Prólogo

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Prólogo
Uma noite chuvosa e densa cobre a cidade de Washington, não há pedestres nas ruas, não há carros circulando, somente o som das gotas pingando nas poças formadas no asfalto.
Uma sirene é ouvida ao longe, mas não demonstra perigo, os trovões iluminam os prédios, alguns ainda de pé e funcionando, e outros estão em ruínas ou parcialmente destruídos. Mais à frente dois soldados saem rápido de dentro de uma tubulação de esgoto e se encostam à parede do córrego.
_ Droga Frank, eu disse que a segurança estaria reforçada, eles são muitos.
_ Nós não podemos desistir Bruce, a nossa única chance de vitoria está dentro daquele prédio, vamos voltar para casa e pensar em um novo plano.
Os dois foram se esgueirando por entre os destroços da cidade até chegarem a uma velha fábrica de carros abandonada e lá dentro abrem uma escotilha no chão que leva ao subsolo do local. É um lugar sujo, mal iluminado e com um cheiro nada convidativo, diversas pessoas machucadas e doentes lutando para sobreviver.
Os dois entram em uma sala com uma mesa no meio e outros dois soldados sentados em volta:
_ Tiveram sorte? – pergunta o primeiro.
_ Claro que não, o Frank me arrastou para aquela merda e nem mesmo me conta o que diabos estávamos procurando.
_ Nós só precisamos de uma distração, algo que desvie o olhar deles por alguns instantes.
_ Mas que merda! – Interrompeu o outro soldado – pare de nos mandar as cegas para a morte e conte o que tem de tão importante naquele maldito prédio.
Frank respira fundo e começa a falar:
_A pessoa que está presa naquele prédio sabe de um jeito para acabar com o líder deles e pode nos ajudar a entrar nas instalações secretas do pentágono, além de que eu devo minha vida a ela.
_Vocês se conheciam antes da guerra? – Pergunta Bruce.
_Sim e por muito pouco teríamos evitado tudo isso... Então sente-se Bruce, a historia vai ser longa. 

The New Order of a Old EvilStories to obsess over. Discover now