Realismo; ficção.

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O livro, O velho e o mar, aborda uma história triste e sofrida de um velho pescador que passou 84 dias sem pescar um só peixe válido para venda. Ele sempre pescava com ajuda de um garoto, Manolin, portanto os pais desse rapaz, achando que o velho era azarento, resolveram pôr ele trabalhar em outro barco. Assim o velho ia ao mar sozinho, mas mesmo assim o garoto continuava ajudando no que podia, como carregar rolos de linha ou o gancho do arpão, ou ainda a carregar a vela do simples barco, Manolin de aproximadamente 12 a 14 anos de idade era muito carinhoso e até levava comida para o seu velho amigo.
Na última noite antes de o velho ir ao mar, ele e o garoto enquanto jantavam sob a luz da lua, conversaram sobre beisebol e os jogadores importantes, logo o garoto entregou ao amigo algumas iscas, e atuns para o café da manhã e partiu, o velho adentrou a sua cabana, se deitou e dormiu; apesar de ser velho, ainda sonhava como uma criança.

O pescador era magro e seco, cheio de rugas por causa da idade e suas mãos estavam cobertas de cicatrizes causadas pelas linhas ganchadas em pesados peixes. O livro diz que tudo nele era velho, nada recente, a não ser os olhos que tinham um brilho indomável e esperançoso.

No dia seguinte antes do sol se por, o velho já estava desperto e foi à casa do menino para acorda-lo e seguirem o pesado e longo dia. Pro menino o velho era o despertador, para o velho era a idade!
Ainda de madrugada, o homem foi ao alto mar, tentar a sorte, ver se dessa vez conseguiria algo que rendesse e mostrasse aos outros pescadores que ele ainda tinha sorte e força. Antes de amanhecer por completo, já tinha isca na água, uma das linhas ia a setenta metros de profundidade, outra a cento e trinta e uma terceira a mais de cento e oitenta metros. Cada uma das linhas eram da grossura de um lápis, forte o suficiente para quaisquer tamanho de peixe.
Ele ficava ali esperando que um bom peixe fisgace seu anzol, com seus pensamentos, sonhos, suas profundas tristezas e ingênuas alegrias, conversava com pássaros e até mesmo com pequenos peixes voadores. 

Depois de um bom tempo, o velho sentiu um forte puxão em uma das linhas e ficou bem alerto, poderia ser um peixe grande, porém, o esticão foi um pouco delicado. Mas logo depois o velho teve serteza, era um Espadarte que estava comendo a isca na cabeça do anzol. Dessa vez daria certo! No entanto o peixe não comeu a isca de maneira que o matasse, então passou a avançar regularmente e foram afastando de vagar sobre a água e o velho continuou segurando a linha, era impossível puxa o peixe para o barco.
O velho com seus pensamentos, segurou a linha de anzol por um dia inteiro, no dia seguinte pela manhã, se lembrou de comer o atum que Manolin providenciou. Estava cansado deveras e sua mão esquerda estava com cãibras fortíssimas, já estava muito distante da cidade e sentia falta do garoto ali. Certamente um homem tão velho como ele não devia ficar sozinho, tão pouco no mar! 

Depois de um tempo, ainda pela manhã, o peixe saltou para fora do mar mostrando sua beleza e tamanho, e infelizmente não foi um pulo que pudesse mata-lo, o velho ficou preocupado pois a cãibra ainda atacava. Um pouco mais de meio dia a mão estava sã, mas ele se via exausto, até começou rezar Ave-Marias.
O tamanho do peixe era impressionante, claro que o velho já havia capturado algum tão grande quanto, mas não sozinho assim.

O homem tem sorte, e se tivesse que matar a lua ou o sol todos os dias para sobreviver?

Na terceira noite, o peixe mostrou seu cansaço e pois-se a pular fora d'água, juntou-se ao barco e o velho pode, dessa maneira, amarra-lo no barco ficando lado a lado. Assim o velho percebeu melhor o tamanho daquele peixe que daria muito dinheiro. Mas o pior veio a acontecer quando um tubarão Mako muito grande resolveu atacar eles, o velho o matou com muita dificuldade, no entanto, foram aparecendo muitos outros tubarões durante o resto do dia e no decorrer da noite; o senhor ainda se mostrou muito forte ensanguentando a metade daqueles peixes bruscos.

O velho pescador lutou com todas suas forças para conseguir levar o peixe para a venda, mas foi impossível, vários tubarões rodiaram o barco e devoraram todo o peixe deixando apenas a espinha dele. 
Como não existia peixe mais, a não ser os ossos, o velho voltou pra casa com a embarcação leve e sem problemas, mas estava chateado. Até tinha criado um pequeno afeto com o peixe-espada.

No quinto dia, quando chegou ainda de noite, foi para a cama, estava morto de cansaço, desidratado e bem triste, pois-se a dormir e lá no lado de fora se encontrava o barco com a carcaça do peixe servindo como prova à todos que o velho realmente tinha capturado algo bom, mas que a sorte por sua vez não se disponibilizou a andar lado a lado com o decrépito senhor .

Fim!

resumo, O velho e o mar.Where stories live. Discover now