Meu nome é Scott, tenho 30 anos, sou um Psiquiatra privado de uma pequena cidade, a cidade era um pouco calma e confortável, já era de manhã na hora que acordei, era uma ligação de um antigo amigo meu, um lugar de box profissional, eu não sabia por que ele precisava de mim, então o atendi e começamos a conversar, era sobre o seu filho Lynch Dylan, ele tinha apenas 8 anos no dia que meu amigo me ligou, então coloquei minha roupa e fiz as coisas que eu deveria fazer de manhã, em seguida fui pra sua casa, quando cheguei era uma grande casa com um portão com grades, logo vinha o meu antigo amigo, ele abriu o portão e me comprimentou
- Obrigado por vim Scott
Ele deu um sorriso me olhando apertando a minha mão
- claro que eu viria, você sempre me ajudava na escola, então...O que tem a criança?
- Entre primeiro
Quando ele disse isso, eu entrei e comecei a segui-ló calmamente
- Então...Ela tá fazendo coisas meia estranhas ultimamente... - disse ele enquanto andava
- Que coisas estranhas...?
Eu disse o olhando confuso
- Você logo verá...
Quando chegamos perto da casa, dava pra ver que era uma casa muito bonita, nem era uma casa, tava mais pra um castelo, quando eu olhei pra cima eu vi um garoto me olhando, ele tinha um cabelo liso bagunçado, e olhos vermelhos, o seu olhar me olhando parecia que era como um predador olhando sua presa faminta, eu não conseguia evitar de olhar nos seus olhos vermelhos, e cada vez me dava mais calafrios até que ele deu um sorriso e saiu de perto da janela, em seguida entrei com o meu amigo na casa, ele me levou até o quarto de Lynch Dylan, quando chegamos bati na porta 3 vezes e entrei, o meu velho amigo se foi logo em seguida, quando entrei Dylan estava sentando na cama me olhando
- Olá dy-
Quando eu estava falando o seu nome, ele levantou sua mão direita que estava segurando uma faca, em seguida ele apunhalou sua mão esquerda e me olhou com um sorriso no rosto, em seguida ele caiu na cama desmaiado, eu gritei e gritei, até que o pai de Lynch chegou correndo até nos, em seguida ele ligou para a ambulância, quando a ambulância chegou eles pegaram Lynch e o levou pro hospital
Eu não conseguia esquecer aquele sorriso que Lynch fez quando empunhalou a sua mão, fiquei desconfortável e voltei na casa uns dias depois, fiz a mesma coisa chamei o meu amigo e perguntei o que ele tinha feito antes e várias outras coisas, o pai de Lynch me contou tudo, em seguida ele me levou até no quarto do garoto, ele ficou do mesmo jeito me olhando como antes, nós estávamos olhando um nos olhos dos outros, ao mesmo tempo lembrei do que tinha acontecido uns dias atrás
- Como você tá Lynch?
Disse o olhando, mas ele continuava me olhando sem dizer nada
- Sua melhorou?
Continuou com o silêncio no quarto, depois sentei em uma poltrona que tinha no quarto
- Eu tenho uma pergunta pra te fazer....porque tentou matar os seus amigos? Porque cortou as asas de um pássaro e o deixou tentou voar?
Ele começou a rir me olhando quando eu falava essas coisas, para uma criança seus risos eram assustadores
- Você acha isso engraçado?
Me levantei dá poltrona gritando com ele, em seguida ele parou de rir e ficou me olhando por bastante tempo, depois eu saí do quarto e fui pra casa, continuou assim por vários dias, semanas e meses, ele nunca falava comigo de nenhum jeito, até que comecei a levar ele pra se divertir e esquecer sobre o tratamento, ele estava falando "oi" é respondendo umas das minhas perguntas, como "como você está" "o que você fez hoje?" "Se divertiu" ficamos assim por 7 anos conversando e ele nunca deu nenhum sinal de coisa errada, então uns dias depois falei que ele estava normal prós seus pais e o levei pra praça, nós estavam brincando de baseball, até que quando ele pegou a bola, ela escorregou e foi pra rua, em seguida veio um caminhão em alta velocidade, quando eu percebi o caminhão corri na sua direção, Lynch estava agachado pegando a bola no chão, eu comecei a gritar o seu nome enquanto corria na sua direção, quando ele olhou pra trás, o caminhão já estava perto do mesmo, ele não estava se mexendo então soltei na sua direção o empurrando pra fora do caminho do caminhão, mas por apenas uns segundos naquele momento eu o vi sorrindo, do mesmo jeito que ele estava apunhalado a sua mão esquerda
- Você-
Antes de terminar a frase o caminhão me acertou, eu estava deitado no chão com sangue em voltas, várias pessoas estavam vindo correndo, e o Lynch estava me olhando com um olhar de psicopata e aquele maldito sorriso que nunca esqueci
- Você foi uma ótima brincadeira e obrigado por tudo
Foi o que ele falou baixo enquanto eu lia os seus lábios, em seguida escutei barulho de sirenes da ambulância, fechei os olhos e dei um pequeno sorriso, parece que é a minha hora de ir agora, adeus mundo....
