"O vento frio batia contra a pele quente do meu rosto, eu sorria para o horizonte que se estendia diante de mim, via as nuvens brincando de serem feitas de algodão, e em meio ao meu deslumbre do mundo, uma voz, bastante conhecida me chama.
-Princesa...
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Minha cabeça doia. O pensamento que seria hoje meu último dia de vida era angustiante. Vivi a vida toda sobre esse destino. De que no meu aniversário de vinte e um anos eu seria morta, pelo meu pai.
Meu nome é Elaine Fortile, sou a primeira filha do rei de Moter, Adrick Fortile, e sua rainha, minha mãe Stefania Fortile.
A capital de Monter era o meu lar: Vidtia, berço do sobrenatural. O Castelo que era minha casa, ficava bem ao meio da cidade, aonde uma enorme árvore, do tamanho de arranha-céus cobria a enorme construção. Seus enormes galhos nunca deixaram uma única folha ou pétala cair. Sempre tivera a mesma aparencia: gigantesca, florida e bela. As estações não surgem efeito na árvore, cujo seu nome é Gortia, sede do poder sobrenatural. Ela era nossa força, e sempre nos protegeu. Meu pai disse que nossos antepassados não precisaram construir o enorme palacio em qual nós moravamos, ele sempre existiu, com suas paredes decoradas com ouro e pedras preciosas, seus tetos abobadados com imensos lustres em seu meio, e pequenos diamantes encrustrados, que refletiam a luz, nos trazendo a ilusão de estrelas, mas o que eu mais gostava não era os cômodos pomposos cheios de riqueza, mas sim a biblioteca que me trazia milhões de história espetaculares, exceto por um livro, que era nominado como "Profecia Primogenita".
Ele contava a minha profecia, eu não acreditava em profecias, e meu povo? eles infelizmente acreditavam em profecias.
De tanto ler aquele livro de capa preta, com detalhes em dourado, com um rubi encrustado no meio, eu ja sabia de cor a parte que cabia meu destino.
"Nascerá então a primeira dos primeiros Mas está nunca possuirá herdeiros Pois a sua vida deverá ser dada A deusa do tudo e do nada Meirta precisa de sua alma Para que não perca a calma E o Reino de Morte não destrua E que plenas permaneçam as ruas Dêem a primeira aos deuses do mundo Para que o seu povo não caia em desespero profundo Deverá-a matar o dos primeiros o mais velho Esqueça seu amor por ela ou critério Para salvar seu povo tirará a vida Do seu bem mais precioso, a sua filha. Ao final da noite em que completaste vinte e um anos Mate-a imediatamente para que não haja danos Seu povo será salvo com o seu sacrifício Mesmo que não seja mais que o seu ofício Após a morte a abraçar, e seu corpo sangrar Debaixo da grande árvore deve a deixar Seu corpo agora morto descansará Enquanto a alma, aos deuses pertecenrá."
Eu ja não chorava mais pela profecia, eu me acostumei com a presença da morte em minha vida, e era isso que aterrorizava, eu havia me acostumado com a morte e não lutava contra nada para poder me livrar dela, eu queria viver, mas quem sabe morrer em prol do meu povo era o melhor, não é? Eu já não sabia.
Estava com uma coroa de flores em minha cabeça, essas eram flores especiais, Lounchs, elas cresciam ao pé da grande árvore, seus botões eram pequenos diamantes, e suas pétalas, brilhantes como seda, e macias como algodão. Minha maquiagem era simples, dava me um ar de pureza, meu vestido branco era de gazar, o que complementava a intenção de me mostrar inocente, meus sapatos seguiam até meu tornozelo em laços de fita. E eu odiava estar parecendo uma donzela calma e bondosa. Não tinha nada a ver comigo. Meus cabelos negros e os olhos vermelhos, contestavam aquela fachada de plenitude.
Nem mesmo as roupas que vestiria em minha morte eu poderia escolher, mas será mesmo que a morte me era tão ruim assim? Eu já estava acostumada a ela, mas nunca a aceitei, engraçado é que todo ser humano morre algum dia, mas nascer na família real era proveitoso pois nossa vida era de longa demais. Qual é graça me matando nos meus recem adquiridos vinte e um anos? Não poderia ser os meus cinquenta? Ao até mesmo quando era um bebê, eu nem iria me importar afinal.
Mentirosa. Eu sou uma mentirosa. Vivo falando que não temo a morte, mas estou me questionando a todo momento. Mas que merda, eu não quero morrer! Maldita deusa Meirta! Eu quero te matar! Acho justo ja que você quer o mesmo destino a mim! Então que eu morra!
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OI AMORES DA MINHA VIDA!!! Então esse é prólogo, ta uma bosta? Tá. Mas assim eu me esforcei pra fazer essa bosta então dêem carinho ao meu mais novo livro, panfletem esse bebê aqui por favor, se vocês quiserem vou fazer uma lista de personagens, sem fotos, apenas descrições precisas, vocês que sabem... Votem e comentem por favor, é muito importante, e até os próximo capítulos meus bebês!!!
Byyyeeeee!
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