Para aqueles que prezam os bons modos, um presente não deve ser devolvido. É o tipo de produto sem devolução e até pode ser um ato de pura ingratidão se for aceito com reclamações.
Mas aquele presente não era o caso.
Assim como a Lua, para alguns, foi um presente de Deus, para outros foi a Remetente daquele presente tão perfeito e sem falhas.
Por muito tempo, a jóia de fulgor prateado observou a triste vida das criaturas abaixo de si. O desespero de ser largado no mundo, sem um lar, à própria sorte.
Era visível quantas espécies estavam sendo importunadas por serem diferentes, poderosas, únicas.
Dentre elas, as bruxas tinham seu merecido destaque. Sua fama de rainhas da natureza. Senhoras e senhoritas que faziam o possível e impossível para manter a paz.
Elas ensinavam outros seres perseguidos a rezarem por algumas deusas e a mais importante delas era Diana, Deusa da Lua. Ao seguir disso, eles admiravam a grande musa e faziam súplicas atrás de súplicas, cada reza, cada desejo por segurança, sossego, sem guerra, sem mortes.
Até que a Lua, mais poderosa e desejada que qualquer coisa naquele mundo entre iguais e diferentes, cansada de observar tamanha injustiça, dá aos seres sobrenaturais um lar: uma floresta.
Em agradecimento, todos os seres juraram ao redor da fogueira criada para comemoração que jamais quebrariam as regras impostas pela própria fauna e flora. Ensinariam cada uma das futuras gerações a respeitar sua morada e a protegê-la com a vida.
Agradecida e agraciando a comemoração alegre, a Lua concedeu-lhes a paz que tanto desejavam, mas não sem antes mandar através de suas luzes banhadas de encantos, o nome da Floresta que representou sonhos e esperanças por dias melhores: Moonchild.
Alguns anos, décadas, séculos se passaram até que Moonchild completou seu primeiro milênio de existência e recebeu dois novos moradores especiais de seu próprio modo: Aggus — um poderoso e bondoso mago — e seu bisneto Abby — um jovem humano descendente de uma longa linhagem de magos, mas sendo ele o único sem poderes.
O velho Aggus, por carregar no sangue o poder, foi recebido com sorrisos, braços abertos e festa; mas Abby? Ignorado com muito sucesso, na verdade chegou até mesmo a ser humilhado e desprezado por ser o único sem poderes na própria família.
Infelizmente, isso o levou ao extremo do que o psicológico humano e frágil de uma criança pequena poderia aguentar.
Então, usando as palavras, dois dias desaparecido e com a razão completamente destruída, aquele garoto de dez anos causou a morte de quinhentas criaturas.
Ele envenenou o lar de todos e as bestas o puniram por isso, a vida dele por quinhentas outras de inocentes; espalhou palavras causadoras de todo aquele massacre e isso marcou cada criatura, cada árvore e cada folha com a lembrança de um sangrento primeiro milênio para aquele lar tão acolhedor.
Moonchild sangrou com as quinhentas vidas e a Lua junto do Céu chorou por eles.
[...]
Ain meu coraçãozinho de água viva, muito obrigada aos terrestres que chegaram até o fim desse prólogo 😘😘😘
Sério, estamos arrumando isso desde Setembro e só esse ano começamos o enredo que preste. Eu fico muito emocionada por finalmente ter uma obra que vai até o fim, o melhor é que eu não estou sozinha💜❤
Em poucas palavras, espero que sentem-se com um chá e acompanhem nosso bebê💕🙂🍷
~Cy💘
JE LEEST
.•°Moonchild°•.
Algemene fictieA Floresta de Moonchild foi um Presente da Deusa da Lua, Diana, para as criaturas mágicas se esconderem do poderio mortífero dos humanos. Ande por terras traiçoeiras, duvide dos próprios olhos, pule rochas, escute o conselho das árvores, mergulhe em...
