Quando tudo comesou

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       Bom, Meu nome é Sabrina Alves estou cursado o 3° ano do ensino médio, no momento estou estudando para o vestibular (ENEM)…       Enfim, hoje seria mais um dia normal, caso eu não tivesse visto o meu irmão vomitado e totalmente pálido, desde alguns dias ele tem faltado a escola, por está sempre com dores de cabeça e vomitado, já levemos ele várias vezes a vários  médicos, porém e sempre a mesma coisa. Ambos sempre diz:
- Mãe, seu filho está com alguma virose, ou ele está com depressão, pois já fizemos tudo os exames e neles consta que está tudo bem com o seu filho mãe!!
- Doutor, o senhor acha que se o meu filho estivesse bem, eu estaria aqui perdendo o meu tempo?? Como ele está bem doutor ? Se ele está totalmente debililtado e vomitado sempre e com dores de cabeça??
- Mãe, a senhora saber que os exames foram feitos e neles estão tudo ok com o seu filho!! Eu já fiz o que eu poderia fazer por ele, eu sinto muito, irei passa um soro e remédio e logo após vocês
pederão ir para casa.
-Doutor, meu filho não está bem!! Você está vendo como ele está, você acha que é normal u!a criança com trezes anos está perdendo peso sem explicações, com dores de cabeça e vomitado com bastante frequência???
  - Sinto muito mãe, mas não tenho culpa se seu filho está passado por situações delicadas em casa, pois o que o seu filho tem é depressão mãe.
  - Sinto muito, mas deve se na sua casa que você está passado por situações delicadas doutor, pois o senhor não deveria atuar nessa profissão, já que você não sabe reconhecer quando o paciente está doente ou não.
- Eu sou médico e tenho plena capacidade de diferencia quando um paciente está bem ou não minha senhora, caso a senhora não tenha notado mais eu sou médico mais bem reconhecido  desse hospital. E eu já disse e repito seu filho não tem nada minha senhora.
      E mas uma vez meu irmão e minha mãe voltaram para casa, depois de serem liberados alergado que ele não tinha nada. Os dias foram se passado e cada dia o meu irmão estava mais magro e debililtado, e a gente já estávamos totalmente sem chão, vendo todo o sofrimento dele e correndo de hospital em hospital e sempre os médicos diziam a mesma coisa, minha mãe chorava dia e noite assim como eu, e nada adiantava, pois os médicos não davam a transferência para ir para o hospital da capital, pois como nós moramos na zonal rural, a gente sempre ia as hospitais mais próximos, mas se fosse para o hospital da capital do estado era necessário ter a transferência, porém nenhum médico deu a nós essa transferência para levamos ele. Meus pais estavam cada vez mais sem chão e afritos, bem como toda a nossa família estava. Eu já estava desesperada e com o coração desperdaçado, sem poder fazer nada para lhe ajudar, meu irmão já não estava andando e  falando poucas coisas, passava a maior parte do dia dormindo, já não tinha mais forças de se levantar por ele mesmo.         
     Todos os dias eu ia para o colégio, a qual eu estudava o dia todo. Estava sempre chorado já não era mais aquela menina estudiosa e concentrada nas aulas dos professores, estava sempre viajado em pensamentos nos quais estavam sempre retratado o meu irmão, todo o seu sofrimento. Assim que chegava do colégio a primeira coisa que fazia era ir ver o meu irmão e depois sair chorando escondida, para que ninguém visse o meu sofrimento, queria mostrar a eles que eu era forte e que eu era o suporte para eles, quando  na verdade eu era apenas uma menina com medo do futuro a qual estava nos aguardado muito em breve.

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