Alissa York filha de uma meretriz e um Duque, foi criada sem sua mãe e praticamente sem nenhum afeto.
Aos 16 anos acaba sendo pega no flagra tendo um caso com o Jardineiro de sua casa. Acaba sendo mandada por seu pai a um colégio interno, onde p...
Meu pai, Duque Victor York, gritava em berros de fúria. Que provavelmente se ouvia pela mansão inteira.
"Você vai para o internato Beauchamp e vai passar um bom tempo lá!"
Seu rosto estava vermelho de tanto gritar e uma veia saltava em sua testa, parecia que a qualquer momento ele explodiria. Enquanto eu apenas cruzava meus braços e o olhava com zombaria.
"Querido acalme-se!"
A duquesa Lilian York, minha madrasta, o abraçava tentando acalma-lo.
"Obrigada querida" Disse ele se acalmando e alisando o braço de sua esposa.
Um pouco mais calmo ele volta a se recompor.
"Saia Alissa, antes que eu volte a me irritar, mas não saia de seu quarto até eu lhe chamar" Disse o velho homem.
Sem nada a dizer, eu me retirei até a porta para fora do seu escritório, mas antes o mesmo chamou minha atenção.
"Olhe pra cá!" Diz ele.
Me recusando a virar apenas fiquei parada de frente para a porta. Bufando ele voltou a falar.
"Você irá diretamente amanhã pro internato, Rute vai arrumar suas malas. Seu jardineirozinho também já foi expulso daqui, nem pense em buscar ele, agora vá!" Dizia ele em tom irritado.
Sai rapidamente de lá e fui em busca do meu quarto no mesmo andar. Entrei no quarto e me joguei na cama macia. Supirei enquanto encarava o teto. Você deve estar confuso agora, sobre o por quê de tanta raiva da parte do meu "querido" pai. Basicamente minha madrasta me encontrou com o jardineiro, ne beijando e com a mão em meus seios. Meu pai sabendo disso se enfureceu obviamente e agora estou nesta situação. Vocês podem estar pensando que talvez esse jardineiro seja o amor da minha vida e que era um romance proibido, mas não é bem assim. John trabalhava na casa há um ano e era filho do antigo jardineiro, que por problemas de saúde botou o filho no seu lugar. John é um homem sexy de morrer, cabelo castanho escuro, traços fortes e ombros e um peitoral que meu Deus. Logo que ele entrou aqui, vivíamos trocando olhares descarados, mas ele não tinha coragem para se aproximar, já que ele era funcionário do meu pai. No entanto eu tomei a atitude, primeiro comeceicom pequenas saudações, uma piscada e logo flertes, até o momento em que o beijei e daí mesmo clmcerta relutância da parte dele, ele cedeu e começamos uma relação as escondidas. Sempre trocávamos beijos quentes, atrás de árvores, arbustos, tentando de tudo não sermos pegos. Nunca chegamos aos finalmente de fato, já que eu mesma não o deixava e ele não se atrevia a passar dos limites, mas as vezes tonha uma mão em minhas pernas, cintura e na última vez deixei ele tocar meus seios, por cima das diversas camas de pano. Pode parecer estranho uma moça de familia nobre, que são criadas para serem puras e virginais, se atracar com um homem nas escondidas. Mas eu tinha curiosidade, queria sentir a sensação boa que todas as damas casadas diziam nos bailes ao beijar. No entanto tudo que eu sentis era uma quentura no corpo e outros lugares específicos, mas nada de borboletas no estômago e coração acelerado que elas diziam ao beijar seu amado. Contudo, mesmo assim eu aproveitava das quenturas boas que aquilo me proprocionava, sempre me preocupando em manter escondido aos olhos dos outros. Até a ocasião da minha adorada madrasta me encontrar e mandar um dos homens do meu pai o expulsar a ponta pés.
Me sinto um pouco mal por fazer ele perder o emprego, apesar de que bou sentir saudade de seus sussurros quentes , os beijos e mãos quentes. Não me sinto de coração partido por nos separarmos. O verdadeiro caos, é o fato de que eu terei que ir pro bendito internato e sabe se lá quanto tempo passarei naquele lugar. Se minha mãe estivesse aqui...
Minha criada Rute sacudia o meu corpo, enquanto me chamava incessantemente.
"Senhorita! Você precisa se arrumar!" Dizia ela com leve tom de raiva.
Comecei a abrir meus olhos lentamente. A primeira coisa que olhei ao abrir meus olhos, foi o teto branco com um enorme lustre. Enquanto tomava coragem pra me levantar.
"Senhorita! Preguiça é feio para uma dama!"
Ela começou a me levantar pelos os mehs braços rapidamente. Ligo me fazendo ficar em pé, enquanto minha mente acordava.
"Não tenho um segundo de paz nesta casa" Disse bufando enquanto passava as mãos pelo rosto.
"Sairemos em três horas, precisamos te preparar depressa!"
Ela falava apressada enquanto se dirigia a meu armárioem busca de uma vestimenta, achando todo o necessário logo depois. Depois de alguns minutos de vestir minhad roupas íntimas, anáguas, aperto de espartilho, e enfim meu vestido e acessórios, eu estava quase pronta.
"Senhorita, o que quer no cabelo?"
"Apenas o de sempre, sabe como é trabalhoso arrumar ele demais"
Meu cabelo ela farto de cachos negros, ele sempre estava rebelde e cheio, era difícil de se pentear. Então só optava pelo pentado que o deixava com uma aparência menos rebelde e que fosse mais simples de se fazer, como um coque. Após mais alguns minutos para pentear meu cabelo, finalmente estava pronta. Levamos uma hora inteira só essa para essa arrumação.
(Roupa de Alissa)
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Logo as três haviam se passado, entre elas tomei meu café da manhã, terminamos o que faltava nas malas e já estava em frente a mansão, com a minha empregada ajeitando minhas bagagens na carruagem.
"Meu pai não virá me ver?" Digo a Rute.
Rute com um olhar de pena me responde.
"Senhorita, Senhor York não se encontra, sinto muito..." Disse Rute com pesar.
"Não se preocupe, sabe que estou acostumada" Digo.
No fundo eu estava magoada, sabe lá quantos tempo vou passar fora, talvez meses ou anos, mas eu já sabia que isso aconteceria. Respirando fundo e me recompondo, me voltei pra Rute.
"Acho que já está tudo pronto certo?"
Ela assentiu.
"Então vamos!"
Logo subi na carruagem com a ajuda do cocheiro, com Rute me acompanhando em seguida.
Abri a janela da carruagem e olhei mais uma vez pra enorme mansão York, com un pesar fechei a janela e partimos para fora.