1

16 2 0
                                        

Seja o que Deus quiser...

--------------------------------------------

Chamava-se Camila. Mas ainda me lembro dela pelo apelido: Camz. Ela não gostava muito, na verdade. Reclamava que seu nome estava sendo cortado pela metade.
-Nome é nome. Dizia. -É como como se fosse uma marca registrada da gente. Eu ria, respondia que tinha pessoas com nomes pavorosos, e preferem mudar. Ela nem se abalava.
-Cada caso é um caso. Cada pessoa tem sua forma de pensar- teimava- gosto de ser Camila. É o nome da minha irmã. Depois ficava triste, pois a Irmã morrera há muito tempo, ela nem chegou a conhecê-la.
Mas por que estou falando de tudo isso? Talvez porque seja tão bom me lembrar de Camz, ou Camila. Como ela preferia. Dos momentos bonitos em que vivemos juntas. Repare: eu não estou falando de coisas absolutamente felizes. As pessoas valorizam a felicidade, como se a tristeza não tivesse sua importância. Claro que é bom dar umas risadas, mas o ser humano não é um robô programado para dar risadas todas as horas. Não! Nós temos a tristeza, melancolia, horas de sofrimento, ansiedade... Tudo faz parte da vida.
Por isso quero falar de Camz, de Camila. Mila. Camzi. Eu brincava tanto com o seu nome! O escrevia de tantas maneiras. E é assim que vou começar a contar dela, de como foi importante na minha vida
----------------------------------------------

Espero que tenham gostado...
Continuo?

A corrente da vida (versão Camren)Des histoires addictives. Découvrez maintenant