Fujo para o mar,
Perco-me nas ondas.
Nada é meu nem de ninguém,
Dou-lhe aquilo que ele me dá a mim,
Um choro de alegria e um riso de tristeza.
Confesso que hoje o odeio,
Tira-me a solidão que eu escolhi,
Respiro a dor que me dá,
Aprendo a viver sem ti.
Sentir saudades do mar,
É como olhar-te nos olhos,
Ver a profundidade e a dor,
Que nos sufoca e muda a cor,
De quem te sente mas não te toca.
