Introdução.

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No alto de uma montanha estava sendo possível sentir cosmos fortes se chocando, dois deles eram dourados e transmitiam justiça e paz, e os outros seis eram negros com um ar maligno.

Camus e Dohko lutavam juntos contra soldados da Deusa Éris, a deusa estava tentando despertar novamente, a missão dos cavaleiros era impedir que isso acontecesse, eles haviam conseguido impedir, mas só faltava derrotar os soldados da Deusa.

- Dohko o que acha de acabar logo com eles? - Camus perguntou assim que ficou ao lado de Dohko.

- Você tirou as palavras de minha boca caro amigo - Dohko disse com um sorriso olhando para o amigo.

- Vamos acabar com vocês e depois iremos reviver a Deusa Éris, Ataquem!! - o que parecia ser o comandante disse e logo os seis avançaram na direção dos Dourados, os dois avançaram de encontro preparando seus ataques, e no momento certo atacaram.

- CÓLERA DOS CEM DRAGÕES - Dohko com os braços estendidos libera toda a sua energia liberando uma onda de choque devastadora que avança, destruindo tudo em seu caminho, a onda formada por puro cosmo toma a forma de centenas de dragões e acerta em cheio quatro dos oponentes que não tiveram chance de revidar.

- EXECUÇÃO AURORA - Camus posicionou os braços em forma da ânfora de Aquário e abaixou suas mãos com certa velocidade, disparando uma enorme rajada de ar frio na direção dos oponentes, pegando os dois últimos restante, enquanto os dois atacavam os oponentes uma rajada de cosmo passou entro os dois antes dos soldados caírem mortos no chão - nem pra acerta um golpe no fim da vida.

- Mas o alvo não eram vocês - o comandante disse a beira da morte - podem ter impedido Éris de renascer para proteger a terra, mas duvido que consigam salvar a todos do desmoronamento - dito isso ele enfim tombou a cabeça para trás morto, Camus e Dohko olharam pra trás e viram a montanha com uma enorme rachadura, que aumentava cada vez mais, Dohko se aproximou mais da beirada e viu um vilarejo.

- Camus o vilarejo, temos que evacuar eles agora.

Camus concordou com um aceno de cabeça e os dois correram o mais rápido que puderam e em menos de um minuto chegaram no vilarejo, os cavaleiros de Athena eram conhecidos em todo o mundo, então foi fácil para eles convencerem os aldeões a saírem dali, assim que estavam longe viram a montanha demoronando, apenas três casas foram destruídas com o desmoronamento, eles pediram perdão as famílias e disseram que o santuário mandaria homens para ajudar a reerguer elas, os aldeões não questionaram nem reclamaram apenas os agradeceram por salvar suas vidas, eles escoltaram o povo de volta ao vilarejo e depois se dirigiram a montanha.

- Essa foi por pouco em - Dohko falou com um sorriso enquanto andava com as mãos atrás da cabeça - não achei que fossemos consegui chegar a tempo e salvar todos, missão comprida.

- Não conte vitória antes, precisamos achar a maçã dourada e levar para o Santuário - Camus disse sério enquanto andava.

- Aí você adora cortar a alegria em - Dohko questionou o olhando.

- E você adora estregar as capas, quero ver o que vai contar a Shion - Camus falou se referindo a capa de Dohko que o mesmo havia perdido no começo da batalha, já a de Camus ainda estava presa em sua armadura intacta.

- Isso é porque eu gosto do combate mano a mano, já você fica de longe lançando gelinho - Dohko fez um movimento com os braços imitando de forma desajeitada a execução aurora, arrancando um pequeno riso do aquariano - mas em todo caso eu usei minha capa para proteger alguma criança da vila.

- Está certo - Camus concordou com um sorriso e pararam em frente as pedras e terra que desmoronaram - bom, vamos procurar uma maçã dourada.

Eles começaram a vasculhar tudo, de cima a baixo, depois um bom tempo procurando Dohko achou a maçã, ele então pegou um selo de Athena que tinha consigo e fez o ritual de selamento na mesma enquanto Camus olhava ao redor, algo acabou refletindo em seu rosto por entre as pedras e terra, ele seguiu o brilho até o local, retirou algumas pedras e se assustou com o que viu, embaixo das pedras enterrado tinha um carro.

- Dohko, venha rápido - Dohko já havia terminado o selamento e foi até o amigo o mais depressa que pode, chegando lá colocou a mão na boca olhando o carro - acho que estavam descendo a montanha, venha vamos ver se estão vivos - Camus deu a volta e foi ao outro lado, checando se a mulher ainda tinha pulsação, Dohko fez o mesmo com o homem, mas as caras que fizeram mostrava realmente que não tinham mais vidas.

- Devíamos ter visto se tinha gente na montanha, demos prioridade a vila mas não checamos aqui - Dohko disse frustado consigo mesmo - bom eu vou até a vila, chamar alguns aldeões para ajudarem a retirar os corpos e pedir para ligarem a alguém, eu não demoro - Camus concordou com um aceno de cabeça e Dohko saiu em direção a vila, Camus olhou mais uma vez o carro e reparou que uma das portas de trás havia sido arrancada, olhou para o banco de trás e viu uma mochila jogada no chão do carro, um pouco suja de terra.

- Tinha mais alguém, acho que abriu a porta e pulou, mas seria impossível ter sobrevivido, a menos que tenha se segurado ou ficado preso em algum lugar - Camus falou consigo mesmo e começo a pular de rocha em rocha subindo a montanha, enquanto subia ia olhando ao redor, até que parou e olhou em um vão da montanha e lá viu um corpo, o mesmo estava próximo da montanha, dando a entender que quando chegou ali rolou para o canto para evitar de ser esmagada pela pressão da terra e rochas, Camus pulou com cuidado até o lugar do corpo e chegou a pulsação, suspirou de alívio a ver que ainda tinha vida, virou o corpo devagar e viu que era uma garota.

- CAMUS - Dohko gritou lá de baixo pelo amigo, o mesmo já havia voltado com alguns homens para retirar os corpos, Camus retirou sua capa e com cuidado pegou o corpo da garota e começou a descer a montanha - o que se tava fazendo lá em cima...quem é essa? - Dohko perguntou assim que viu o corpo da garota.

- Provavelmente ela estava no carro, deve ter pulado quando teve a chance e se escondeu no vão da montanha para se proteger, felizmente ainda está com vida.

- Bom, deixe ela em um canto e me ajude a abrir as ferragens para retirar os corpos - Camus concordou com um aceno e quando ia colocar o corpo da garota no chão um homem aparece para segurá-la, o mesmo agradeceu com um aceno de cabeça e ajudou Dohko com as ferragens, depois de retirarem os corpos e pegarem as coisas no carro retornaram para a vila, depois de horas esperando aparecerem para levar os corpos, junto de uma ambulância e uma mulher que apareceu para levar a garota consigo.

- Olá, me chamo Amanda e sou uma assistente social, vim para levar a garota.

- Claro, ela está ali com o Camus - Dohko apontou para o amigo que novamente segurava a garota em seu colo.

- Ótimo, bom pelo que disseram os documentos dela estão na bolsa, então irei leva- lá comigo e...

- Sinto muito mas você não vai levá-la - Camus disse serio surpreendendo a moça e Dohko.

- Aaa Camus, usou tanto ar gelado que congelou seus neurônios? - Dohko perguntou estranhando a atitude de Camus.

- Não, essa moça apenas não irá levar a garota, ela está sobre proteção do santuário e ficara sobre os cuidados e protecção de Athena! - Camus disse sério e a moça o olhava sem entender - somos responsáveis por ela e sua família acabarem assim, então e nosso dever cuidar dela, até ela ficar bem - a autoridade na voz de Camus mostrava o qual sério ele falava, a moça apenas concordou e entregou o cartão a ele, dizendo que qualquer problema ela viria buscar a garota ou ajudar, eles agradeceram os aldeões e saíram da vila, Camus tinha em um dos seus ombros a mochila da garota e a mesma estava com sua capa em volta de seu corpo.

- Camus, porque você quis trazer ela?

- Não sei dizer Dohko, mas acho que o fato dela ter sobrevivido a aquele acidente me deixou curioso.

- Como assim.

- Me diga Dohko, quantos humanos conseguem saltar de um carro em movimento no meio de um desmoronamento e conseguir achar um lugar para se manter vivo?

- Poucos.

- Pois bem, acho que ainda vamos nos surpreender com essa garota.

- Certo, mas de qualquer forma você deixar isso claro pro Shion, não quero aquele velho me dando bronca a ideia foi toda sua em - Dohko colocou as mãos atrás da cabeça dando um sorriso

- Aaa claro, como se você fosse muito jovem - Camus disse com um sorriso recebendo em seguida um olhar indignado do companheiro, mas não durou muito pois os dois caíram na risada.

Pavão Escarlate - Saint SeiyaStories to obsess over. Discover now