Meu nome é Jason Arthur Blackson. Não é assim que começam as histórias? Acho que é; Diz o nome que geralmente é bem estranho, e depois começa a história.
Tá, sei que aqui poucas palavras é fundamental, mas não sou capaz de resumir isso. Então vamos lá(garanto que não vai cansar).
Meu nome é Jason Blackson, tenho 17 anos, sou o cara mais inteligente que já conheci e sou muito estranho.
Está bem. Essas estanhezas vão se esclarecer ao longo da história. Mas só pesso sua atenção para um fato importante um pequeno instante;
Você já ouviu falar no Acampamento meio-sangue? É provavel que não se você não é um deus ou semideus, outro detalhe que irá se esclarecer. Mas eu preciso lhe explicar o que é.
O Acampamento de verão para meio-sangues fica(no momento) em Long Island, Nova York. E é um tipo de... realmente É, um acampamento de verão, só que para meio-sangues. E meio-sangue são semideuses(como Hércules, Teseu, Perseu, Jasão filhos de deuses com mortais).
Pode até ter ficado confuso mas é só ter calma que isso se resolve. O fato é que tais semideuses tinham horror de nascer na Califórnia, por motivos que... hã, se esclarecerão(juro).
O problema, afinal, foi que eu nasci lá. Não que eu seja meio-sangue, há um engano aí. Todos acham que sou, mas sou mais que isso. Um deus menor? Não, claro. Eu tenho uma longa história que será contada no segundo capítulo. Mas jajá chegamos lá.
Deixe-me lembrar onde essa história começa... Sim, o maníaco Lou Mallory. Eu fugi desesperadamente dele o dia inteiro, mas até agora eu não me livrara do cruel assassino Lou Gringer Mallory, nome feio eu sei, mas ele era mais.
Eu pegara o ônibus para casa, em Los Angeles e ficara em pé segurando nas barras que servem exatamente pra isso mas não sei como se chama, normal. O que não era normal era a feição ligeiramente famíliar que vi entrar logo após eu. Um fugitivo do presídio. Sei disso porque eu mesmo prendi ele.
O caso é simples, com minha excepcional inteligência sempre ajudava o Inspetor Anderson em seus casos, e funcionava bem. Mas agora eu estava em apuros por isso.
Eu presumi que estava ali para se vingar da pena que pegou(mas fugiu, ave América). Lou era um psicopata que matava pessoas inocentes com um esforço sobrehumano à troco de nada. Era um ex-fuzileiro naval com muita experiência, 1,90 de altura e muitos musculos, muito mesmo.
Eu, era um pobre rapaz encurralado pelo próprio passado e muito assustado com alguns 1,90m, e musculos.
Ao chegar a um lugar que eu nem ao menos sabia o nome pedi ao motorista pra descer. E, infortunadamente o gigante familiar desceu atrás de mim.
-Não corra filho de Hades- Falou com uma voz impressionantemente assustadura - Não quero fazer o mal, só o bem, SÓ O BEM, HAHAHA!!
Natural dos maníacos.
A despeito da ordem, claro, eu corria sem parar por becos escuros, úmidos, e desertos.
Cada vez mais se aproximavam os passos calmos e ordenados atrás de mim, inexplicavelmente era como se sentisse meu cheiro. Só para deixar claro, Lou Mallory não era um monstro, monstro grego mesmo como talvez você esteja pensando. Não posso explicar no momento, acabaria com a graça dessa perseguição.
Perseguição que terminou um minuto depois num escuro beco, pequeno, assustador e... Sem saida.
Eu sei que é nada a ver mas...
Voltando ao assunto do Acampamento, já pensou como se viram as crianças do oeste? As que não tem sátiros protetores, nem como cruzar um pais continental para chegar a Long Island?
O fato é que Quiron, por melhor que tentasse ser, por mais preocupado que fosse; Não podia fazer nada.
As infelizes nasciam em um ninho de monstros e outros perigos. Aos pés de vários titãs, enfim, nascem pra morrer certo? Infelizmente, eu disse infelizmente mesmo, não.
Mallory veio farejando o ar ao meu redor. Tentei lembrar dos seus crimes, se faziam algum sentido. Nenhum.
Ele vinha se aproximando da imensa lixeira da qual eu estava atrás.(E inexplicavelmente não cobria meu cheiro).
Eu pensava desesperado.
De repente uma ideia. Não, não funcionaria, tinha que atrasá-lo o máximo.
-Bafo de defunto, posso sentir o cheiro de morto do seu pai daqui, em você.
-Pare Lou, eu já entendi que não quer vingança.
Eu não sai do meu inútil esconderijo mas gritei.
-Claro que quero, mas existem, rapaz, motivos maiores. Muito maiores.
-Você mata pessoas estranhas como eu... por quê?
Ele pareceu parar um pouco.
-Não tenho tempo... Ora vamos, se vai morrer precisa saber por quê - Você é filho de Hades garoto. Não entendeu? Um monstro.
-Eu não sou um monstro, sou normal, como você(puro apelo mesmo, ele nunca seria normal).
-Haha, muito engraçado. Você é mais burrinho do que pensei garoto. Eu não sou normal!
"Eu sei" pensei, mas ele falava sério, e assustadoramente mais sério do que você pensa.
-Eu sou um herói, filho da luz. Devo matar pessoas como você, cão das profundezas.
Ele tinha falado aquilo mais como um adjetivo comúm que como insulto. Não sabia o que fazer, ia morrer.
E ele realmente era maluco.
Pareceu-me o fim quando... estranho mais verídico. Nada aconteceu por um momento. Só um assassino profissional vindo em minha direção. Mas apenas por um momento. De repente um ronco, uma luz: uma moto saiu da parede.
O motoqueiro era um cara grande, e... grande mesmo. Um sinistro cara grande em uma imensa Harley que não sei qual modelo era porque não entendo de motos, mas sabia que não era coisa desse mundo, e se fosse de algum com certeza era do mais profunda que exista. E disse algo como:
-SAI DAÍ PALHAÇO!
E de um golpe de machado... não decepou de alguma forma a cabeça do meu perseguidor.
A luta que se seguiu pode ser definida nesses termos - Feia, linda, horripilante, excitante e estonteantemente violenta. Na verdade foi indiscritível.
O motoqueiro parecia ter vantagem, e eu não me surpreendi quando de um golpe de machado acertou a cabeça do maníaco ex-fuzileiro(que lutava com um tipo de gládio), mas eram dois colossais lutadores.
Foi um assustadoramente lindo espetáculo: de repente o machado acertou a nuca do meu perseguidor e ele, mesmo assim, ainda lutava.
-NÃO, SEU CÃO... AARGHH!!!
Daí simplesmente o meu misterioso interventor puxou uma imenda Colt e deu apenas um tiro. Um espetáculo violento e nem um pouco aliviante, embora tivesse livre de Lou Mallory, como pensava.
O rosto do gótico motoqueiro ficou melado de um sangue meio dourado chamado Icor e o corpo de Lou Mallory começou uma(linda) incineração espontânea(ou muito pelo contrário, nada espontânea).
Touch Bardoon, esse como mais tarde soube era o nome do motoqueiro, olhou pra mim e disse em uma voz em negrito mesmo:
-Sobe aí moleque. E... só deixando claro, Hades não é seu pai.
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Jason. A. Blackson - Caçador de Herois
AdventureDepois elaboro uma, valeu. (Em revisão).
