Capítulo 1 O parque

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Em uma noite sombria, uma garota chamada Luísa estava voltando para casa e precisava passar por um parque sombrio, sem muita escolha ela entra no parque, e no meio do caminho, coisas estranhas começam a acontecer, e então, assustada, Luísa começa a correr, mas algo dá uma rasteira nela e começa a arrastar a menina para dentro do parque.
-Ah não, me solte. – Luísa grita desesperadamente, e não é mais vista. Dois dias após o ocorrido, um grupo de amigos passeavam no mesmo local, buscando alguma aventura, porém não tiveram êxito no seu objetivo. Mal sabiam que o pior estava por vir. Ao anoitecer, ao tentarem sair do local, não conseguiram achar a saída, e se encontraram perdido no meio do parque.
-Galera, são que horas? Pelo amor de deus, não aguento mais! Minhas pernas já estão pedindo arrego!- Sara pergunta, pois já se encontrava com as pernas bambas de tanto andar.
–São 17h e 50min, e que pena que a princesa está com dor nas pernas!- James responde com um tom de ironia, revirando os olhos.
-Ah, gente, parem de brigar! Ao invés de ficarem brigando, por que não acham essa droga de saída? O parque fecha daqui dez minutos se não perceberam! – Jack soltou, já que não aguentava mais aqueles estranhamentos entre James e Sara. Porém, ao tentarem sair, eles entram ainda mais no parque.
-São que horas?- Sara pergunta de novo, dessa vez ainda mais com um tom de preocupação.
-São 18h 20min, e pare de perguntar as horas porque isso não vai adiantar nada!- Jack falou furioso, fazendo apenas com que o clima no grupo piorasse.
-Não sei se perceberam, mas o parque fechou há 20 minutos.- Rodrigo disse- Estamos presos aqui!- Finalizou.
-Ah, pronto, era só o que me faltava, o que devemos fazer agora?- Sara disse, com seu tom de deboche.
-Agora a gente senta e chora, 'uai', óbvio. - Rodrigo debocha, revirando os olhos.- Vamos procurar um lugar para dormir, mas eu ainda prefiro a primeira opção, mas fácil e prático- Diz, mas desta vez com um tom mais sério. Eles vão à procura de um lugar para passar a noite, porém no meio do caminho eles encontram algo.
-O que é isso?- James pergunta.
-Acho que é um sapato, de menina para ser mais específico. – Rodrigo diz apenas analisando o objeto de longe, ao esticar a mão para pegar o sapato, é interrompido por Sara:
- Você está louco? Pode ser ritual ou pode estar cheio de germes!- Mas Rodrigo acaba pegando-o – Você é nojento, eca!- Sara responde, fazendo um sinal de reprovação com a cabeça.
-Desculpa se estou atrapalhando o momento 'DR' de vocês, mas aquilo não é um colar?- Jack fala com os olhos arregalados, já que estava muito preocupado com a situação-É um colar escrito Luísa. - Jack diz analisando o colar.
- Luísa, que nome esquisito- Sara interrompe o clima pesado- Conheci uma Luísa que era chata e insuportável...
- Rodrigo interrompe- Que nem você?- Sara enfurece e dispara.

- Olha como você fala comigo...-Sara é interrompida por Jack que olhava fixamente para uma mancha no chão.
- Gente? O que é essa mancha no chão... -Rodrigo é interrompido novamente por James.
- É sangue.
Com essa afirmação, todos arregalam os olhos e Sara diz, em estado de choque
- Galera, vamos sair daqui, agora!- Fala com um tom de preocupação e muito medo.
- Sara, não sei se você ainda está no seu mundo de príncipes e castelos encantados, mas acorda! Estamos perdidos!- James responde- Além disso, essa menina deve estar machucada, você não devia ter mais compaixão pela pobre menina indefesa?- Finaliza.
- Mas também sou uma pobre menina indefesa, vocês não deviam ter compaixão de mim?- Sara responde, piscando os olhos em um tom irônico.
-Lamento Sah, vamos ficar aqui, pode tentar ir para casa, a menina deve estar seriamente ferida. - James diz, e então, inconformada, Sara rebate
- Vocês são imprestáveis. - Mas antes que algum dos meninos pudesse responder, Sara deu as costas e saiu correndo, com algumas lágrimas se formando no canto dos olhos.
Após alguns minutos correndo, se cansou de correr e começou a resmungar
-Mas que droga, que diacho essa menina estava fazendo aqui nesse parque sozinha, ela me paga, espero que tenha se perdid... - Antes que pudesse terminar sua frase, uma gota de sangue cai na sua testa
-Mas o que... - Algo puxa Sara pela cabeça, antes que ela pudesse terminar sua frase novamente
- Pare agora, me solte!-
Até que a coisa diz
- Você é minha!
Possuindo Sara.


Terror no parqueWhere stories live. Discover now