Isabela e uma garota de 15 anos, Entrou em uma nova escola a pouco tempo,Ainda não tem amigos e passa seus recreios lendo livros, Ela é o que pode se chamar de "Boa menina" E tímida e seu maior sonho é ter um namorado, Um sonho estranho talvez, Ela...
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E lá Estava eu,Sentada de costas na cama, Minha mãe penteava meus cabelos, Para o primeiro dia na minha escola nova, Nos mudados de cidade no meio do ano letivo,Todo mundo já se conhecia, E eu lá "A novata intrusa" Faltava 5 Minutos pra aula de biologia começar, Ótimo primeiro dia, Já começa logo com biologia. Eu andava pelos corredores imensos daquele colégio,Não passava uma alma viva nem pra contar histórias. Finalmente achei a sala de biologia e pedi licença antes de entrar, As pessoas me encaravam como se pedir "Licença" Fosse coisa de outro mundo, Ou só por que era novata mesmo, Eis a questão, o professor pediu pra que eu me apresentasse pra toda classe, Eu não era lá a garota mais extrovertido do mundo, Diferente da minha mãe e da minha Tia, que mais me faziam passar vergonha do que me ajudavam! Mais enfim,resolvi tomar coragem e me apresentar.
-Eu sou Isabela. -Disse apenas isso é o professor fez uma cara de "Ah tá, Mais só isso?" E me apontou um lugar pra sentar, Eu me sentava atrás de uma garota que se vestia de preto,Era preto pra lá preto pra cá, era preto pra todo lado, Até seu batom era preto, Medo? Talvez. Atrás de mim se sentava um garoto de cabelos castanhos e olhos cor de mel que brilhavam com o sol que saia da janela, Sua altura era indefinida já que ele estava sentado,E Eu não sou uma fita métrica. Me sentei lá, Ele parecia ser do time de basquete. Ele me tacava algumas bolinhas, e ria junto com os seus amigos, Mais já na terceira bolinha, Mandei minha timidez não sei pra onde é me levantei brava.
-O garoto, Tá com algum problema? Se me jogar mais uma bolinha eu juro que te faço engolir ela.. -Eu disse irritada,Um "Uow" se formou na boca de algumas pessoas da turma, Chamei atenção da metade da sala inclusive do professor que me olhou com uma cara de irritado-
-Ih tá muito atiradinha pro primeiro dia de aula,Senta aí garota. -O garoto que desconhecia o nome disse-
-Não sou pedra pra ser atirada. Da licença -Talvez Isso não me ajudasse a formar a minha fama de boa garota que nunca discute,Mais acho que aquele dia acordei com uma pulga atrás da orelha, sentei de volta na cadeira, O professor fez sinal pra que a gente saísse da sala, O que me fez pensar porque não continuei tímida é em paz lá no canto, Ignorando as bolinhas de papel. Mais tudo bem, Sai da sala e fui na direção oposta do garoto que me jogava as bolinhas, Cheguei em um pátio que tinha uma árvore grande e um banco e me sentei, Peguei um livro e comecei a ler, Por uns 2 minutos, Já que algum incrédulo a sua vida me interrompeu.
-Até aqui garota, Vaza. -Eu olhei pra ele o fuzilando com o olhar-
-Vem cá,Você tá achando que eu sou torneira pra vazar? A da licença. -Eu devia realmente controlar a minha grande língua, Mais juro que não dava, Ela saia em disparado antes que eu pudesse a impedir, Ele olhou pra mim com desprezo e saiu de perto,Andando em outra direção, E eu voltei minha atenção ao livro que tinha nas mãos.-
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