Olá! Me chamo s/n, sou casada com Park SungJin, a quase seis anos.
Bom, meu marido tem uma vida corrida por conta de ser músico, não tenho nenhum problema com isso, já que eu o conheci cantando e jamais vou pedir para ele parar de fazer o que tanto gosta.
Você deve estar se perguntando? Mas e os filhos?
Está aí o “x” da questão, em dois anos e meio de namoro, um ano de noivado e seis de casamento, não temos filhos ainda. Não foi por falta de tentativa, mas ainda não chegou a nossa vez.
Uma das tentativas deu certo, mas por algum motivo eu acabei perdendo o bebê no segundo mês.
Doeu muito, eu já imaginava o meu bebê com a carinha do pai. Ah! Seria muito fofo.
Eu sou dois anos mais nova que meu marido, não acho que seja tarde para termos filhos, afinal somos novos ainda.
Hoje à noite os meninos todos vem para cá, como o Jinnie é o único casado e não mora mais no dormitório, os meninos vem para nossa casa.
Estou ajudando MinHee, nossa cozinheira, com a comida para hoje. Com certeza os meninos vão vir mortos de fome, já que estão em um fanmmeting.
-- Vou me trocar, volto logo Unnie. -- Me curvei para a mais velha e subi para o quarto.
Não seria necessário uma roupa extravagante, já que eu conheço os meninos a tempos. Vou colocar um vestido azul, marca um pouco minhas curvas, eu sou brasileira, então é difícil achar roupas para mim aqui na Coréia.
-- Senhora? -- Lia chamou-me batendo na porta. -- Seu marido e os outros, chegaram.
-- Obrigada por avisar, querida. -- Ouvi passos se afastando. Lia é filha de MinHee, elas moram e trabalham aqui.
Coloquei minhas pantufas novamente e desci para a sala de jantar.
Entro no local onde estavam todos, recebo todas as atenções, algo que antigamente me deixaria constrangida mas agora é comum. Todos levaram e se curvaram para mim, sorri e fiz o mesmo, me sentei ao lado de meu marido, dei um beijinho casto nos lábios do mesmo.
-- Senti tanta saudade. -- SungJin diz baixinho.
-- Eu também senti. -- Sorri envergonhada. -- Vamos comer meninos, vocês parecem famintos, MinHee e eu fizemos com muito amor e carinho para todos vocês.
-- Quero ter a sorte do Hyung de ter encontrado a Noona. -- DoWoon disse enquanto se servia, todos acabaram rindo. Esse menino mesmo, temos poucos meses de diferença mas ele insiste em me chamar de Noona.
Comíamos e, em conjunto, conversamos sobre o dia, como estava a carga horário de shows. Pude notar meu marido um pouco cansada, mas inquieto também, só não sei com o que.
Ajudei a MinHee Unnie com a retirada dos pratos de cima da mesa, eu insisti em lavar a louça mas a mais velha não deixou.
-- Sobremesa. -- Digo animada com a travessa de torta em mãos.
-- Podemos levar para viagem? -- Olhei todos confusa, eles nunca disseram “não” para as minhas sobremesas. -- Não sei por eles, mas eu não aguento mais nada.
-- Concordo com Hyung. -- Baixei o olhar voltando para a cozinha.
-- Minha filha, por que trouxe de novo a sobremesa? Eles não querem? -- Neguei com a cabeça, olhei para a mais velha e meus olhos estavam cheios d’água. -- O que houve, senhora?
-- Nada... -- Limpei o rosto, sorrindo em seguida. -- Eles pediram para levar, por favor coloque em um pote para eles. -- A mais velha concordou e foi em busca do pote. -- Vou me deitar, se o SungJin perguntar diga a ele que já subi.
-- Como quiser, senhora.
Suspirei logo rumei as escadas, indo ao segundo andar da casa. Resolvi tomar uma ducha rápida para relaxar. Entrei no banheiro e comecei a tirar o vestido, colocando ele para lavar, adentro o box logo ligando o registro.
Tomei um susto ao sentir mãos geladas rodear minha cintura. Pelo aperto soube que não era ninguém desconhecido, por sinal era muito bem conhecido por mim.
-- Os meninos perguntaram por que você não se despediu deles? -- Disse rouco ao pé do ouvido. Soltei um suspiro, já tinha um tempo desde a nossa última relação.
-- Eles não quiseram minha sobremesa, como sempre. Fiquei sentida. -- O mais velho me abraçou por trás, fazendo eu senti seu membro roçar na minha bunda, por extinto empinei um pouco a bunda. -- Jinnie... não está cansado, amor?
-- Pra você eu nunca estou. -- Mordeu minha orelha de maneira sutil e lenta, arfei pelo ato. Levei minha destra até o pescoço de meu marido, ainda de costas para o mesmo. --- Te ver naquele vestido me fez pensar mil e uma coisas, principalmente como seria te pegar de jeito usando ele. -- Desceu a mão para minha bunda, apertando minha carne, gemi baixo e manhosa.
-- A-amor, por favor, preciso tanto de você.
Foi o bastante para que SungJin se posicionasse e metesse em mim, de forma lenta mas funda, bem funda.
Apoiei minhas mãos na parede, me deixando mais empinada, SungJin agarrou meus quadris e aumentou a velocidade das investidas, mesmo com pouco, eu sabia que ambos não aguentaríamos muito tempo.
Jin meteu mais alguns vezes e logo se desmanchou dentro de mim, quando ele gozou acabei recebendo um tapa na bunda. Sou virada de frente para ele, que me beijou deliciosamente, logo abaixou seu corpo. Ficou rente ao meu íntimo, extremamente molhada, passou os dedos de leve em meu pontinho sensível, uma das minha pernas é posta no ombro do maior.
-- Ande... lo-logo. -- Me olhou maldoso, assoprou em toda minha intimidade, gemi alto.
-- Peça, amor, é só pedir que eu faço. -- Só tem cara de anjo, porque Park SungJin é um demônio, muito lindo e gostoso. -- Vamos, baby, as palavrinhas mágicas.
-- Por favor, amor... hmm, eu quero gozar. -- Disse entre gemidinhos e arfares, já que ele não havia parado com a masturbação lenta. -- Faça a sua baby gozar, Oppa.
-- Agora sim. -- Abocanhou com gosto minha buceta, lambia, chupava e mordia, as vezes. Além da língua abençoada meu marido colocou dois dedos dentro de mim, os metia com brutalidade, me deixando louca. -- Vem pra mim, baby, lambuza seu Oppa com seu mel. -- Lambeu meu clitóris inchadinho, fazendo círculos com a língua.
Não aguentei e despejei meu prazer na boca do mais velho, que não tardou em engolir tudo e ainda limpar os resquícios que haviam em meu íntimo.
-- Awn... SungJin, seu... ahh! -- Sou segurada pelos braços do mais velha, caso contrário eu cairia no chão. -- Senti falta disso. -- Abracei o corpo nu do meu marido.
-- Eu também. -- Nos beijamos de novo.
Tomamos um banho, normal, então saímos para colocar nossas roupas para ir dormir. Queria conversar um pouco com o meu marido, mas pela carinha dele, ele estava exausto e eu não posso vê-lo assim, me parte o coração.
-- Vem cá, vou te fazer carinho até você pegar no sono. -- Deu um sorriso meigo e se aconchegou nos meus peitos, os usando como almofada.
Comecei a mexer nos cabelos pretos do meu menino, sabia que logo ele dormiria. Eu amava ver SungJin dormir, parecia um anjinho, as vezes fazia um biquinho muito fofo, igual uma criança emburrada por não ganhar seu doce.
Quando fico olhando para ele, me pego imaginando como seria, ou será, o nosso filho ou filha.
Será que puxaria mais para o meu lado ou o lado dele? Seria a coisinha mais fofa com os olhinhos pretos e puxadinhos, eu fico boba só de imaginar como eles podem ser.
Nem me dei conta de que ainda estava a fazer carinho nos cabelos de meu marido. Com os pensamentos de como seriam meu filhos, acabo adormecendo.
[...]
Três meses depois...
Venho me sentindo estranha, com enjoos constantemente e curiosamente o cheiro de peixe me incomoda, sendo que eu amo peixe.
Eu estou em dia com minhas pílulas, minha menstruação não está atrasada. Não é possível que eu esteja grávida, se bem que SungJin anda bem animadinho, será?
-- MinHee, o que você vai fazer para o almoço? -- Perguntei entrando na cozinha e sentindo o cheirinho gostoso do tempero.
-- Sopa de mariscos, senhora. -- Falou sorrindo, a mais velha sabe que é a minha preferida. Hoje meu marido vem almoçar em casa, tomara que eu não passe mal. -- Está tudo bem senhora? -- Concordei com a cabeça, MinHee não pareceu acreditar. -- Senhora se me permite falar, a senhora tem andado muito estranha.
-- Estranha como? -- Disse desesperada, será que ela sabe da minha dúvida.
-- Tem vomitado, tudo com cheiro forte a senhora fica enjoada, desculpa ser indiscreta, mas está atrasada?
-- Não. E não é nada disso que a senhora está pensando. -- Disse com a cabeça baixa, não adiantava muito eu querer enganar a mais velha, afinal ela já havia sido mãe. -- Eu estou tão confusa, Unnie, estou perdida.
-- Tudo vai se resolver, faça um teste. -- É exatamente o que eu vou fazer, assim eu tiro essa dúvida. -- A Lia pode ir com a senhora.
-- Ah muito obrigada. -- MinHee chamou a filha e então fomos, as duas, na farmácia.
[...]
Estou sentada em minha cama com o teste, ainda fechado, em mãos. Confesso que estou sem coragem para fazer, comprei uns quatro testes, todos de marcas diferentes.
-- Coragem s/n, é só fazer xixi ali e esperar. --- Fui ao banheiro e fiz o que tinha que fazer.
Depois de fazer os testes fui tomar um banho para passar o tempo, aproveitei para lavar meus cabelos, hidratei o corpo, sai do banho e passei alguns óleos corporais.
Já vestida fui olhar os testes que eu havia feito.
Respirei bem fundo antes de abrir a primeira caixinha.
Positivo.
Eu quase gritei, fui abrir a segunda caixinha.
Positivo.
Terceira caixinha.
Positivo.
Não tem a necessidade de abrir a última caixinha, vou abrir só para não ter aquela pulguinha até as da orelha, vou abrir.
Positivo.
Meu santo, como eu vou contar para o meu marido isso?
-- MinHee. -- Gritei da porta do quarto, em poucos segundos a mais velha entrou em meu quarto. -- Calma, desculpa ser gritado, respira primeiro. -- Continuou respirando, quando ela parecia menos afobada me olhou. -- Melhor? -- Assentiu com a cabeça. -- Eu fiz todos os testes e todos deram positivo.
-- Meus parabéns senhora. Que notícia maravilhosa. O senhor SungJin vai amar essa notícia, um filho sempre foi o sonho de vocês. -- Me abraçou apertado, MinHee é como se fosse uma mãe para mim. Ouvi batidinhas leve na porta, que estava aberta, era a Lia. -- Filha, ela tá grávida. Vamos ter uma criança nessa casa.
-- Meu Deus! A senhora tá mesmo...? -- Chegou mais perto, botou a mão na minha barriga. Olhou para mim e eu logo acenei que sim. -- Meus parabéns, que venha com saúde, senhora.
-- Muito obrigada, eu só não sei como contar para o SungJin. -- Respirei fundo e acabei por ter uma ideia. -- Já sei como eu vou contar.
Contei para MinHee e Lia a minha ideia, ambas gostaram e disseram que me ajudariam em tudo.
[...]
|P.O.V Park SungJin|
Finalmente em casa, essa semana não tenho dado muita atenção a minha esposa, eu sei que ela entende os motivos pelo qual eu estou ausente, mas não posso deixar de me sentir culpado e triste por não estar sempre com ela.
Achei estranho a cada está tão silenciosa, imagino se teria esse silêncio todo com crianças correndo pela casa, tenho certeza que não.
Caminho até a cozinha, MinHee já fazia o jantar, ou pelo menos parecia.
-- Boa noite, dona MinHee. -- A anciã deu um pulinho pelo susto. -- Omo! Me desculpe, não quis assusta-la. -- Me curvei várias vezes, em sinal de arrependimento.
-- Está tudo bem, senhor, a dona s/n está no quarto, disse estar meio indisposta hoje. -- Falou com a voz pesarosa. Elas se tratavam comi mãe e filha, deve estar sendo complicado ver a “filha” adoecida. -- Vá vê-la, quem sabe ela não melhore um pouco.
-- Vou sim, licença. -- Me curvei e sai da cozinha.
Realmente me preocupou saber que minha mulher estar doentinha, algo bem raro devo dizer, s/n não fica doente do nada, ela tem uma saúde de ferro.
A porta estava entreaberta, então eu só entrei.
-- Meu amor, cheguei. -- Me aproximei da cama, vendo ela me olhar nos olhos. -- Achei estranho você não ter me recebido hoje. Como você está, meu amor?
-- Me sinto fraca e estou com alguns enjoos, mas logo passa deve ser algo que eu comi ou tomei que não me fez bem, já, já eu melhoro. -- Colocou a mão sobre a minha. -- Como foi o seu dia?
Me deitei junto a ela, então, comecei a contar como foi o dia na empresa, os ensaios os meninos. Contei sobre o YoungHyun que está a conhecer uma garota, também estrangeira, mas não brasileira como a minha s/n, ela é espanhola.
Conversamos como a tempos não conversávamos, isso me fazia muita falta, além de minha mulher, ela é minha melhor amiga. Me faz muita falta conversar com ela.
-- Senhor, senhora. Omma disse que o jantar está pronto. -- Lia bateu na porta avisando mass não entrou.
-- Obrigado, Lia, já estamos indo. -- Continuei a mexer nos seus cabelos, minha mulher estava enterrada com o rosto enterrado em meu peito. -- Vamos comer, vem, você precisa comer. -- Nada disse ela, somente assentiu e levantou-se da cama.
Conheço muito bem a mulher que eu tenho, sei que ela está me escondendo algo, mas não vou cobrar, se ela não me contou ainda alguma hora ela a de me contar.
[...]
Terminamos de comer, a s/n ficou ajudando a senhora Min, a limpar a cozinha. Já eu subi para tomar um bom banho, eu precisava muito de um.
Devo ter demorado tempo suficiente para que minha mulher terminasse de arrumar a cozinha. Sai do banheiro mas ela não estava no quarto, só havia uma papel em cima da cama e uma pequena caixa. O papel na verdade é uma carta, abri para poder ler.
|Carta|
Querido papai.
Você deve estar achando estranho a mamãe não estar a sua espera, como sempre, mas ela tem um bom motivo.
Mas ela que conte depois.
Acho que você não está entendendo quem sou eu, mas em breve vai saber, pois logo eu vou começar a crescer e a barriga da mamãe vai crescer, sabe o que isso quer dizer, papai?
Daqui uns meses você vai poder me pegar no colo e me fazer dormir, brincar comigo e muito mais.
Até breve, papai❣︎ ❤
|Carta|
-- O que achou? -- Levantou o olhar, mirando a porta, onde está minha esposa.
-- Isso é verdade? -- Ainda com a carta em mãos e os olhos cheios de água. -- Você está mesmo grávida?
-- Sim, amor. Nosso maior sonho virou realidade. -- Sorriu chorando, eu não estava diferente. Me aproximei dela, abraçando o corpo de s/n e beijando sua boca gostosa.
Assim que nos separamos, passei a mão pela barriga, com um baixo volume. Ficou acariciando e sorrindo feito um idiota, mas eu posso, porque finalmente eu serei pai.
Seis meses depois...
Já haviam se completado os nove meses, mas nada do nosso bebê querer vir ao mundo, pensamos em marca uma cesariana, mas logo desistimos essa ideia.
S/n vinha sentindo muitas dores mas nada da bolsa estourar, acho que nosso menino está com preguiça de nascer.
-- Amor! -- Ouço s/n gritar do nosso quarto. Sem pensar duas vezes, subo correndo até o cômodo. -- A bolsa... -- Baixei o olhar e vi uma enorme poça d’água.
-- Vem, baby. Te levo pro carro e volto pegar a bolsa. -- Ajudei minha mulher a ir até o carro e rapidamente voltei para pegar a bolsa do nosso pequeno. -- Pronto, agora vamos.
Liguei o carro, eu estava dirigindo que nem louco, mas sem tentar minha mulher e meu filho. Em uns dez minutos chegamos na maternidade, ajudei s/n a sair do carro.
-- Ajudem, minha mulher está em trabalho de parto.
Prontamente o enfermeiro trouxe uma cadeira de rodas, s/n sentou ali respirando fundo e com a mão sobre o barrigão.
Levaram minha mulher para a sala de parto, eu óbvio que fui junto com ela, após colocar a roupa apropriada.
-- Estou com você, amor. Eu te amo. -- Beijei de leve seus lábios.
-- Eu também te amo. -- Sorriu e então o médico pediu para que s/n fizesse força.
[...]
Nosso menino nasceu as 10:36 da noite, pesando 3,240 e medindo 45 centímetros, como bastante saúde.
S/n e nosso filho, só não receberam alta hoje porque o médico achou melhor passarem a noite na maternidade.
Finalmente estamos completos, ou quem sabe vem mais no futuro.
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parabéns papai!
FanfictionNosso maior sonho sempre foi ter um filho, o fruto do nosso amor, chegamos a pensar que ele nunca viria. Mas é o que sempre dizem: "A esperança é a última que morre." ⚠︎𝚊𝚟𝚒𝚜𝚘𝚜⚠︎ ➪peço perdão pela sinopse. ➪Essa fanfic tem o intuito de ser fofa...
