Olá, sei que não te conheço, nem você me conhece, mas ninguém se conhece realmente. Ninguém sabe o que você de amanhã estará pensando sobre algo que ocorreu há um tempo, seja um sorriso ou uma lágrima. As pessoas estão em um complexo sistema de mudanças tanto físicas quanto mentais, atadas em uma rede de conhecimento e sensações.
Comigo não é diferente. Porém, é como se eu pudesse expressar esses sentidos pela primeira vez, pintando a tela em branco com a minha própria razão.
Aqui contarei a morte.
Mas não é a morte de qualquer um, é a minha morte.
Não se assuste, eu ainda não morri, mas sei que um dia acontecerá, e não quero me perder nesse caminho. Tenho alguns fatos guardados em minha mente que somente eu sei. Coisas que aconteceram comigo, momentos felizes, de amor, prazer, angústia, raiva, momentos.
Sei que pode parecer difícil ler um testamento de vida de alguém, imagine uma autobiografia? Não quero fazer deste uma autobiografia, contarei histórias, falarei de monstros, demônios e anjos doces. Contarei mais do meu íntimo, fazendo apologia á contos eróticos sentimentais que transbordam esse meu corpo.
Mas não imagine que tudo serão rosas. Por trás deste rosto barbudo e másculo, há um cravo que precisa de cuidados.
Agradeço imensamente ao AdrianArgonyt por ter sido a pessoa que me tirou das trevas, que me mostrou a definição de um Bruno que eu não conhecia, além de me encorajar a botar pra fora toda essa angústia e receio sobre como me tornei esse cavaleiro solitário, amargo e ranzinza. Maninho, tu não sabe aonde se meteu! (RISOS).
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Páginas Submersas (Contos Gay)
Short StoryNão pense você que este é como aqueles livros que narram contos pornográficos. Pois você estará completamente errado. "É certo que minha vida não foi uma das melhores, meus sorrisos se esconderam por entre as lágrimas. Mas estou vivo. Isso é o que i...
