Introdução

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-Será que existe amor igual aos filmes, um conto de fadas, com um clichê absoluto, onde podemos prever o começo e a eternidade?

-Será que essa coisa de relacionamento, é boa mesmo ou só serve para nos machucar?

-Será que se casar e formular uma família, compensa ou é perda de tempo?

-Será que esperar o amor tão aguardado, na verdade é perda de tempo ou realmente compensa?

-Cara, por que você se questiona tanto? Um dia você vai descobrir, mas lhe garanto que perda de tempo, não vai ser.

-Ah qual é, você só fala isso porque a única namorada que teve foi uma menina da 1° série do ensino fundamental, e você quer que eu não questione nada?!

-Escuta aqui tá legal, não importa quantas meninas você vai gostar, se já virou única como o meu caso, você pode falar que teve, você já teve a sensação de ser amado alguma vez e isso conta, aliás, a gente não conta quantas vezes amou ou deixou de amar... Mas e aí, nenhuma nem que seja virtual?

-Ah... Não...

-Arthur não minta pra mim!

-Tá tá, já tive um lance virtual, mas foi rápido, sete meses...

-Sete meses, rápido?! Haha se só pode tá brincando, você já teve a sensação de amar e de ser amado, como você se questiona tanto? Sete meses... Tempo suficiente até...

-Olha Johnny, eu não sei tá legal, virtual é uma parada muito complicada, funciona mais em amizade... Mas meu lance agora é pessoalmente, por isso me questiono certo? Tudo que a gente "vê" virtualmente se resume em mensagens, sem beijos e abraços. Agora pessoalmente é outra história...

-É... Arthur pela primeira vez nisso, tenho que concordar com você, mas te garanto que vai encontrar a pessoa certa e não vai achar nada de absurdo e errado, não vai se decepcionar... Talvez não seja clichê, mas do jeito pra vocês ficarem felizes.

-Tá ok Johnny, eu tenho que ir fazer uma coisas, até um outro dia, até mais.

-Até.

   Ah, oi! Você não deve estar entendendo nada né? Já era de se esperar... Deixe-me apresentar, eu me chamo Arthur Glasgow, tenho 22 Anos, sou do Texas, moro com meus pais ainda, sou gestor de projetos de pesquisa no Empire State building. O carinha do diálogo, é meu melhor amigo, estudamos juntos desde do prezinho, a nossa relação amigável, sempre foi a melhor...

Flashback
-Devolve meu lanche!
-Não, ele é meu!
-Sai, é meu - deixando cair no chão
-Olha o que você fez! O tia, o Johnny derrubou meu lanche!


Saindo do Flashback
Ou não. Mas a gente sempre se manteve junto em qualquer situação. Meu pai, Paul trabalha com bolsa de valores e minha mãe Dayse empresária. (Esse é o momento que todos falam: filhinho de papai), eu não me considero, me vejo um cara criado pela vó. Solteiro, pelo visto já sabem o por quê.


Chegando em casa...

Arthur:
-Que dia... (Celular toca)

Arthur:
-Ah mas quem diabos é essas horas? - Atende o celular. -Alô, quem fala?

Atrás do celular:
-Oi, Arthur é seu tio Tommy, você não esqueceu do treino de hoje, não né?

Arthur:
-Ah, oi tio Tommy, que trei... Digo COF COF, não tio, não esqueci do treino não, já estava me preparando - Fui sarcástico como de costume

Tommy:
-Você esqueceu, não é?

Arthur:
-Na na, não! Que isso tio! Eu já estou... - Fui interrompido como sempre

Tommy:
É... Você esqueceu, olha garoto, quando não puder vir me avise

Arthur:
-Tá bom tio, desculpe não vai acontecer de novo, prometo. Já estou indo praí

Tommy:
-Não prometa mais nada garoto, estarei esperando

Arthur:
-Até - desligando o celular

Andando pelo quarto:
-Ah mas que merda, com qual roupa eu vou? - mexendo no guarda-roupa.-Social não, esportiva não...

Muito tempo depois...

-PERFEITO! Droga estou atrasado!! Merda! Anda Arthur vai rápido!

Saí de casa às pressas, entrei no meu carro, e sai rápido,

-Merda, merda, merda! Vamo logo carrinho

  Só que aí de repente eu estava rápido demais e não percebi que uma mulher atravessava a rua quando...

-Aaah que droga! Vai carrinho, aí meu Deus! - Uma pancada forte ocorreu bem na frente do meu carro.

  Tentei jogar o carro pro lado, e a atropelei, era uma mulher morena, olhos castanhos claros, linda, estava caída no chão

-Ah droga! O que eu fiz?! - desço do carro e vou até a menina. -Vamos lá acorda!

  Peguei meu celular e liguei para ambulância... Será que eu viraria um assassino depois daquele dia? Ou seria culpado pelo resto da minha vida?

Controvérsias do AmorStories to obsess over. Discover now