Capítulo 1

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Olá beninos e beninas vim contar uma história ben clássica e clichê ao mesmo tempo, espero que gostem.

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Oi! Me chamo Murilo M. Costa, atualmente estou morando na capital do Espírito Santo, mas a partir de amanhã estarei morando em Brumadinho (MG) com o meu irmão mais velho, pois os meus pais acham que preciso de mais maturidade e como lá é uma roça, eles acham que irei mudar o esse meu jeito de pensar. Tenho 17 anos, sou da pele clara dos olhos castanhos escuros, o cabelo negros e encaracolado um pouco grande.
Hoje chegou o dia de me despedir dos meus amigos e da minha familia, no caso os meus pais, irmãs e avós o resto da família nao presta só querem vê o seu mal.

- Tchau pai, tchau mãe! - Os abracei!
- Ai filho vou sentir muito a sua falta - Falou a minha mãe chorando.
- Mas foi você quem teve a ideia de me mandar para o meu irmão mãe.
- Não importa, você precisa mudar esse seu jeito de ser, lá não vai ter papai e mamãe, não tem boate, rua da lama e nem festinha para você sair e voltar dois dias depois, tem mais não irei te dar dinheiro atoa, você terá que fazer por merecer. - Disse minha mãe limpando as lágrimas no seu rosto.
- Mas mãe! - Indaguei.
- Mas nada. - Disse o meu pai. - Tchau filho, irei sentir muita a sua falta e espero que você nao apronte muito e qualquer coisa você me liga. Caso você for dormir com algum garoto coloquei camisinha na sua mala.
- Marcos, você ta maluco, nosso bebê nao faz essas coisas. - falou a dona vanessa batendo nele.
- Ai amor, ele ja e crescido e você tem que aceitar que um dia ele vai fazer essas coisas ou ja fez né.
- Pai eu nao fiz nada e que aqui não é assunto para isso.
- Esta bem filho, toma aqui. - Ele me entregou um cartão de crédito. - Use com sabedoria e tambem transferir um dinheiro para a sua conta.
- Obrigado pai! - Falei o abraçando.
- MARCOS! - Disse a minha mae idguinada.
- Amor ele precisa comprar as coisas dele.
- A e, verdade vida. - Disse a dona Vanessa em um tom que eu nao gosto muito.
- Não estou gostando disso. - Falei.
- Ai mano esquece eles, sabe que eles são mais doido que a gente. - Falou minha irmã mais velha. - Tchau Hermano. - Falou beijando o meu rosto.
- Menos um na casa, ufa! - falou a minha irmã mais nova.
- Ai gente, voi sentir saudades de vocês, mamae e papai são doidos me mandando para longe, foram me avisar um dia antes, nem conseguir me despedir dos meus amigos direto, affs.
- Eles fizeram uma festa de despedida para você garoto. Mas agora entre no ônibus, em cada parada você me liga filho. - Falou a minha mãe.

Entrei no ônibus, sentei na primeira cadeira do lado da janela, la pude vê minha familia me dando tchau até o ônibus sair.

...

Foram logas e estressantes parada, do meu lado sentou um senhor de idade o único problema é que ele nao parava de falar de coisas literalmente aleatórias. Fiquei puto que ele so parou de falar as 4 da manhã, mas o importante foi que tive 3 horas de puro silêncio. Chegando na rodoviária central de BH fui logo preocupar o meu irmão, rodei toda a rodoviária e nada dele, foi quando descidir ligar para ele.

- alô?
- Cadê você?
- Ai irmão desculpa, acabei me esquecendo de você!
- Como assim?
- Desculpa irmão, pega um ônibus ai que te pego na rodoviária da qui, pede o motorista te avisa quanso chegar.
- Você esta zoando comigo né?
- Não mano.
- Ta né, fazer o que.
- Beijo, toma cuidado ai.
- affs, tchau.

Fiz o que ele me falou, o próximo ônibus sai as onze da manhã e são sete e trinta da manhã, estou morto de fome e cansaço. Esperei exaustivamente para a saída do ônibus, entrei nele e seguir viagem foram duas longas horas de viagem ate chegar no destino final que era a cidade a onde irei morar por um tempo. Chegando na rodoviária da cidade procuro o meu irmão e como da outra vez, ele não está, liguei novamente para ele.

De Mãos Dadas A Você.Stories to obsess over. Discover now