Meu nome é Arizona e tenho quatorze anos,eu estudava em escola particular e infelizmente era filha única.E a única coisa que eu queria era que me notacem,mas oque eu não sabia,é que eu já iria ser notada.
O dinheiro apertou,e meus pais decidiram mudar oara un apartamento pequeno no Canadá,meus pais diziam que a democracia era melhor do que dos Estados Unidos,e eu sinceramente não vejo nenhuma diferença.Eles estavam afim de se mudar para uma cidadezinha bem pacata,eles uma vez discutiram por causa do aluguel da casa,então acharam que um apartamento pequeno no interior,não faria peso no bolso.
Eu ainda não havia visto como seria a casa ou oque me esperava lá,mas achei que seria algo bem simples,como eu vi na foto.Minha mãe decidiu comprar online,como naqueles aplicativos de em contra um namorado,só que com uma casa.
Então acordamos cedo para irmos,no meio do caminho eu estava realmente agradecendo de não precisar mais ver as pessoas que estavam na escola ou na cidade que eu morei.
Mas ao chegar em meu destino acho que prefiro antigamente.
Era um prédio obscuro,com uns corredores assustadores,e o elevador tinha uma luz que ficava piscando.Bem típico de filme de terror.
- pega suas malas - falou meu pai descendo do carro e batendo a porta com força.
(Meu pai era um moreno de cabelo liso,com uma barba ralinha,mas era "aturavel" sua beleza,ele se chamava Tommy,e tinha 48 anos).
Minha mãe desceu em seguida e eu respirei fundo,com um ódio do jeito sem graça dos dois,e desço em seguida.
(Minha mãe era uma loira acabada,ela tinha 38 anos e me teve,pelos olhos de quen vê "cedo".Ela saia de noite quando meu pai ia trabalhar,e ela achava que eu estava dormindo,eu sempre quis saber aonde era esses eventos de puta aonde ela ia,o nome da mesma era kemmily).
Eu pego minhas duas malas que estavam ao meu lado,abro a porta com toda minha fúria.Ao descer consegui finalmente respirar,aquele carro abafado e tinha cheiro de cinema no fim do dia.
- vou subindo - fechei a porta do carro.
Não havia portaria,o portão estava estava enferrujado e balançava com o vento,os azulejos da escada eram cinza e o corrimão estava sujo,então evitei de por a mão.
Subi as escadas até o terceiro andar,e a porta do apartamento era de madeira,havia o número 31c a porta estava aberta pois a mudança estava acontecendo naquele instante.
Entrei na casa,que não parecia tão ruim,coloquei as malas no chão,e quis explorar o lugar.
O corredor era enorme,com um verde claro meio bebe que estava pintado recentemente.
Eu escutei um barulho,e fui ver oque era entrei no quarto,e vi um garoto virado de costas.Eu delicadamente dei passos para trás,para não chamar sua atenção,mas o mesmo desapareceu,e então à dar passos esbarrei em algo,entrei em choque e meu coração disparou.
Eu iria gritar,mas o mesmo colocou sua mão gelada cobriu minha boca,como um gesto de silêncio.
Comecei a tremer,e minha respiração entregava que eu estava em total desespero,minhas mãos trêmulas e minha vontade de gritar eram enorme.
- Arizona - escutei a voz de minha mãe me gritando.
O garoto sem explicação sumiu.
- Arizona,vem ajudar com as roupas - ela gritou,e eu sem pensar virei para trás,ao ver minha cara de espanto ela mesma se espantou - quê isso?!viu um fantasma foi ?.
Ela veio oara perto de mim e passou a mão em minha cara como se estivesse preucupada,então descido entrar na "brincadeira" de ser amigas
- pelo visto sim mãe - eu inspirei o ar,para tentar acalmar meu coração.
Eu desci lara ajudá-los,e quando cheguei no carro meu pai estava encarando uma senhora ao outro lado da rua.
- Parece sua mãe kemmily - ele pegou uma bolsa no porta mala.
- Ela é moradora de rua Tom - minha mãe ficou indignada com o comentário maldoso do meu pai.
- na verdade é a sua cara mãe - eu digo zoando.
Peguei a bolsa da mão de meu pai subi as escadas.
- Você viu isso Tom ?ela não me respeita mais - foi as palavras que consegui ouvir enquanto tomava coragem oara subir de novo.
- deixa ela - escutei meu pai batendo o porta-malas.
Eu dei uma risada meio que vazia,pois o assunto não era engraçado,tinha uma certa graça,pois meu pai era um ser muito rigoroso.
Ao chegar no andar desejado,estraguei meus olhos,pensando que o garoto era só algo da minha cabeça.
Os móveis já estavam na sala,e da mobília não faltava mais nada.
Ao entrar no meu quarto,estava tudo nas caixas e uma grande poeira no chão.
- Arizonaaa! - gritou meu pai,saio andando para ver oque era,e quando cheguei ele estava com algumas malas,e minha mãe estava sentada no sofá.
O dia foi longo,meus pais passaram o dia arrumando tudo,e tentando limpar tudo que haviam sujando na tentativa de deixar a casa com cara de casa.
Eles montaram os painéis para colocar as televisões,s até estava um ambiente agradável,mas depois que eu consegui sinal da internet,me tranquei no quarto.
Enquanto arrumava o meu quarto me senti no meu lugar
Quando levantei para guardar a roupa no armário,coloquei o celular em cima da cama,e abri a porta do guarda-roupa,ao terminar meu "serviço" fecho a porta do guarda-roupa e vejo o garoto no espelho.
Fechei os olhos e respirei fundo.
- Eu não vou sumir - ele disse perto do meu ouvido.
- Oque você quer aqui? - abri os olhos vagarosamente.
- Você parece interessante.
Ao olhar para ele,pareccia um garota da minha idade,só que cansado com seus olhos fundos como se tivesse morto,olheiras em baixo dos olhos (como aquele ator Cole Sprouse "no filme:five feets apart").
- oque você é ? - me virei para a frente do mesmo - um delírio do meu cérebro?
- para você eu sou bem real! - ele pegou em minjas mãos e levou elas para seu rosto,que estava pálido e gelado.
- então ok realidade,por que está dentro da minha casa ? - digo sem pensar,para mim ele era só mais um trombadinha idiota.
- eu sou mais que uma realidade,eu sou IMPOSSÍVEL.
Ok...,estava na cara que ele estava flertando comigo.
- Eu vou gritar - eu afirmei tentando ameaçar ele
- VAI EM FRENTE - ele suspirou em meu ouvido.
- mããããããe - gritei longamente para que ela viesse rápido.
Ela entrou no quarto rapidamente - oque tem aqui ? - ela abriu a porta com um a vassoura na mão - tem um bicho na parede ?
Ela se aproximou de vagar da minha cama,filha aonde está ?
Eu não entendia,como ela não conseguia vê-lo,então ele foi até a cama,e lá se sentou.
- nada....- fiquei abismada com oque estava acontecendo - não é nada kemmilly. - achei ter visto algum tipo de aranha.
- se atenta Arizona - ela diz saindo do quarto e fechando a porta.
- oque é você ? - me sentei ao lado do mesmo sem entre nada.
- pode me chamar de Luci (com pronuncia de laice) - ele apoiou uma mão na cama - ou de amigo.
- escuta.!,eu não posso estar louca OK,então eu vou fechar os olhso e você vai sumir - então eu fiz o jesto,fecho os olhos,repito fundo,esfregão os olhos.
Mas ao abri-los tive outra reação.
- eu sou seu amigo .... - ele parou para pensar no que iria fazer -....Arizona.
- não fique me zuando - digo brava.
- isso é oque ?,uma cidade não é ?.... - ele foi sarcástico.
(...)
Depois de algum tempo meus pais começaram a brigar,e eu?,eu escolhi sair de casa,achando que o Luci desaparecesse,ou que ele fosse uma daquelas assombrações que só ficam em um lugar.
O bairro era nublado,e as árvores tinham cheiro de umidade.
Eu estava andando em Beira de estrada,e o Luci apareceu derrepente.
- Você fica linda na luz do dia - ele suossurou no meu ouvido.
- oque você é? - me virei de costas para falar com ele.
E então seus olhos pegaram luz,e seu corpo vibrou,e ele soltou uma respiração,que no frio parceira gelo seco,por causa da temperatura.
- eu posso ser qualquer coisa,como um humano... - ele acenou para um casal de idosos que caminhavam,e os mesmos retribuiram.
Ele tentou pegar em minha mão,mas eu reneguei,eu estava com medo.Imagine você encontrar um "espírito" em sua casa,um espírito que te acompanha,e,pega forma humana.
- eu não mordo - ele se aproximou.
Eu resisti,e entreguei minha mão ao mesmo.
Ele me levou ao um lugar como se fosse uma praça.
- Você é quieto assim mesmo,ou tem motivo? - eu me sentei em um banco e o mesmo ao meu lado.
- estou esperando o sinal da escola tocar ... - ele disse se sentando ao chão.
- quê escola ? - eu digo me virando oara tentar achar alguma construção grande
- acredite,você vai ouvir o barulho de longe.
E ele estava certo,o sinal bateu em menos de segundo em que ele terminou a frase.
- temos quinze minutos - ele abriu os olhos e observava os pombos na árvore - quinze minutos para eles aparecerem.
- quem?,seus outros amigos espíritos - eu digo sem pensar,e apoio meu cotuvelo e minha cabeça nas minhas mãos.
- eu não sou um espírito - ele diz com bastante seriedade.
- é oque então ? - tirou minha cabeça de cima das minhas mãos.
- eu sou seu amigo,e vou te surpreender - Luci diz se virando novamente - eles vieram mais cedo.
Ao dizer aquilo,eu fiquei sem entender nada,e,escutei gritos como: "- eu chego primeiro"-eram dois garotos,disso eu tenho certeza .
Eles apareceram de longe,e se aproximavam pra perto de mim.
- garota! - eles exclamaram em um tom de voz bem elevado,para que eu conseguisse escutar.
Eu me virei com uma grande expressão de "por que falaste comigo ser humano".
Ao se aproximarem,consigo ver um ruivo e um moreno,e ambos estavam com jaqueta do time da escola.
°LUCI NARRANDO°
Arizona estava me estranhando,Eu até entendia oque estava acontecendo.Quem não ficaria espantada em ver um ser dizendo que vai ser seu amigo.
Oque ela não sabia era que eu realmente iria mudar sua vida,e que Arizona teria amor por mim,mas quem disse que o seu melhor amigo tem mais de cinco milhões de anos.
Eu não teria coragem de dizer à ela,que o próprio demônioescolheu ela.
Mas se existia alguém com vários problemas seria ela.
Pai de TommyArizona cheirava cocaína,e,tinha várias amantes.E sim ele era um monstro,mas oque marcará sua vida ainda estava por vir.
Já sua mãe,era uma vadia,e se alguém com histórias para contar era Kemmily.
Quando aqueles garotos apareceram eu sabia que as coisas iria começar a mudar,seus cabelos loiros escuros,balançava com o vento que cercava o lugar.
Eles se aproximaram e se sentaram ao lado de Arizona.
- Você é a...? - o ruivo tentou chamar atenção.
- Arizona -las desviou o olhar para os pássaros que fugiam do local.
- um nome lindo - ele vira o rosto para aonde ela estava olhando.
- não é não - eu relembro ela a nossa conversa antes deles aparecerem.
Ela deu um sorriso de lado,tentando esconder ou deixar na cara que me via.
- e o seu ?... - Arizona nunca teve interesse em saber oque ele queria,mas essa pergunta foi uma daquelas para não perder a ética.
- Meu nome é John,e esse moreno feio é o Philip - ele puxou Philip pelo ombro.
- eu sou mais gato - digo com um sorriso irônico no rosto.
- é mesmo - ela se virou sorrindo para o meu sorriso.
- oque ? - Diz John virando em minha direção,mas o mesmo não conseguia me ver.
- nunca te vimos aqui ! - exclama Philip
- me mudei hoje - ela olhou nos olhos de John.
- é vai para qual escola ? - Philip pegou na mão de Arizona.
- eu acho que para a única que tem aqui - ela foi sarcástica - cidade pequena.
- pergunta idiota Lip - John deu um empurrão em Philip.
- bom....,tá tarde,e eu infelizmente tenho que ir - Arizona só estava arrumando desculpas para ir embora
- te levamos em casa - Philip diz desesperado.
- bom... - ela só queria mais uma desculpa - não fale com estranhos - ela estava sendo sarcástica enquanto levantava do chão.
- não somos psicopatas - diz John.
- não estou falando de vocês,quem sabe eu sou a psicopata - ela foi brincalhona e saiu do ambiente
- seria um prazer ser mortos por você - gritou Philip enquanto levantava,obviamente ele estava caidinha por ela.
°ARIZONA NARRANDO°
- não confie em ninguém - Luci sussurrou no pé do meu pescoço.
Eu levei um enorme susto e me virei pra trás - já que vai ser meu demônio amigo,vamos ter que conversa sobre esses sustos - ela disse sorrindo.
- mas assim não tem graça - ele me virou e apoiou seu braço direito em meu ombro esquerdo.
E assim foi minha primeira vez com meu amigo,mas oque eu não sabia,é,que seria o começo do fim.
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meu amigo
HorrorMinha vida sempre foi um caos,meus amigos não existiam,e meus pais viviam em um pé de guerra,só que tudo mudou quando eu conheci ele,quando meus pais se mudaram. Ele era um amigo,que me escolheu.ME
