Estou numa rua escura e vazia, escuto uma risada, começo a correr mas parecia que quanto mais eu corria mais lenta eu ficava, vejo uma silhueta masculina,
*alarme*
Eu- ahn, foi um pesadelo? Mas de novo essa merda
Me levanto e me troco me preparando pra ir pro abatedouro, ou escola chame como quiser.
Desço pra cozinha e vejo minha mãe
Mãe- bom dia filha, dormiu bem
Eu- mais ou menos
Mãe- bom, isso é bom
As vezes esqueço que ela não se importa comigo, pego uma maça e saio
~quebra de tempo~
???- eai depressiva, ninguém gosta de você
Eu- ninguém gosta de uma bulinista clichê Mary
Mary- cala boca putinha
Mary estava pronta pra me empurra, mas eu apenas me esquivo e ela cai no chão SOZINHA
Mary- *chorando* ELA ME BATEU AAAAAHDKSBDKSDN
Eu- QUÊ? EU NÃO FIZ NADA *Chuta ela* bom, agora eu fiz
Vou caminhando normalmente até minha sala, escuto alguns meninos me chamando de feia, simplesmente mostro o dedo do meio
Eu- OTÁRIOS
Chego na minha sala e me direciono até meu lugar, Coloco fone e aumento a musica. Após isso começo a imaginar as pessoas da minha sala...em uma sala de tortura, e eu ás torturando
Prof- Senhorita Julia, poderia tirar seus fones
Eu- ah foi professor, quer que eu faça uma referência?
Prof- não é só porque tirou a melhor nota, que pode me tratar assim, inclusive meus parabéns
Eu- (sério que ele não me viu colando?)
Prof- bla bla bla bla mi mi mi matemática isso matemática aquilo
Eu- (caralho mano ele é muito feio)
~quebra de tempo~
Eu- AMEM INTERVALO DESSA MERDA
Vou até a cantina e encontro minha amiga
Eu- Oi Anna
Anna- oiee, como vc ta?
Eu- to com cara de quem ta bem?
Anna- ér..... Nao
=-= JURAAAA????
Eu- que bom q percebeu
Anna- que roxo é esse no seu olho?
Eu- meu pai quem mais faria isso?
Anna- verdade ninguém vai consegue nem encosta em você
Eu- valeu
Anna- de nada? Não vai comer nada?
Eu- sabe que eu nao como
Anna- tenta vai
Eu- não
Anna- poxa
Sinto um negócio estranho em minha cabeça, percebo que alguém jogou pure em mim, olho pra traz com todo odio do mundo
???- OLHA LA ELA FICO MAIS FEIA AINDA
Todos começam a rir
Eu- ESCUTA AQUI CHARLES, NAO SOU O TIPO DE MENINA QUE ACEITA ISSO, OU QUE CHORA NOS CANTOS
Me aproximo dele enquanto falo
Eu- SE EU TIVESSE UM HÁBITO NORMAL EU ME CORTARIA OU ATÉ MESMO MESMO SAIRIA CHORANDO DA QUI, MAS ADIVINHA EU NÃO SOU NORMAL
Dou um soco na cara dele, o nariz dele começa a sangra e os amigos dele vem pra cima de mim tentanto me segurar
Eu- ME SOLTA, SEUS EMBUSTES
Charles avança em minha direção, se preparando pra me bater, uso um dos amigos dele, de apoio e chuto o rosto do mesmo, dessa vez ele caiu desmaiado na mesa. Depois de muito esforço consigo me solta
Eu- QUEM CHEGA PERTO DE MIM APANHA- aponto pro charles- TERÁ UM DESTINO IGUAL OU ATÉ PIOR QUE O DELE
Saio andando até o banheiro, chegando lá me tranco numa cabine
Eu- (calma, mantenha a calma, não surta, não surta, NÃO SURTA JULIA)
Dou um soco na porta quase rachando a mesma
???- EI PARA COM ESSA POHA
Eu- CALA A BOCA PIRANHA, EU NÃO ESTOU COM MINHA SANIDADE BOA ENTÃO SE QUISER VER A LUZ DIA É MELHOR SAIR
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