1° Capítulo - Monótona vida

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          Dia 23 de dezembro, 2020
~Andrew é um garoto pessoalmente intrigante, sempre com boas maneiras de te fazer interessado em sua história, seja verdade ou não. Às vezes é incrível imaginar que esse garoto saiba tão bem como deixar uma história ser tingida com verdade, pra falar a sério, nem parece que esse garoto seja um nato em esconder coisas, até mesmo de seus pais. Seus contos de vida, suas histórias de aventura interessam muitos, dá pra acreditar que ele já parou até mesmo em um jornal? Bem, nosso drama não acontece particularmente em cima de suas histórias, mas podemos dizer que isso é uma pista~
 
Enquanto a mãe de Andrew arrumava a mesa junto com seu pai e seu tio, Andrew conversava com seus sobrinhos sobre febres da internet e como aquelas coisas soavam engraçado (mas não eram, e eles sabiam disso).
Andrew tinha 11 anos e 1,65 M, não era muito magro e nem muito gordo, tinha cabelos castanhos escuros e era branco com sardas, e no exato momento vestia uma camisa branca com símbolos de natal e um jeans branco.
Andrew apesar de não falar sempre com seus primos (e muito menos vê-los com frequência), ele adorava eles e só de conversar com eles Andrew se animava, era como se eles pudessem ser amigos que seus próprios amigos não podiam ser, ou não estavam presentes ou até mesmo nem falavam com Andrew mais, até mesmo pra aconselha-lo ou dar apoio. Resumindo, Andrew os via como irmãos, não primos.
Enquanto ele falava com os primos, aproveitou uma inquietação por parte da conversa e perguntou se eles podiam vir, por breves segundos, ninguém respondeu, Andrew repete a pergunta e um de seus primos interrompe antes que ele possa completar a pergunta, dizendo calmamente e numa velocidade rápida de que não eriam estar nem neste natal, nem no próximo, pois estariam ocupados visitando outros parentes. Andrew se sentiu abalado com a resposta improvável dos primos e desliga no exato momento. Ele senta em sua cama e tira pra fora tudo que ele sentia por meio de lágrimas, muitas lágrimas.
Sua mãe grita para que venham beliscar algumas iguarias, todos vão direto pra mesa, menos Andrew, que a soa estranho já que Andrew sempre vem correndo animado para a mesa, principalmente em ceias de natal.
Sua mãe preocupada vai até seu quarto e calmamente abre a porta do quarto.
Ela fica espantada e pergunta: - O do porquê todo esse chora meu bem? - Sua pergunta tinha toda a paz do mundo, nem mesmo parecendo que ela estava realmente espantada.
Andrew aos soluços consegue responder que seus primos não estariam para vê-lo. Sua mãe sabia que eles não viriam, por isso deu o celular para ele ficar conversando com eles, mas não sabia desse final negativo da conversa que antes mesmo preenchia o quarto de risadas.  
Sua mãe, abalada, não esperava isso, muito menos dele, queria pra ele era só o melhor, mas não ocorreu como planejara e seu filho estava agora na sua frente, chorando parecendo que eria secar. Ela teve uma idéia, porém conteve e esperaria para lhe contar, indiretamente.
  

               |Pt 2, Primos parte pai|

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               |Pt 2, Primos parte pai|

Andrew vai para o banheiro enxugar as lágrimas após uma ordem de sua mãe, coitado de Andrew, tremia e apenas ficava parado na frente do espelho, mesmo depois de ter ligado a torneira não conseguia se mover, ficava, parado, apenas ele e o espelho.
Talvez, ele pensava, que não precisava disso tudo, era só os primos que não vieram e que não poderiam vir (que pra ele eram irmãos), mas não era só esse e o fato deles não estarem presentes no ano que vem, mas sim o fato de que ele teria prometido á 1 ano atrás que ele faria uma bugiganga para este Natal, e que eles não podiam faltar, seria muito importante não só pra ele, mas pro futuro da amizade deles.
Andrew totalmente triste, vai para a mesa depois de um bom tempo, e quando ele olha a mesa já estava sendo retirada.
  : - Ué, a mesa já está sendo retirada? - perguntou Andrew sem saber nada, já que sua mãe não eria deixar que a mesa fosse retirada enquanto ele não estivesse lá.
: - Ah não meu anjo, a mesa só foi posta antes para beliscos, agora estamos retirando para botar a ceia de verdade - responde sua vó que estava perto da porta junto com Andrew. Ele gostava de sua vó, ela era uma pessoa doce e muito calma, igualzinha a sua mãe.
Andrew fica mais calmo agora que sua dúvida foi retirada. Ele vai até seu quarto e tenta abrir a porta porém sem sucesso já que ela estava trancada, Andrew achando estranho vai para a sala de estar a procura da chave de seu quarto, enquanto ele procurava pela chave, abrindo gavetas e mais gavetas achou uma foto de infância com seus primos, seus queridos primos.
Essa foto que estava em sua mão devia ter sido retirada a quase 3 anos e estava bem empoeirada. A foto tinha ele e seus primos abraçados como se fosse uma roda, enquanto a câmera estava embaixo da roda pra tirar num ângulo particularmente legal, enquanto todos sorriam alegremente. Menos um desses primos não comparecia na foto, Andrew não sabia ( e até hoje não se lembra) o do porquê ele não estava aparecendo, exceto de uma lembrança sobre algo de ele não ter aparecido já faz muito tempo, era a prima mais velha dele e parecia já fazer séculos que ele não a via.
Andrew por alguma razão desconhecida não se sentia muito bem tentando se lembrar o que acontecerá com sua prima mais velha, sabe, razões desconhecidas. Algo tira seu calafrio que seria o seu tio e seu pai assistindo ao jogo das finais do Patriots contra os Vikings (antes que me perguntem, eu não estou prevendo nada). Só podia ser, seu tio e seu pai são loucos pelo futebol americano, ele nunca enxergou graça naquilo, muito menos na alegria daqueles dois diante de um jogo de futebol.
Andrew tenta encontrar a chave, mas sem sucesso, ele desiste. Logo ele ouve tocar a campainha e quando ele vira para a porta, ele vê sua mãe correndo desesperada para atender a porta, o garoto então decide espionar para ver o que há.
A mãe recebe duas pessoas bastante peculiares, pessoas que ele jamais vira em toda sua vida, nem sequer ouviu.
Um era um garoto mais alto que ele e também mais magro, média cerca de 1,72 M e parecia ter dois anos a mais de diferença, era negro e tinha cabelos pretos encaracolados com mexas um pouco amarronzadas, naquele momento ele vestia uma camisa preta de manga longa e um jeans preto acinzentado.
Já a outra figura era menor e era uma menina, parecia ter 1,54 M e ao ver de Andrew, parecia ser bem mais nova mas não tão magra quanto o outro, porém, de idade, ele não sabia ao certo. Ela era bem branquinha e tinha cabelos não muito longos nem muito curtos e seus cabelos eram pretos também, naquele momento vestia um moletom rosa que era grande demais pra ela, dando quase até mesmo para chegar aos joelhos, e usava uma calça longa de tecido preto. Algo que ela chamava na atenção de Andrew eram seus olhos rosa meio vermelho brilhantes, nada de mais, só incomum...talvez?
Sua mãe comunicava com aqueles dois jovens sobre algo relacionado a Andrew, ele só conseguira ouvir seu nome sendo citado, apenas, mas chamou muito sua atenção já que estamos falando de pessoas que ele nem mesmo ouviu falar muito menos ver. A mãe de Andrew leva eles para a cozinha aonde estavam preparando e arrumando a mesa para a ceia, Andrew cautelosamente agachado se aproxima da entrada da cozinha e se enfia debaixo de uma mesinha que havia ali por perto. Andrew bisbilhotando tudo que estava acontecendo se esforça para ouvir o máximo que pode, naquele momento, Andrew ouve algo parecido com "poder animar meu filho" ou "ele está muito triste e peço que vocês dêem uma forcinha pra ele". Andrew desesperou-se naquela hora, como assim ela queria substituir seus primos para alguém que ele nem conhecia? Ele não queria ajuda naquela hora, ele só queria ficar sozinho e esquecer essa loucura toda, ele não quer mais lenha na fogueira. Andrew sabe muito bem que sua mãe não queria o mal a ele, mas ele também queria que ela percebesse que ele não precisa de ajuda mais, não naquela hora.
Andrew tenta se levantar mas sua cabeça acaba batendo no teto da mesa (ele tinha se esquecido que era uma mesa pequena, não culpem sua pequena memória), fazendo um barulho imenso e fazendo com que alertasse os outros. Ele tenta escapar o mais rápido que ele pode mesmo com a cabeça latejando, os outros tentam correr atrás dele. Andrew tenta abrir a porta do seu quarto com muita força, porém sem sucesso. Ele olha pro lado e se lembra que havia o quarto da sua mãe e que quase sempre estava aberto, ele corre para a porta e com uma investida ele arromba o quarto. Quando ele se depara, atrás dele ele pode ouvir passos de alguém subindo as escadas. Ele também se lembra que a chave do seu quarto sempre fica na prateleira mais baixa de sua mãe atrás de um jarro com flores (como sempre, memória curta). Com a chave na mão ele tem que se esconder e rápido!
Sua mãe e aqueles jovens sobem e encontram o quarto aberto, era ali aonde ele estava. Eles entram e olham por todos os cantos, mas nada.
: - Seu filho parece se esconder bem, hein Sra. Russel - Diz o menino mais alto com um tom meio sarcástico e fumegante. Era assim o sobrenome da família de Andrew, Andrew Russel.
Todos partem para a revirada do quarto, procurando nos armários, no banheiro particular do quarto e até mesmo na vista que dava da janela. Porém, Andrew não estava se escondendo em lugares como estes, ele se escondia de baixo da cama com uma bolinha de gude nas mãos, pronto para a distração.
Sua mãe então nota que ele só pode ter se escondido debaixo da cama, neste breve momento de "lucidez", o garoto aproveita para tacar a bolinha de gude em direção do armário, que emite um som alto o bastante para chamar a atenção de todos. O armário tinha um espaço embaixo grande o suficiente para alguém se esconder, logo acharam que ele estivesse lá. Neste momento, Andrew sai da cama com toda a rapidez. Mesmo com tamanha agilidade, o garoto não escapa de sua mãe, que foi mais ágil que ele.

Little Drop Of Roses Opowiadania do pokochania. Odkryj je teraz