circuito no qual custou uma pequena fortuna já que sempre me preocupei com a minha segurança e de todos os meus funcionários....

— Suspeito que ele estava envolvido no crime, Senhor! Não tinha como alguém entrar sem passar pela guarita e todo percurso da casa é altamente vigiado, possui sistemas de segurança que apenas ele tinha acesso. Pelo pouco que observei não há sinais de arrombamento, e mesmo se houvesse, ele tinha como monitorar pelas câmeras de segurança da propriedade, além de que os sistemas de segurança não foram acionados, portanto, foram desativados.

— O encontre Robert, e o faça pagar. Ordeno.

—Sim Senhor!.

Robert era leal, praticamente já fazia parte da família, ele sabia o que deveria ser feito com quem trai minha confiança.

O cofre ainda está nas escadas, e alguns policiais estão isolando o local.

Os paramédicos já estavam levando a empregada na maca quando percebo que ela está usando apenas camisola branca meio transparente, que mal cobre suas coxas bem torneadas e seus seios fartos que notei mais cedo no café da manhã.

— Como diabos alguém dorme assim? — Resmungo sem ser capaz de me controlar — Eu vou com ela e Cecilly para o hospital, Robert. Você cuida da polícia, contate os familiares dos seguranças e cuide de tudo, assegure que nada faltará as famílias — Digo levantando e caminhando para fora.

— Sim, Senhor! Eu também irei assim que cuidar de tudo. A Mary acompanhará a Cecilly em outra ambulância, para que chequem se realmente não a machucaram.

Aceno com a cabeça para ele que me entrega a chave do meu SUV vermelho que a pouco estacionou do lado de fora da casa e acompanho a ambulância até o hospital.

No trajeto não paro de pensar nos lindos olhos da Eva me chamando de anjo e dizendo que tinha me esperado.

—Eva.

Testei seu nome várias vezes até chegar no hospital, estaciono o carro e saio ás pressas ao seu encontro acompanhando os paramédicos e quando estou prestes a entrar na sala de cirurgia com eles uma das enfermeiras do hospital me aborda na porta.

— O senhor é parente da paciente?" — Pergunta impedindo minha passagem.

Faço cara de poucos amigos.

— Não, mas contribuo com este hospital há alguns anos o que me dá o direito de ir aonde eu bem entender. Agora se me der licença tenho que entrar com ela.

Eu realmente não pensei em contatar sua família...

— Desculpa, Senhor! Mas se não é da família não pode aguardar aqui, e mesmo que fosse não pode acompanhar a cirurgia — A mulher que possui estatura mediana de uniforme azul usando luvas informa já virando- se para fechar as portas.

— Eu não sei se ela tem alguém. Ela começou a trabalhar na minha casa hoje e eu não sei nada sobre ela. Mas, por favor, me deixe acompanha- la.. —Tentei ser menos rude

— É muito atencioso de sua parte querer acompanhar sua empregada, senhor. Não vejo muito disto por aqui, mas eu realmente não posso deixa- lo entrar, são normas do hospital. E para esperar aqui somente familiares da paciente — Ela pacientemente me diz antes de trancar a porta na minha cara.

— Merda!

Não sei por que queria ficar ao lado dela...

Ah vamos lá James, nem a conhecia.

Então porque alguma coisa em mim dizia que eu não deveria lhe deixar sozinha?

Busco meu celular no bolso do meu paletó e enquanto desfaço a gravata ligo para Robert.

— Robert, procure os contatos de emergência da senhorita Eva e informe- os do acontecido, ela está na sala de cirurgia neste momento, e creio que seus parentes gostariam de saber tudo o que se passa.

— Sim, senhor!

As horas se passam devagar.

Fiz algumas ligações e cobrei favores dos donos do hospital, consigo os melhores quartos e os melhores médicos para Cecilly e Eva . Vou ao quarto de Mary e da pequena Cecilly que também estão no hospital, a menina dorme nos braços de Mary que me tranquiliza ao dizer que a garota já foi medicada e fez todos os exames necessários, fora o trauma pelo acontecido está tudo bem. Mary ainda comentou que a pequena chorou chamando a Eva e dormiu somente quando a medicação fez efeito. Tentei tranquilizar minha empregada de longa data que também parecia abalada, mas eu não era bom nisso, então apenas as a abracei por alguns momentos.

Antes de voltar a sala de espera vou até a administração e pago todas as despesas no hospital bem como agendo as consultas junto do psicólogo para Cecilly que já recebeu alta.

Acerto para irem para casa de Mary com o Robert, que também já está esperando no corredor. O dia já está clareando e eles insistem para que eu volte pra casa. Percebo que ainda estou com as roupas manchadas de sangue e todo desgrenhado. Mas prefiro ficar até que Eva acorde e possa olhar naqueles olhos verdes novamente.

Mary vencida pelo cansaço vai para casa com o Robert e eu continuo a esperar, mas não antes falar que não conseguiu contatar ninguém dos contatos de emergência da moça. Insisto que pela manhã continue tentando.

Vejo no meu relógio de pulso e já são quase há mais de quatro horas de espera e não tenho nenhuma notícia sobre a Eva.

Estou na sala de espera andando de um lado pra o outro pensando que esse tipo de merda nunca aconteceu na minha casa antes, para isso eu gasto uma pequena fortuna em segurança, sistemas de última geração e remuneração de profissionais altamente treinados.

De repente surge na minha frente a enfermeira que me expulsou da sala de cirurgia com um ar de cansada, mas com um pequeno sorriso no rosto.

— Senhor... a senhorita... (leu nos papéis que segura nas mãos)... Eva Perez, já está no quarto. A cirurgia foi um sucesso, e agora o quadro da paciente é estável! A bala foi removida, hemorragia controlada, respira sem ajuda de aparelhos, está sedada e fora de perigo.

Suspiro aliviado — Obrigada! Eu poço vê- la?

Porque diabos eu queria vê- la? Não sei.

Mas dada a hora do dia, o cansaço e todo o estresse sofrido durante as últimas 7 horas, eu parei de tentar responder as perguntas que me façam refletir por hoje...

— Sim! Vejo que agora está na lista de visitas da moça. Me acompanhe, por favor. Eu a sigo pela porta que dá num corredor, logo depois passamos por vários corredores até parar em frente a uma sala de luzes fortes.

— Ela no momento está dormindo. Iremos transferi-la para um quarto logo mais. Já comunicaram a seus parentes?.

— Não. Na ficha dela não tem parentes só o número de uma amiga, mas esta está no Brasil e ainda não conseguimos estrar em contato com ela" digo me aproximando da maca e acariciando a mão de Eva que dormia tranquila.

— Bem, que sorte a dela de te- lo ao seu lado então, já que parece que a família e até mesmo seu anjo da guarda a abandonou — A enfermeira comenta verificando seu soro.

— Como?, eu acho que não entendi.

— Durante a cirurgia quando o sedativo não fez efeito inicialmente ela não parava de chamar por um anjo, perguntava por que ele a tinha abandonado mais uma vez. Ela foi bastante resistente ao sedativo, por fim tudo deu certo. — A enfermeira responde.

— Porra! eu sabia que deveria que ter entrado com ela..." eu sussurro.

Provavelmente ela sentiu medo e estava delirando, com certeza apavorada e se sentindo sozinha assim como a encontrei no chão da minha casa.

Ela chamou por mim, não sei ao certo como, mas sei que chamava por mim.

Sento numa cadeira ao lado de sua cama, pois como a enfermeira disse, em poucos minutos a acomodaram num quarto confortável.

Fico admirado com seu lindo rosto, mesmo tão pálido. Suas mãos estão geladas, e quando a enfermeira sai ligo pra o Robert, peço para que pela manhã traga uma muda de roupa para mim e também para a empregada, o tranquilizei repassando que agora está bem e fora de perigo, informo que dormirei aqui e pela manhã vou daqui diretamente para o trabalho, não sei porque de repente ele ficou em silencio do outro lado da linha antes de confirmar o horário combinado para sua vinda. Desligo a chamada.

— Eva Perez — Testei seu nome e sobrenome me aproximando um pouco mais da mulher desacordada.

Acaricio seu rosto da mesma forma que acariciou o meu mais cedo.

Ela parece tão frágil...

Eu acho que vê- la quase morrer em meus braços me deixou traumatizado também, por isso esta necessidade de cuidar dela.

Então como se de algum jeito soubesse que eu estava ali ela aperta minha mão, e sussurrando com a voz trêmula — Você está aqui anjo.

Um pequeno sorriso ela esboçou, apesar de manter os olhos fechados.

— Sim, eu estou aqui e não vou te deixar... nunca mais.

— Eu sei! — afirmou num sussurro antes de voltar aos seus sonhos.

O QUE DIABOS HÁ COMIGO?

Penso estar em transe e muito cansado para raciocinar e por causa de todos os tumultos ocorridos na noite, por isso eu estava falando com uma mulher que nunca vi antes na vida. Mas querem saber? Parece que um enorme peso foi tirado das minhas costas com o simples fato de ouvir sua voz.

Meu lado racional finalmente me chama a razão, me encosto na cadeira e penso que definitivamente preciso dormir, pois esse não sou eu!

BÔNUS-  ROBERT

Espero o resultado da perícia sobre ontem, apesar de já ter minhas suspeitas quase certeza que aquele cretino do Paul está por trás de tudo isso, nunca confiei nele do infeliz.

Após falar com o senhor James, e me certificar que a Eva está bem, eu tento ligar para seu único contato de emergência em seus termos contratuais, aqui nos registros especifica uma amiga da senhorita Perez, seu nome é Suzany.

A pobre menina parece não ter família, penso com pesar.

Não pude deixar de notar que é uma boa pessoa ontem pela manhã ao se apresentar pra seu primeiro dia de trabalho, atenciosa apesar de distraída, alegre e dona de um sorriso encantador. Todos na casa gostaram dela, seus lindos olhos verdes e sua maneira simples de se portar seduziram a todos .

Uma fatalidade tentarem assaltar a mansão logo em seu primeiro dia de trabalho...

Algo que me surpreendeu foi a atitude do senhor James para com a moça. Bem certo que nunca tivemos este tipo de problema antes, mas nunca vi o homem tão nervoso por causa de alguém, me chocou a moça quase não ser atendida porque ele não queria soltar sua mão, foi preciso interferir. Ainda passou o resto da noite no hospital com ela.

Se eu não o conhecesse há muito tempo diria que foi amor á primeira vista, mas vindo do senhor James diria que isso é impossível dado seu histórico romântico... Meu patrão já foi casado, e depois de ter seu coração despedaçado por uma vigarista jurou nunca mais se apaixonar, desde então usa as mulheres e as descarta como objeto.

Tomara que não se interesse pela Eva, penso que este seria um problema para moça estaria em apuros e ficaria em pedaços quando usá-la e depois descarta- la, me parece bem ingênua.

Afasto os pensamentos quando na terceira tentativa uma voz feminina ressoa do outro lado do telefone.

— Alô?

— Senhorita Suzany? — Me certifico.

— Sim, é ela. O que deseja?

— Aqui quem fala é Robert. Eu sou um funcionário pessoal do senhor James Sullivan. Estou ligando pra informa- la que a senhorita Eva Perez foi baleada durante uma tentativa de assalto ontem à noite, e que se encontra hospitalizada." A informo.

— Meu Deus! — Ela fala com a voz trêmula — A Eva está ferida?! Como ela está? Meu Deus eu preciso chegar aí o mais rápido que possível.

— A senhorita Perez passou por uma cirurgia, mas agora já está bem. O Senhor Sullivan está com ela. .

— Por favor me mande o endereço por mensagem, sim? Eu irei chegar aí o mais rápido que puder... Meu Deus, se alguma coisa acontecer com a Eva eu... eu... — Ela fala com a voz embarcada pelo choro.

— Senhora, ela já está bem. Não se preocupe! Vou enviar o endereço, mas creio que já está tudo resolvido. Estamos cuidando e dando toda assistência necessária a ela." Tento acalma- la.

A mulher sem conseguir controlar seu nervosismo grita como uma louca do outro lado da linha — VOCÊ NÃO ENTENDE? MANDE A PORRA DO ENDEREÇO QUE ESTAREI PARTINDO IMEDIATAMENTE. NÓS SÓ TEMOS UMA À OUTRA NESSE MUNDO E EU NÃO VOU FICAR LONGE DELA. ESTOU INDO PARA OS ESTADOS UNIDOS NESTE EXATO MOMENTO, E NINGUÉM VAI ME IMPEDIR!

— Sim senhorita, já estou mandando o endereço! — Fui rápido em enviar o endereço da mansão e do hospital, pois se tem uma coisa que tenho absoluta certeza é que não se deve contrariar uma mulher nervosa ás 5:00 hs da manhã, e menos ainda com uma notícia como esta. 

**************************************

Por hoje basta né?!

Até mais!!!

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