Capítulo 1 - Oneshot

7 0 0
                                        

“Sempre te observei…

Cada detalhe me fascinou…”

Estava sentado debaixo da macieira com meu caderno de rabiscos. A brisa passava por mim fazendo inúmeras folhas de cor amarelada caírem da grande árvore e eu rezava para que nenhuma maçã caísse em minha cabeça me fazendo ir para a enfermaria.

Os alunos seguiam para a porta de entrada, tagarelando, rindo alto… irritante. Revirava os olhos com repulsa. Até que você apareceu… Seus cabelos encaracolados carmim sem uma ponta dupla, completamente perfeito! Não era oriental mas possuía olhos apertados, pele bronzeada em um tom amarronzado claro, vendo-o parece ser apenas um pouco mais alto que eu. Era estranho vê-lo rodeado de pessoas, seu estilo rebelde com roupas rasgadas não aparentava combinar com aquilo.

Ele virou a cabeça para minha direção, senti um arrepio na espinha, o garoto “popular” esboçou um enorme sorriso fazendo seus olhos se fecharem. Meu coração bateu forte, senti minhas bochechas quentes…

Sua expressão mudou de repente, gesticulava apontando na minha direção e gritava algo que não conseguia entender. Ele começou a correr, parecia preocupado.

Observava a situação com um olhar estranho, sem compreensão.

-CUIDADO!

Senti algo bater fortemente a minha cabeça e a total perda dos sentidos.

[...]

Minha boca estava quente, quente demais até… ela está se abrindo… algo toca a minha língua…

Abro os olhos devagar, a visão ainda turva, com o passar do tempo começo a visualizar normalmente… Ele se encontra debruçado em cima de mim! Tento empurrá-lo mas, sua mão larga segura meus pulsos no alto. Ele coloca sua outra mão por baixo da minha camisa e sobe até o meu mamilo direito e o aperta fortemente, não consigo evitar e dou um gemido alto. Imediatamente ele pressiona seus lábios nos meus para me calar. Nossos olhos se encontram pela primeira vez; nunca havia notado que eles eram cor de mel. Ele se afasta devagar e vai até o meu ouvido.

-Não grite,idiota! Ou a enfermeira pode voltar. - Sussurrou com aquela voz grossa e rouca, o ar quente de cada palavra chegava em minha orelha e me causava arrepios.

Observei ao redor a sala branca, a cortina amarelada nos rodeando… era a enfermaria da escola.

-Eu sempre te observei… - Ele continuou. - Mas, pensava que você era uma garota. - Soou como um deboche. - Aproveitei enquanto você estava desmaiado e conferi se era verdade.

A mão que se encontrava em meio peito deslizou rapidamente para baixo e apertou meu membro com força por cima de minha calça, soltei um gemido de dor pela força exercida no local.

Seu rosto voltou para de frente ao meu, estava suspirando aliviado.

-Ainda bem que estava errado. - Um sorriso malicioso saiu de seus lábios rosados.

Ele apertou mais uma vez meu membro mas, dessa vez aguentei a dor e apenas espremi os olhos e mordi o lábio inferior com força.

Senti meus pulsos livres, porém dormentes, abri os olhos, o mesmo agora tinha minha franja em sua mão que puxou violentamente fazendo minha cabeça erguer para cima.

-Está doendo… - Minha voz se afinou em meio à súplica.

-Você parece um anjo com esses cabelos loiros, acho que isso faz de mim um demônio!

Ele continuava a apertar meu membro com a outra mão e ficava apreciando a minha feição de dor. Eu implorava para que parasse mas, ele continuava…

-Sempre… Sempre te observei, Hinoi. - Ele desviava o olhar ao dizer essas palavras.

“Espera!

Ele sempre me observou?

Será por isso que todas as vezes nossos olhares se encontravam? No refeitório, nos guarda-volumes, na sala de aula…

Eu não era o observador… eu era o observado!”

Me perdi em meio aqueles pensamentos que foi quebrado depois de ouvir um barulho de “zip”, olhei assustado mas, ele não estava mais ao meu lado. Olhei para baixo e ele estava abrindo o zíper da minha calça e enfiando a mão dentro do buraco estreito.

-Não faça isso! - Sussurrei para impedir minha voz de gritar.

Ele não me deu ouvidos.

Tirou a mão do buraco segurando meu membro nela; estava duro! A cabeça rosada já estava até molhada com o pré gozo.

“ Que embaraçoso!” Cobri o rosto com as mãos para esconder a vergonha.

-Ah! - O gemido saiu espontaneamente.

O meu membro estava quente e molhado… Ele estava sendo colocado dentro de algo…

Abaixei minhas mãos para ver e ele estava… me chupando. Os olhos dele estavam fechados mas, ele sabia o que fazer.

“Isso é tão errado… mas… ao mesmo tempo… tão bom.”

-K-keita… - Eu sussurrava seu nome.

Ele chupava a ponta do meu membro me fazendo tremer, meu pau pulsava a cada sucção.

Uma gota de saliva escorria pelo canto da minha boca; meu Deus! Como aquilo era bom!

Keita segurou as minhas coxas com as mãos e pude sentir meu pau em sua garganta; adentrou tão fundo… Em movimentos de vai e vem ele enterrava meu membro até o final de sua garganta, apertou seus lábios e contraia suas bochechas para dentro para a passagem ficar mais estreita. Sentia seus lábios, sua saliva quente e sua língua passando na pele do meu membro.

Enterrou mais uma vez meu pau em sua garganta e meu corpo ficou trêmulo, senti o líquido chegando aos poucos e espirrando dentro da boca dele, o mesmo apertou minhas coxas e só retirou a boca dali quando eu havia terminado de gozar.

Eu estava arfante. Trêmulo. Vulnerável.

Keita guardou meu membro; que estava sensível, fechou o zíper e se seguiu para perto de mim, limpou uma gota de gozo que escorria pelo canto de sua boca com o dedo indicador, se aproximou, deu um sorriso malicioso para mim e enfiou o mesmo dedo em minha boca. Um instinto safado me dominou. Segurei sua mão entre as minhas e chupei ferozmente o seu dedo; conseguia ouví-lo suspirando, depois de uma longa chupada subi pelo dedo até à ponta com minha língua, olhei para o seu rosto, Keita estava surpreso com meu ato.

-E-eu serei seu anjo,Keita…

-Então… eu serei o seu demônio, Hinoi.

Observo Where stories live. Discover now