Já era tarde quando aqueles três jovens universitários descasavam próximos ao prédio de arquitetura, um dos muitos departamentos localizados na tão prestigiada universidade Oxford, em Londres. Harry observava sua melhor amiga, Hermione falar sobre como fora sua aula de Anatomia, mas sem realmente escutá-la, estava bem mais concentrado em prestar atenção na saída do prédio de arquitetura, sabia que se Hermione lhe pegasse distraído reclamaria consigo, mas não fazia muita questão de disfarçar naquele momento, sua prioridade era outra coisa agora, ou melhor, dizendo outro alguém. E foi pensando nisso que Harry deixou um longo suspiro escapar por seus lados, conseguindo a atenção do casal de amigos Rony e Hermione, que rapidamente se zangou, estalando os dedos diante da face de Potter para que ele lhe desse a devida atenção.
— Harry, você esta prestando atenção? — perguntou enquanto cruzava os braços, sua feição era de alguém muito irritada, mas Harry sabia que Granger que não estava realmente irritada, talvez chateada fosse a palavra correta a ser utilizada.
— Perdão Hermione, eu não estava ouvindo realmente, poderia repetir? — vira à amiga revirar os olhos, bufando em seguida.
— No que tanto você esta pensando para estar tão distraído assim Harry? — perguntou Rony, mas não obtivera resposta visto que Harry parecia novamente em orbita, olhando para uma direção especifica, fazendo com que os outros dois olhassem também curioso. O real motivo de distração de Harry era ninguém mais e ninguém menos que Draco Malfoy, o rapaz de uma família rica e que cursava arquitetura. Já o conheciam por boatos de pessoas conhecidas que diziam que Malfoy era uma pessoa muito arrogante, rancorosa, e cruel, os boatos que mais circulavam sobre si era dos seus vários e curto casos com universitárias e universitários, onde muita das vezes ele só saia com as pessoas para ter uma experiência de uma noite apenas, nunca interessado em um relacionamento de verdade, o que resultou no segundo boato, o de que após uma longa noite de bebedeira, encontrou com um de seus casos onde brigaram feio, o caso chegando aos ouvidos do pai de Draco que decepcionado com as atitudes de seu filho, cortando toda a renda que enviava e retirando seu apartamento, fazendo com que seu único filho tivesse que viver em uma republica na universidade. Harry não acreditava em nenhum daqueles boatos, as achava exageradas demais, e às vezes as pessoas contavam historias divergente as outras, fazendo com que todos os boatos estivessem cheios de contradições e pontas soltas, o deixando desconfiado. Enquanto seus amigos, bem, eles acreditavam em algumas coisas, mas preferiam não comentar para não incomodar o amigo.
— Agora eu entendi o porquê de você nem prestar atenção em mim, tudo isso porque estava concentrado em ver o Draco sair. — suspirou Hermione. — Não me surpreende que nada do que eu disse tenha sequer chegado aos seus lobos temporais, estava ocupado demais com o estudante de arquitetura para sequer estimular suas áreas auditivas primarias. — vira o namorado e o melhor amigo fazerem uma careta, rindo logo em seguida.
— O que nós conversamos sobre você utilizar palavras difíceis? — perguntou Rony.
— E eu lá tenho culpa? Depois que a matéria entrou no meu lóbulo frontal se tornou difícil de esquecer. — riu ao ver a cara de confusão dos dois. — Desculpe, eu vou tentar poupar vocês disso. Mas voltando ao assunto, por que você não chama o Draco para sair logo Harry?
— Você acha que eu devia mesmo? — o moreno arqueou ambas as sobrancelhas.
— Assim, você sabe muito bem que por mim você nem chegava perto daquela coisa. — torcera o nariz ao se referir a Draco, e Harry revirou os olhos com a forma desdenhosa como Hermione falara. — Mas não tem nada que eu possa fazer já que você está tão interessado nele assim. Então meu conselho é, chame-o para sair.
— Mas e se ele disse não? — perguntou apreensivo.
— Você nunca vai saber se não tentar, o não você já tem — disse Rony lançando um sorriso amigável a Harry, que retribuiu ao sorriso.
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Flowers - drarry
FanfictionHarry sempre o observava de longe sem ter coragem de uma uma aproximação, mas dessa vez seria diferente, ele não deixaria aquela oportunidade passar, chamaria o estudante de arquitetura por quem tinha um queda para sair assim que tivesse a chance {f...
