Esbarrando em um Mikaelson.

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Trailer aí em cima👆❤

Ensino médio: Aquele lugar em que patricinhas namoram o capitão do time e infernizam os nerds e os excluídos, meninas malvadas derrubando livros e fazendo da escola seu reino era pra ser meu único problema, certo? Errado. Meu nome é Amberly, tenho 17 anos e já lidei com problemas que uma pessoa normal não teria nem em uma vida toda. Bom, eu não sou normal e venho infelizmente de uma linhagem de bruxas altamente poderosas. Eu deveria estar feliz por ser muito poderosa, certo? Errado de novo. Ser uma bruxa poderosa tem partes muito irritantes como: Surtos estranhos de magia, uma mãe que quer que eu seja um exemplo pras outras bruxas e quer que eu as lidere, feitiços fortes que apenas eu posso resolver, pois segundo as bruxas doentes lá, eu sou muito poderosa e vou ser a líder mais forte que Nova Orleans já teve. Em falar nisso... a mesma me convenceu a ir até lá, mas se ela pensa que eu vou assumir o cargo dela a mesma está muito enganada.

- Senhores passageiros por favor desliguem os aparelhos eletrônicos, já vamos aterrissar. - a aeromoça fala e eu aperto meu cinto.

[...]

- Deixe de ser egoísta, eu dediquei minha vida a esse clã. Esse é o seu legado, seu futuro. - minha mãe discute comigo umas duas ruas depois da rua do meu apartamento.- Meu futuro?! Você e esses ancestrais idiotas não sabem nada sobre o meu futuro!

- Olha a boca, mostre respeito.- ela diz e eu reviro os olhos.

- Vocês bruxas só respeitam esses ancestrais porque se não obedecerem, eles tiram seus poderes. Mas advinha querida mãe, minha magia é apenas isso, minha. Ninguém pode tira-lá de mim.

- Eles são a sua família, você precisa ser leal a eles.

Como é que é?!

- Não. Era pra você ser minha família, mas você não se importa comigo apenas como meu poder. Você apenas uma vadia egocêntrica igual aquelas outras. - digo praticamente cuspindo as palavras.

- ME RESPEITE. - ela grita.

- Você não merece meu respeito. - digo dando as costas a ela.

- VOCÊ TEM QUE MATAR O BEBÊ MIKAELSON, SE NÃO TODAS NÓS MORREREMOS!!- ela grita por eu estar longe.

- QUE SE DANE VOCÊ E SUAS BRUXAS FANTOCHES! - grito de volta indo embora.

Por que eu trato minha mãe assim? Simples. Ela escondeu meu pai de mim e quando eu descobri ela o matou para conseguir a confiança das bruxas e ganhar o cargo de regente do clã, a partir daí, a mesma tomou posse das bruxas e eu fui embora para Nova Jersey.

Bom não conheço esses tals de Mikaelsons e nem quero,  pelo o que eu ouvi falar, eles são a família de vampiros mais antiga do mundo. Então eu não quero me envolver com eles.

Vou andando pela a rua que se encontra deserta, meu apartamento não está tão longe. Sinto um impacto contra o meu corpo e sou jogada no chão, alguém esbarrou em mim e assim que esse alguém encostou eu senti, é sobrenatural.

O homem sai dali com pressa sem nem ao menos me ajudar. 

Ah não vai ficar assim não.

- Ei idiota, não sei se você sabe mas quando se esbarra em alguém, você pede desculpa. - digo com um tom sarcástico. Me levanto e ele se vira na minha direção com um sorriso torto.

Ele é alto, loiro, e muito bonito.

Bonito até demais.

- Ah desculpa, amor, mas eu estou com pressa. - Ele diz e se aproxima me deixando olhar seus olhos extremamente azuis. - Mas talvez isso não tenha sido por acaso.

Ele diz me dando mais uma oportunidade de ouvir seu maravilhoso e sedutor sotaque britânico.

Ele se aproxima de mim com uma certa agilidade típica de vampiro, mas antes dele cravar seus dentes no meu pescoço eu dou uma grande dor de cabeça a ele.

- Eu devia saber, bruxinha. - ele diz com humor na voz ainda com dor.

- Do que foi que você me chamou? - ele me olha um tanto desafiador e eu aumento a dor dele fazendo seus ouvidos sangrarem.

- V-vai por... mim, não quer mexer com um... Mikaelson. - ele diz pausadamente por causa da dor.

Mikaelson? Nossa como eu sou sortuda, tenho certeza que vou morrer, é o que dizem. Eles são impiedosos e matam qualquer um que mexam com eles. Por mais que eu tenha todo esse poder eu ainda falo com toda certeza... eu tô ferrada.

 Quebro o pescoço do tal Mikaelson e saio correndo pro meu apartamento.

- Droga!!- digo jogando um vaso de planta na parede. Logo de todas as pessoas no mundo eu fui irritar logo quem?? Isso mesmo, um original.

Droga de má sorte!

Me sento na cama pensando no que fazer. Primeira opção: Fugir como uma covarde. Segunda opção: Vou atrás pra tentar matá-lo. O que seria bem estúpido já que eu não tenho e nem faço a mínima ideia de aonde está a estaca de Carvalho Branco, que pelo o que eu sei, é a única coisa que pode mata-los.

Acho que vou ficar com uma terceira opção: Fingir que nada aconteceu e continuar minha vida normalmente rezando para que ele esqueça o acontecido. Se não der certo eu vou me defender caso ele ataque. Matar ele eu não vou, mas parar a circulação do sangue dele e o jogar no mar eu até posso fazer.

Enfim, lá se foi meu plano de não me meter com os Mikaelsons.

  

Amberly {Klaus Mikaelson}Histórias para pegar e não largar. Descubra agora