A felicidade sempre estava ali, desde criança. Acredito que aproveitei enquanto eu tinha tempo, não havia maldade em meus atos e hábitos. Qualquer migalha que eu achava ser especial eu via com outro olhar, sentia alegria constante e nada me abalava pois eu era inocente, sem malícia nenhuma. Fui feliz desde a primeira bicicleta ao primeiro amor de infância, sentia borboletas no estômago, sentia vontade se saltitar e gritar para todos saberem que eu era feliz e eu não sabia que a felicidade não era o único sentimento que eu podia sentir, pois a inocência me fez acreditar que viver era feliz e essa foi a minha primeira personalidade e sentimento da minha vida. O mundo era esbelto, as pessoas sorriam sempre, minha mãe colocava pães quentes e uma linda jarra de plástico com chá até a borda, eu acordava e me deparava com aquilo, eu me sentia feliz por ser criança e ter uma mãe que fazia pequenas coisas que me deixava alegre e satisfeito. Após essa refeição matinal, principalmente aos finais de semana, eu me preparava para ter uma tarde na frente da TV, pronto para jogar meu game favorito e que me tirava de toda realidade que eu ainda não sabia que existia fora da minha mente. Felicidade, minha felicidade foi corrompida ao crescer e conheci novas personalidades.
DU LIEST GERADE
face a face
Spirituellestextos diferentes personalidades diferentes expressões diferentes isso é o retrato do transtorno de personalidades
