No outro dia, eu acordei 6:30 e quando olhei Danilo estava mesmo deitado e abraçado em mim, saí da cama sem mexer muito para não acordar ele, fiz minha higiene matinal e quando saio do banheiro, vejo ele sentado na cama e quando me vê sorri.
-Boom dia meu amor!- falei lhe dando um selinho.
-Bom dia amor- falou ele com a voz rouca. – Posso tomar um banho?- Ele me perguntou se levantando.
-Pode sim, separei uma roupa do meu pai que acho que dá em você. – Falei apontando para o banheiro.
-Ok!- ele assentiu e foi em direção ao banheiro, eu desci e preparei o café para nós dois, estava de costas quando sinto suas mãos em minha cintura.
-Você está linda!- Ele disse me dando um selinho. – Veja só, um café da manhã todo pronto, que namorada maravilhosa eu tenho! – “Namorada?” não entendi, mas só sorri.
-É claro amor, ontem você me levou em um restaurante lindo, sei que esse café nem chega aos pés, mas, é o mínimo. – Falei dando de ombro.
- Você é incrível meu amor!- falou ele me beijando intensamente, sua mão no meu rosto foi descendo para minha cintura, pensei que iria descer mais, mas ele não se atreveu a fazer isso.
-Vamos, amor! – falei olhando pro relógio.
-Vamos!- ele assentiu.
Entramos no carro e quando chegamos à escola eu fui para minha sala e ele pra sala dos professores, eu estava super sorridente, minhas amigas notaram tal felicidade e eu falei que contaria na hora do intervalo, hoje o último tempo seria de Danilo, quando ele entrou sorri e ele sorriu pra mim e quando ele terminou sua explicação e veio até mim.
- Tenho que te perguntar algo ok? – ele disse sussurrando e eu apenas assenti com a cabeça. – Mas depois da aula, fechado? – E novamente assenti com a cabeça, notei uns olhares curiosos em nossa direção, mas não liguei muito, quando bateu o tempo, ele saiu e eu demorei um pouco, pois precisava guardar umas coisas, quando fui ao estacionamento ele não estava lá como de costume.
Olhei ao redor e nada, fui atrás na sala dos professores e tinha uma cartinha em sua mesa.
“Sabia que iria me procurar aqui então, te deixei esta carta, siga o fio vermelho que você irá me encontrar...”.
Eu estava confusa e nervosa, mesmo assim, segui o fio estava vendo que pelo caminho eu iria parar na quadra e quando cheguei lá, tudo escuro e em um barulho alto as luzes ligam e quando olho eu vejo Danilo com um buquê de girassóis nas mãos e minhas amigas ao lado gravando.
-O que é tudo isso meu Deus?- perguntei confusa.
- É o que uma mulher como você merece! – ele me disse e sorriu. – Bom Lucy, eu te conheci a tão pouco tempo e você me conquistou de forma tão rápida e eu posso admitir que estou apaixonado por você, você me demonstrou ser uma pessoa matura apesar da idade, é delicada, sorridente, linda e fofa! E lembra que eu queria te perguntar algo? Então... – Ele disse se abaixando. – Quer namorar comigo?
Eu estava em prantos de tão emocionada, eu fiquei paralisada, mas respondi.
-Sim, claro que sim Danilo! – Eu respondi em meio o choro, ele me abraçou e me deu um beijo longo, nossas línguas estavam no mesmo ritmo e eu sentia que ele era a pessoa que iria me fazer feliz.
- Tenho que te levar pra casa princesa! – ele disse se separando e me dando o buquê, minhas amigas me felicitaram e eu estava boba e feliz demais, ele segurou minha mão e eu estava tão completa, ele abriu a porta para eu entrar no carro, ele dirigiu até minha casa.
-Vamos entrar amor! – falei enquanto puxava minha mochila
- Ok, vamos- ele concordou.
Entramos e ele se sentou no sofá enquanto tomava um banho, desci e me sentei ao seu lado e ele colocou um filme para assistirmos, ele estava fazendo carinho no meu rosto quando quebrei o silêncio.
-Amor, obrigada por tudo, pelas flores, foi incrível!- falei olhando pra ele.
-Não precisa agradecer amor, você merece bem mais que isso!- ele disse quando me puxou para um beijo, o beijo que era pra ser calmo foi esquentando e eu sentia um calor, Danilo beija tão bem que eu me entregava de forma rápida aos seus beijos e eu amava isso, suas mãos sempre paradas em minha cintura, sem nenhum passo a mais, até que ele se afastou e falou.
-Tenho que ir!- olhei pra ele e apenas assenti.
- Por que não dorme aqui novamente? – Perguntei não querendo ficar longe dele em hipótese alguma.
-Não tem problema?- ele me perguntou.
-Não mesmo!- eu sorri.
-Eu vou buscar uns pares de roupa ok? – Ele disse.
- Ok, vai rápido amor!- falei manhosa.
-Eu já volto pequena. – ele disse e logo depois me deu um selinho, quando ele saiu pela porta vou correndo para meu quarto, Danilo tinha que ser recompensado de alguma forma, vi uma lingerie preta, que eu comprei quando estava com meu ex namorado, mas acabei nem usando, deixei separada e desci novamente, quando ouço o barulho do seu carro vou direto para a porta.
-Cheguei amor!- falou ele se aproximando para um beijo.
-Oi amooor! – falei saltando em seu colo.
-Opaa, pra quê essa recepção toda?- ele me perguntou me segurando.
- Por nada, só queria te abraçar mesmo. – Falei sorrindo, ele me jogou no sofá e me fez cocegas eu estava gritando de tanto rir. – PARA AMOR, PARAAA!- Implorei.
-Ok, já parei bobinha. – Ele disse em meio às risadas.
- Vamos continuar o filme- falei enquanto arrumava meu cabelo e ele apenas assentiu, ficamos até a noite assistindo e quando deu 20:00 eu fui tomar um banho.
Tomei um belo banho, passei um hidratante bem cheiroso e vesti a lingerie, coloquei meu pijama e desci para jantar com meu namorado que estava preparando a janta.
-Hmmm que cheiro bom! – Falei me aproximando e abraçando ele de costas.
-O chefe aqui manda muito bem na cozinha!- falou ele sorrindo.
-Uau!- falei fingindo surpresa, ele serviu e nós comemos realmente o jantar estava ótimo, lavei as louças e eu subi primeiro, já que ele ficou secando e guardando tudo, vesti o meu hobie de seda e entrei no banheiro, quando ouvi a porta do quarto abrir, perfumei o banheiro e quando abri a porta o cheiro do meu perfume se espalhou pelo quarto.
-Meu Deus Lucy- ele disse me olhando ainda coberta pelo hobie.
- Gostou? – falei lançando um olhar safado.
-S-sim- Ele respondeu.
Quando tirei o hobie vi que ele estava hipnotizado só de me ver, me aproximei dele e sentei em seu colo, quando beijei seus lábios ele gemeu só de me sentir seminua. Sua mão nunca saia da minha cintura, eu olhei pra ele e puxei suas mãos e pus em minha bunda, logo em seguida sinto ele apertando, sentia um receio da parte dele em me machucar, então eu levantei sua blusa e passei a mão em seu tanquinho definido e logo após arranhei suas costas, ele tirou as mãos da minha bunda e me olhou pedindo permissão para tocar em meus seios, peguei suas mãos e pus em meus seios, ele fazia aquilo tão bem, vejo ele tirar de forma delicada meu sutiã deixando meus seios expostos, ele logo começa a lamber e mordiscar o que faz eu ficar mais excitada, ele se afastou e eu me deitei e vi ele tirando sua calça, era nítido sua excitação.
Ele volta e passa a beijar dos meus seios até meu sexo, eu gemia baixinho, até que ele tirou minha calcinha me fazendo ficar completamente nua aos seus olhos, ele se aproximou do meu sexo e me olhou e eu apenas fechei os olhos, ele começou a lamber eu já estava vendo o teto ficar de outra cor, sua língua tinha uma habilidade absurda, até que senti ele colocar seus dedos no meu sexo e eu gemi, dessa vez um pouco mais alto, ele acelerou seus movimentos e tive um orgasmo, o primeiro orgasmo.
Me levantei e me aproximei do seu íntimo, não era nada pequeno, peguei meio desajeitada, já que nunca tinha feito um oral, e Danilo segurou meus cabelos e me ajudou com os movimentos, ele arfava toda vez, quando peguei o jeito, comecei a lamber e fazer Danilo suspirar de prazer, quando ele sentiu que iria gozar ele se afastou e eu continuei tocando no seu íntimo, chegando a gozar, ele me puxou para um beijo.
-Você foi ótima!- falou suspirando.
-Obrigada, mas...
-Mas?- ele me olhou.
-E-eu quero mais amor, me faz sua!- Eu disse sentando em seu colo, fazendo seu íntimo roçar no meu, logo coloquei seu íntimo no meu, arfei junto com ele e eu podia senti-lo, sua habilidade era perfeita, nossos corpos estavam em sincronia.
-Isso a-amor... Me faz sua- falei em meio ao gemido.
- Fala no meu ouvido amor, diz que você vai vir pra mim- ele sussurrou, me aproximei do seu ouvido.
-Eu, eu vou gozar amor, vai amor, mais forte- eu pedi logo nós dois gozamos, nos deitamos e ele me beijou, um beijo calmo.
-Obrigada por isso. – Eu falei respirando ofegante.
-Não precisa agradecer amor!- ele disse me abraçando, eu adormeci em seus braços, foi a melhor noite da minha vida.
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O novo professor de Matemática
Teen Fiction"Eu não acredito que estou me apaixonando pelo meu próprio professor, maldito seja o dia que ele entrou nesta escola"
