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A claustrofobia é o nome dado ao medo excessivo de lugares fechados ou com aglomeração de pessoas. Não se trata de uma doença, mas de um sintoma geralmente acompanhado pela agorafobia – o medo de estar em um lugar público, onde o indivíduo não pode sair facilmente, se necessário.
Normalmente este sinal precede situações em que o desencadeamento de uma crise de pânico está envolvido, neste caso podendo acontecer sensações mentais, tais como as paredes se contraindo; o teto se aproximando; o ambiente se comprimindo; ou físicas, como suor excessivo, batimentos acelerados, boca seca e desmaios. Uma vez que pacientes deste tipo de distúrbio têm mais chances de desenvolver outras doenças psicológicas é necessário um acompanhamento psiquiátrico e psicológico e o uso de medicamentos regulamentados em alguns casos.

É o caso de Ashton.

Ashton Fletcher, ou Ash, como prefere ser chamado, mudou-se para o prédio da rua 12 ao conseguir sua almejada bolsa de estudos na universidade onde faria a faculdade de música. A música que acalmava seus nervos e batimentos descontrolados após mais um dia lutando contra a ansiedade seguida de uma terrivel claustrofobia que tirava quase toda sua liberdade.
A liberdade de ir em festas lotadas de amigos que em num tempo chegaram a ser incontáveis, hoje não passam de memórias boas, confusas e dolorosas em partes. Ashton adquiriu sua fobia após quatro longas horas trancado no armário do colégio, gritando e implorando desesperadamente para que os típicos valentões o tirassem de lá.

Não aconteceu.

Ashton desmaiou e quando acordou sentia pânico de lugares apertados, um medo absurdo de elevadores que aos seu olhos poderiam esmagá-lo vivo. Muita coisa mudou desde o incidente na escola; a rotina, os hábitos, endereço e até o coração do de olhos castanhos sofreu com isso.

Ele conheceu Calum.

claustrophobia ❥ cashtonStories to obsess over. Discover now