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Capítulo 1

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- Parabéns Rose! Você tirou nota máxima em Física! - Cassius, meu professor de tal matéria, me entrega a prova sorridente, como se eu houvesse ganhado na loteria.

~

- Eu te amo Rose. - Copper me diz, ajoelhando-se em minha frente com um buquê de rosas em suas mãos.

~

- Você é a melhor amiga que alguém poderia ter! - Maggy me abraça, depois de eu ter lhe ajudado a estudar para uma avaliação de química. A qual, tirou nota máxima.

~

O meu dia estava ótimo e me sentia convencida de que nada faria aquele dia desagradável.

Porém havia me enganado.

Assim que minhas aulas estavam prestes a se encerrar, a diretora adentrou na sala e chamou por meu nome. Sem entender, segui a mesma até sua sala, a qual era linda.

Suas paredes tinham um tom avermelhado, com retratos de gatos - os quais deveriam ser dela. A mesa, de madeira rústica, se encontrava no centro da sala, com porta retratos de Valdeia - a diretora - e sua filha.

Ela se senta em sua cadeira de couro, a qual range assim que se abanca sobre ela.

- Seu pai ligou para a escola, pedindo que lhe informasse que sua mãe sofreu um acidente. - ela profere as palavras numa calma. Mal sabendo que suas palavras calmas, tiveram um impacto tão forte em mim.

- O que?! - pergunto assustada. Levantando da cadeira que eu havia sentado, começando a andar na sala desesperadamente.

De todas as coisas que eu esperasse que Valdeia fosse dizer, essa não era uma delas.

- Eu preciso que mantenha a calma, seu pai pediu para que você se encaminhe para sua casa. - ela levanta caminhando em minha direção, tentando me fazer parar de andar pela sala. Aquilo já devia estar a irritando.

- Por que a senhora me trouxe na sua sala para me informar de tal coisa? Não poderia ter me dito diretamente na porta da sala e assim eu iria o mais rápido possível para casa?

Não dou chance para que a mesma responda e me direciono para a saída da escola, deixando todos os meus pertecens para trás.

~

Assim que chego em casa, percebo que estou sozinha ali.

Aproveito a solidão da minha casa para me afundar nas minhas próprias lágrimas. Não quero tirar conclusões precipitadas, mas algo me diz que minha mãe não está bem e meu pai estava escondendo isso de mim, ficando longe de casa.

Um barulho insurdecedor de um grito me tira de meu estado abatido, o transformando em puro pânico.

Levanto do chão o qual eu havia me sentado, e me direciono para o local de onde ouvi o barulho. Burra eu? Nunca.

Quando chego à cozinha, avisto sangue em todas as paredes e os corpos de meu pai no chão.

Olhando mais atentamente, vejo um... Homem? Não, aquilo definitivamente não era um homem, não se parecia nem com algo humano.

Era completamente preto e só se dava para ver dois pontos brancos, que deveriam ser seus olhos.

- Olá, Rose. - a criatura diz, se aproximando em passos estranhamente lentos.

Tento ignorar o fato de que meu pai está morto na minha cozinha e corro para fora da casa, sentindo ser perseguida.

Preciso pensar em uma maneira de despistá-lo, rápido!

Resolvo usar a tática de uma grande amiga minha, Dora a aventureira.

- CIRATURA NÃO ME PEGUE! CRIATURA NÃO ME PEGUE! - grito ainda correndo sem rumo.

Plano A não deu certo, resolvo tentar usar meu plano B.

Avisto uma floresta e adentro a mesma, na intenção de que ele me perca de vista em meio às árvores. Quanto mais fundo entro na mesma, mais macabra ela fica. Tudo resolve ficar mais escuro e mesmo assim, ainda consigo ouvir passos atrás de mim.

Burra como eu sou, tropeço em uma pedra e acabo caindo entre duas árvores.

Resolvo aceitar que era o meu fim e continuo deitada no chão, esperando a criatura chegar.

De repente, os barulhos alvoraçados dos passos do ser, desaparecem, me fazendo levantar a cabeça e olhar ao meu redor.

Quando olho, reparo que estou em um lugar claro e com bastante luz.

Fudeu, eu já morri e nem reparei.

Antes mesmo que conseguir raciocinar em mais algo, sinto um grande impacto na minha cabeça, me fazendo apagar.

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ESSE FOI O PRIMEIRO CAPÍTULO, LEIAM O SEGUNDO POR FAVOR, PELO AMOR DE DEUS.

tenham um bom dia, seus lindinhos.

tchau

Um novo jeito de viverVerhalen om door geobsedeerd te raken. Ontdek het nu