Piloto.

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O sol resplandeceu no céu; o relógio marcava exatos 06:15 da manhã. Nicholas acorda com o barulho do despertador, e quando o mesmo decide desligar o mesmo, Gabriel dá um tapa no relógio, fazendo ele cair e quebrar no chão.

Nicholas nega com o balançar de sua cabeça. Levanta-se vagarosamente até o banheiro e lá realiza suas necessidades fisiológicas. Gabriel se virou, e cobriu seu rosto, reclamando e resmungando debaixo da coberta.

A noite foi curta para os irmãos, visto que ambos tinham passado a noite atrás de um ninho de vampiros na cidade de Juiz de Fora - Minas gerais.

Depois que Nicholas troca de roupa e se arruma, Gabriel decide levantar e abre apenas um olho, abrindo a boca para bocejar enquanto passa ao lado de Nicholas.

Nicholas - Nossa, andou comendo bicho morto ontem? Pelo amor de Deus...

Gabriel não diz nada, apenas mostra o dedo do meio para Nicholas e entra no banheiro, fechando a porta.

Nicholas nega com o balançar de sua cabeça, e sai do quarto indo para a lanchonete do hotel aonde estavam. Desceu as escadas vagarosamente, chegou a cozinha e entrou na fila para pegar o café da manhã.

Após pegar seu lanche natural com maionese verde, e um suco de laranja, ele caminhou até a mesa e abriu seu celular para conferir as notícias é uma lhe chama a atenção.

Deixou seu lanche de lado quando estava prestes a comer, e começa a ler a respeito. Gabriel senta-se na frente do mesmo, com seu pão com ovo e um grande copo de café.

Gabriel - Eu entendo você deixar o lanche e começar a ver o celular. Até eu faria isso, comer pão com salada... Tão tedioso.

Gabriel deu uma mordida no pão e então o óleo escorreu do pão e encharcou o papel que ficava em volta do lanche. Fechou os olhos e mastigou como se fosse um prato requintado.

Nicholas - Não é isso. Eu acho que temos um caso... Presta atenção... Um homem foi encontrado morto, na cidade de Curitiba, perto de Campo Largo. A morte dele foi datada das 18:00 horas.

Gabriel - Ah que pena. Que Deus conforte o coração da família e blablabla.

Gabriel volta a morder o lanche e encher a boca com o conteúdo. Nicholas faz uma linha reta com seus lábios.

Nicholas - Calma. Eu pesquisei mais a fundo, e desde 1877, houve mais de 35 mortes, datadas quase na mesma hora, no mesmo local e todas tinham uma coisa em comum, inclusive essa. Todas as vítimas foram mortas, e com elas, estavam um saco de ervas...

Gabriel - Bruxaria...

Nicholas balançou com a cabeça positivamente e faz uma careta ao ver o óleo pingar do lanche de Gabriel. Pega o seu lanche natural, e começa a comer.

Ambos terminam de comer e entram dentro do carro, que estava estacionado no estacionamento do hotel. Caíram na estrada e logo chegaram na cidade de Curitiba, após algumas horas.

Nicholas foi ao necrotério, para ver se achava alguma pista a mais no corpo. Ele estava com um terno social. Enquanto Gabriel, foi até o local aonde de fato foi encontrado o corpo do homem morto.

Nicholas caminha na direção da mulher, que estava no balcão, e então pigarreia chamando a atenção da mesma, que estava distraída falando ao telefone.

Jenifer - Pois não...

Nicholas - Sou o agente Henrique, da ABI...

Jenifer fez uma cara de quem não sabia o que era aquilo, e então ficou encarando Nicholas, que de seu bolso, retirou uma carteira.

Diário de um CaçadorDes histoires addictives. Découvrez maintenant